1/8/2021 -


E agora ???...



No futuro a Copel vai ter que mudar os postes de lugar em Itambé, cidade localizada perto de Floresta na região de Maringá. Acho que sim, porque tem um lado da pista que não tem a largura suficiente para todos os veículos. Uma alternativa é "esticar" a calçada até os postes e tornar a rua de mão única... CLIQUE AQUI E VEJA MAIS CURIOSIDADES QUE ENCONTRAMOS PELO PARANÁ


Apucarana: atualização com novas imagens e informações



Desde 2010, Apucarana é considerada a Capital Nacional do Boné. O título foi conquistado graças a um projeto de Lei do deputado Alex Canziani. A fabricação de bonés e confecções teve impulso principalmente a partir de 1975 com a geada negra que acabou com os cafezais da região. Atualmente o setor de confecções no município gera cerca de 20 mil empregos. A produção de bonés em Apucarana já foi tema de reportagens de televisão de vários países.




Não é por acaso que Apucarana também é conhecida como "Cidade Alta". Está situada a 988 metros de altitude. Mas nem todo o entorno da cidade tem essa altitude. Na verdade o município tem relevo acidentado com locais bem mais baixos. Os pioneiros e fundadores resolver ficar no ponto mais elevado que encontraram por alí.




A economia de Apucarana não fica restrita aos bonés e confecções. Conta com grandes empresas comerciais e industriais. Uma delas é a Paulinor. A empresa que atua na distribuição de alimentos começou as atividades em 1994. Possui uma clientela de quase 6 mil estabelecimentos comerciais distribuídos em mais de 200 municípios.

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Paulo Frontin: cidade histórica que faz homenagem a engenheiro



A cidade de Paulo Frontin está localizada na região de União da Vitória, a 382 quilômetros de Campo Mourão. É cortada pela BR-153, também conhecida por Rodovia Transbasiliana. A estrada liga o Rio Grande do Sul ao Estado de São Paulo, prosseguindo até o Estado do Tocantins, e atravessa o Paraná de Sudoeste ao Norte Pioneiro passando pelos Campos Gerais.




Em Paulo Frontin, a maior parte da população mora na área rural. Pela ultima contagem da população feita pelo IBGE ainda no ano de 2010, a quantidade de habitantes estava em 6.913, dos quais apenas 2.173 residiam na cidade. Na estimativa realizada pelo Instituto em 2020, o número de moradores no município subiu para 7.387.

OBSERVAÇÃO: É norma do IBGE realizar uma grande pesquisa de casa em a casa 5 anos para definir oficialmente a população dos municípios brasileiros, porém por falta de recursos o trabalho não foi realizado em 2015 e 2020. Há 10 anos o Instituto faz apenas estimativas, que são divulgadas uma vez por ano.




Paulo Frontin é uma das localidades mais antigas do Paraná. A comunidade começou a se formar em 1900, com o surgimento da Colônia Rio Claro (hoje Mallet). A chegada de imigrantes russos, poloneses e ucranianos em Mallet, provocou o aparecimento de outras comunidades. Entre elas a Colônia Vera Guarani (hoje Paulo Frontin), fundada pelo Governo Federal em 1902. Em 1904, Vera Guarani ganhou grande impulso com a instalação da Ferrovia e as primeiras construções em alvenaria. Alguns dos primeiros prédios públicos resistiram ao tempo, como o da foto acima que era a residência do chefe da Estação de Trem. O município tem um distrito com o nome de Vera Guarani.




A estação de trem foi inaugurada em 1904. Hoje serve de moradia e os trilhos não existem mais. A estação foi uma das mais importantes, pois integrava a linha Ponta Grossa até União da Vitória. Esse trecho também contava com o famoso trem "São Paulo/Montevideo". As linhas de passageiros começaram a ser desativadas nos anos 70. O responsável pelo projeto da ferrovia foi Paulo Frontin, engenheiro da Central do Brasil e que residia no Rio de Janeiro. Ele é homenageado com o nome da cidade.

TRAGÉDIA - Na manhã de 29 de setembro de 1943, começou a pegar fogo em um trem de carga oriundo de Ponta Grossa com destino a União da Vitória. Um dos vagões carregava explosivos. A fumaça atraiu moradores que foram surpreendidos pela explosão. O impacto formou um buraco de 15 metros de largura e 10 de profundidade. O terminal foi destruído. Vinte e três pessoas morreram. O prédio da estação foi reconstruído e atualmente é utilizado como moradia.




Um dos estabelecimentos de ensino mais antigos de Paulo Frontin, é o Colégio Estadual Monsenhor Pedro Busco. A construção foi inaugurada em 1950 e começou como grupo escolar primário até o quarto ano. Passou a ser estadual em 1968. Paulo Frontin foi elevado à condição de distrito de Mallet em 1921. Em 1951 conquistou a emancipação. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento.




Uma curiosidade é que a cidade de Paulo Frontin não tem ruas ou avenidas com duas pistas separadas por canteiro central e a maior parte das vias públicas é de paralelepípedos. Cerca de 30 por cento dos imóveis contam com rede coletora de esgoto. Percebemos que a cidade é rodeada por matas, mas é pequena a quantidade de árvores em vias públicas.




As principais atividades econômicas em Paulo Frontin são as lavouras de soja com 16 mil hectares e os setores ligados ao ramo da madeira. Também é grande a produção de maçãs. O município vem desenvolvendo um projeto para incrementar a produção de uvas. Em PIB per capita o município ocupa a posição 72 entre os 399 do Paraná. O salário médio do trabalhador é de 2,2 mínimos (2019).




Paulo Frontin não possui filiais de lojas de grandes redes como Magazine Luiza, Colombo ou Casas Pernambucanas. No total são 139 empresas comerciais e de prestação de serviços e 34 do setor industrial. A cidade não conta com agências do Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal. Possui emissora de rádio comunitária.




Em Paulo Frontin é comum você ver residências modernas ao lado de casas mais antigas e bem conservadas. Pelo dados da prefeitura, o município possui cerca de 2.600 imóveis residenciais, dos quais 1.060 estão na área urbana. A cidade tem hospital municipal denominado "São João Batista"




No Rio de Janeiro existe o município de Engenheiro Paulo de Frontin. É o mesmo que foi homenageado pela cidade aqui do Paraná. O nome completo é André Paulo Gustavo de Frontin. Nasceu em 1860 e morreu aos 72 anos no Rio de Janeiro. É conhecido como o patrono da engenharia nacional. Foi senador, prefeito do então Distrito Federal e deputado federal. É responsável pelo projeto da antiga ferrovia ligando Ponta Grossa até União da Vitória e que passava pela cidade de Paulo Frontin.




Quem nasce ou mora em Paulo Frontin é denominado de "frontinense". O aniversário do município é comemorado no dia 14 de dezembro. De vez em quando alguns pesquisadores de universidades visitam a área rural para estudarem "tocas" que possivelmente serviram de abrigo para animais gigantes que foram extintos. Outra curiosidade de Paulo Frontin, é que um médico preocupado com a falta de Corpo de Bombeiros criou uma brigada de incêndio. Ele mesmo comprou os equipamentos, dois caminhões pipa e selecionou voluntários.




No dia em que fizemos nossa visita (julho 2021), o prefeito de Paulo Frontin, Jamil Pech (camisa clara), e sua equipe faziam a inauguração da Feira do Produtor. A feira já existia por iniciativa de três moradoras, mas não tinha um espaço definido e não existia uma data fixa para ser realizada.




A Igreja Católica Ucraniana São João Batista foi construída em madeira no ano de 1924 e a inauguração da atual em alvenaria aconteceu em 1982. Em 1952 foi elevada à condição de paróquia.




A Paróquia São Joaquim e Santana pertence a Diocese de União da Vitória. Foi criada em 1978.




Paulo Frontin, foi beneficiado com o Convento e Internato das Irmãs Servas de Maria Imaculada. É uma instituição que surgiu na Ucrânia em 1892. O rito é o Oriental Bizantino Ucraniano Católico.


Campina do Simão: onde o Rio Piquirí tem apenas 20 metros



Campina do Simão é um município que integra a região de Guarapuava. Está localizado a 175 quilômetros de Campo Mourão, mas é preciso utilizar um trecho de estrada de terra. Só por asfalto a distância aumenta para 269 km, ou seja quase 100 quilômetros. Fizemos os dois trechos e vamos explicar sobre eles logo abaixo. É uma cidade pequena com menos de 30 quadras e tem como via principal a Avenida João Ferreira Neves.




Praticamente todo o comércio, postos bancários, correios, prefeitura e até a capela mortuária e o cemitério estão concentrados na avenida principal. A igreja matriz está localizada em uma rua paralela. Apenas 1.388 pessoas residem na área urbana. Outros 2.688 habitantes moram na zona rural. Pela estimativa de 2020 a população de Campina do Simão caiu de 4.076 (2010) para 3.859.




A área urbana de Campina do Simão é pouca arborizada. Quem nasce ou mora na localidade é denominado de "campineiro do simão". A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. Em PIB per capita ocupa a posição 273 entre os 399 municípios do Paraná. Apenas 2 por cento da cidade conta com rede coletora de esgoto.




Campina do Simão não tem praça no formato da existente na maioria das cidades. Nem mesmo na Igreja Matriz. Na avenida principal tem um pequeno jardim que os moradores chamam de "Praça das Santas". Durante a nossa visita (julho 2021), o jardim estava com materiais de construção devido a obra de uma agência bancária pelo sistema cooperativo.




Como dissemos anteriormente, a igreja matriz Nossa Senhora Aparecida não tem praça. Foi construída bem próximo à rua. Quem sai da igreja já está na calçada da via pública. O nome do município é uma homenagem a José Simão, o primeiro morador. Mas teve polêmica. Com a chegada do primeiro armazém, mudaram o nome para Campina do Bépe, para saudar o dono do estabelecimento. Após muitos anos de polêmica voltou a se chamar Campina do Simão.




A principal empresa de Campina do Simão é a Piquirí Indústria e Comércio de Papéis. A empresa está localizada na zona rural a 14 quilômetros da área urbana. O percurso é por estrada de terra. Foi fundada em janeiro de 1992. A empresa tem um time de futsal que participa de competições regionais. O município tem mais 5 empresas consideradas do setor industrial e 58 comerciais e de prestação de serviços. A agência do Banco do Brasil na cidade foi fechada.




Ao redor da Piquirí Papeis existe uma colônia de trabalhadores e ex-funcionários da empresa.




Os moradores da comunidade ao redor da Piquirí Papéis contam com a Capela Nossa Senhora de Fátima. A igreja atrai fiéis de várias propriedades rurais. A lavoura mais plantada em Campina do Simão é a soja com 10.200 hectares. Milho e trigo ocupam têm áreas iguais de 1.700 ha. O rebanho bovino é de 12.200 cabeças. Ao visitar a cidade (julho 2021), fomos informados que a cerealista Sojamil iniciava o projeto para instalar um entreposto para recebimento de grãos e uma loja para venda de insumos.




O aniversário de Campina do Simão é comemorado no dia 4 de outubro. As atividades variam a cada ano, mas alguns eventos são tradicionais. Entre eles o Festival de Música Sertaneja (Femuscampi), Rodeio Crioulo, e o bolo de aniversário, cujo tamanho cresce a cada ano conforme a idade do município. Em 2019 tinha 24 metros. Distrito de Guarapuava, o município foi instalado em 1997, após lei de 1995 sacramentar a emancipação.




A menor distância entre Campo Mourão e Campina do Simão é de 175 quilômetros, mas o trecho tem 25 quilômetros em estrada de terra. Com asfalto a opção é por Guarapuava, mas a viagem aumenta em 94 quilômetros. Para encurtar o caminho é preciso ir até Pitanga e entrar para Santa Maria do Oeste. De lá até Campina do Simão não tem asfalto, mas a estrada é boa, porém com pedras e solavancos. Quem preferir evitar o trecho sem asfalto precisa passar por Guarapuava e depois percorrer 18 quilômetros pela BR-373 (saída para Cascavel). Em seguida entra em outra rodovia e percorre mais 44 quilômetros. Nesse trecho com pavimentação asfáltica existem muitas curvas fechadas, e em 13 dos 44 quilômetros, a rodovia só tem asfalto meia pista. FOTO: Ainda pela estrada de terra você passará por uma pequena represa e um barranco com imagens sagradas.




Também pela estrada de terra você atravessará a pequena ponte do "Grande Rio Piquirí". Ele é grande pelos lados do Oeste do Paraná. Mas na ponte em que passamos o Piquirí tem 20 metros de largura. A explicação é que a nascente do Rio é ali por aquelas bandas entre Turvo e Guarapuava. Bem diferente da ponte da BR-369 perto de Ubiratã onde são 160 metros. Na ponte entre Assis Chateubriand e Brasilândia do Sul são 190 metros. No município de Palotina tem até 500 metros de largura.


O jardim das parabólicas...



Em Pato Bragado, região de Toledo, o quintal de uma residência é bem enfeitado. Tem pelo menos 5 armações de antenas parabólicas, flores, vários bichos em gesso e uma espécie de gruta, além de outros adereços. E claro..., bem no cantinho da foto aparece um senhor também de gesso que fica "olhando" a movimentação na rua. CLIQUE AQUI E VEJA MAIS CURIOSIDADES QUE ENCONTRAMOS PELO PARANÁ


Iretama: a cidade que surgiu de um sonho!



Iretama é uma cidade localizada a 63 quilômetros de Campo Mourão. No censo realizado pelo IBGE em 2010, o município estava com 10.622 habitantes, dos quais, 4.435 residindo na área rural. Pela estimativa de 2020, a população caiu para 10.098. Quem nasce ou mora na localidade é denominado de "iretamense". Na língua indígena, Iretama significa "colméias".




Em PIB per capita, Iretama ocupa a posição 252 entre os 399 municípios do Paraná. A taxa de escolarização das crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento. A rede coletora de esgoto atende 20 por cento da área urbana. A cidade tem agência do Banco do Brasil e posto de atendimento da Caixa Econômica Federal.




Iretama tem cerca de 2.900 imóveis residenciais na área urbana e 1.200 na zona rural. Em 2021, 311 empresas estavam cadastradas como comerciais e de prestação de serviços e 17 relacionadas ao setor industrial.




O prédio da prefeitura de Iretama pode ser considerado simples se comparado com outras cidades do mesmo porte. Em anexo ao Paço Municipal funcionam as instalações da Caixa. O município comemora o aniversário no dia 25 de julho.




A praça de Iretama é conhecida por "Praça Central". Aos finais de semana se torna o ponto de encontro da população. A praça ganhou mais espaço com um calçadão que foi construído em uma das pistas da Avenida Paraná, a principal da cidade. O local conta com quiosques de lanches e espaços de lazer.




Nos festejos de aniversário em julho, Iretama promove a Expomeia. A cidade possui um parque de exposições para a realização de eventos e shows. Outra tradição no município é a cavalgada do aniversário.




Uma grande área de lazer em Iretama é o "Parque do Lago". O nome oficial é "Parque Municipal Marília Pereira Rodrigues". No local foi colocada uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. O espaço possui quadra esportiva, pista de caminhada e academia para a terceira idade. No âmbito privado, Iretama conta com o luxuoso Lagos de Jurema Termas Resort, que atrai pessoas do Brasil e Exterior. E como a maioria das cidades do Paraná, o município também tem cachoeiras.




Em um local afastado do centro da cidade existe um imóvel antigo de madeira que foi um dos principais estabelecimentos comerciais. Iretama começou a surgir em 1950 através do cafeicultor Jayme Watt Longo. Ele morava em São Paulo, capital, e no Paraná crescia o plantio de café. Uma vez ele sonhou que estava sobrevoando uma gleba de matas oferecida pelo Estado do Paraná e onde surgia uma pequena idade. Acordou animado. Dias depois esteve com o governo paranense e comprou a gleba de 32 mil algueires onde hoje está Iretama.




Em 1951, Jayme Longo, abriu estradas e passou a vender lotes principalmente aos mineiros e paulistas. O traçado urbano foi desenhado por engenheiros de forma que a maioria das ruas e avenidas convergissem para a área central. Não demorou muito e já em 1953, o patrimônio contava com casas e estabelecimentos comerciais.




Iretama foi elevada à condição de distrito de Campo Mourão no dia 3 de maio de 1955, e tinha dois vereadores representando a comunidade: Napoleão Batista Sobrinho e Wassilio Mamus. A emancipação veio em 1960. As lideranças do distrito fizeram um pedido ao deputado estadual Anybal Cury, que acabou incluindo Iretama no projeto de emancipação de vários municípios. NA FOTO ACIMA O PRÉDIO DO FÓRUM DA COMARCA DE IRETAMA




A rodoviária de Iretama está localizada na Avenida São Paulo. Essa avenida é um prolongamento da PR-462 (Rodovia Vassilio Boiko) que corta toda a cidade e faz a ligação entre a BR 487 (Campo Mourão/Guarapuava) com Roncador. Várias ruas da cidade são pavimentadas com paralelepípedos.




A Câmara dos Vereadores de Iretama homenageia Erotides Manoel de Matos, pioneiro que lutou pela emancipação e foi vereador por vários mandatos.




A Paróquia de Santa Rosa de Lima, pertence a Diocese de Campo Mourao e foi criada em 1956. A principal atividade econômica de Iretama é a cultura da soja com 12.800 ha. O rebanho bovino é de 49 mil cabeças. Destaque para a produção de frangos. O município conta com unidade da Coamo Agroindustrial.


Cambé: colônia alemã que precisou mudar de nome



A cidade de Cambé está localizada a 165 quilômetros de Campo Mourão. É "grudada" entre Rolândia e Londrina. Pelo censo de 2010, estava com 96 mil 733 habitantes, dos quais 3.781 residindo na área rural. Na estimativa feita pelo IBGE em 2020, o número de moradores cresceu para 107.301.




Cambé é uma cidade com muitas indústrias dos mais diferentes segmentos. A proximidade com Londrina ajuda o município a conquistar as empresas industriais, só que por outro lado, o comércio local enfrenta a concorrência das grandes lojas e vários shoppings londrinenses. Por causa disso é possível observar poucas empresas comerciais de grande porte.




Cambé uma cidade bem arborizada, mas não segue um padrão de arborização. Em um mesmo trecho de rua ou avenida as espécies de árvores tem váriações, como ocorre na maioria das cidades brasileiras. Apenas uma avenida tem até 2 quilômetros de reta. Praticamente todo o centro tem ruas curtas e quadras com tamanhos diferenciados. O formato é como uma "teia de aranha", tendo ao centro a Igreja Matriz.




Cambé é uma das cidades do Paraná que mais possui rede coletora de esgoto. Cerca de 85 por cento da cidade conta com o benefício. A pavimentação asfáltica, recapeamento e tapa buracos é realizada pela COMDEC, Companha de Desenvolvimento de Cambé, criada em 1979. Trata-se de uma empresa pública municipal de direito privado, com patrimônio próprio e autonomia administrativa. É responsável pelas obras de infraestrutra do município, incluindo a administração do Parque Industrial.




O Colégio Olavo Bilac, é a mais antiga instituição de ensino de Cambé. Começou nos anos 30 em uma instalação de madeira perto da Igreja Matriz. O prédio atual (foto acima) foi construído em 1949. Na época, pelo porte e importância, foi considerado como um centro cultural da cidade, pois também era utilizado para outros eventos, inclusive encontros políticos que definiram os rumos do municipio. Hoje o colégio conta com mais de 2 mil alunos e 120 professores. Em Cambé a taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento.




Por estar muito próximo de Londrina, Cambé não tem shopping center, mas conta com um imponente Centro Comercial. O município possui cerca de 3.700 empresas comerciais e de prestação de serviços e mais de 600 indústrias de todos os portes. Em PIB per capita ocupa a posição 110 no Estado do Paraná. A principal lavoura é a soja com 37 mil 150 hectares. Na sequencia vem o plantio de milho com 35 mil 150 ha. Destaque para a produção de frangos. O rebanho bovino é de 2.602 cabeças.




Cambé tem 7 agências bancárias. O Banco do Brasil e a Caixa Economica Federal estão na mesma rua, a menos de 100 metros um do outro. A cidade conta com 4 emissoras de rádio. Tem 4 hospitais, 13 postos de saúde municipais e uma unidade da UPA. No setor privado são mais de 80 clínicas.




O aniversário de Cambé é comemorado no dia 11 de outubro. Entre as atividades estão o desfile e programação artistica e cultural no calçadão além de atrações como a Festa das Nações com vários dias realizada no centro de eventos. Um detalhe é que o centro de eventos da cidade está localizado em área central ao lado da Igreja Matriz. Outra festa importante na cidade é a do padroeiro Santo Antônio (13 de junho).




Cambé tem um calçadão com duas quadras na Avenida Brasil perto da Igreja Matriz. O espaço é dividido ao meio pela Rua França. De um lado estão as lojas e as empresas de gastronomia. O local é cheio de bancos e floreiras. Notamos que é um lugar tranquilo e bem conservado.




A outra parte do calçadão tem lojas em apenas um dos lados, já que a outra extremidade faz ligação com a praça da Igreja. Chama a atenção uma grande pedra que serve de enfeite. Ao fundo a caixa dágua da Sanepar. Tem um estilo diferenciado. São 6 colunas sustentando o reservatório em forma de "esfera"




Uma das atrações turísticas de Cambé é o Centro Cultural, inaugurado em 1990. Chama a atenção pela arquitetura. O prédio foi construído em meio as árvores, e integra a praça como se fizesse pare da natureza.





O Centro Cultural de Cambé também abriga o Museu Histórico do Município. Devido a pandemia o local estava fechado para visitação pública, mas tivemos a informação que o acerto reune maquetes dos prédios históricos. No mesmo espaço funciona a Biblioteca Municipal e um museu arqueológico. Outro local visitado é a Fazenda Santa Dalmácia que abriga ruínas do tempo chamado de "redução jesuítica".




A rodoviária de Cambé está localizada a 1 quilômetro e meio do centro da cidade e a 700 metros da BR-369 saida para Londrina. O terminal é denominado de "Gregório Wladeck". A Viação Garcia e Brasil Sul, são empresas que mais operam no local.




Cambé é sede de comarca. O atual prédio do Fórum foi inaugurado em 2016, perto das antigas instalações. Tem cinco andares e está localizado no Jardim São José, fora da área central. O prédio antigo foi reformado e se transformou em um anexo e abriga o Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, Juizado especial entre outras dependências.




Cambé não tem prato típico. O nome tem origem na indígena Tupi que significa árvore ou mata. Antes da cidade surgir, o local era habitado pelos índios. Quem nasce ou mora no município é denominado de cambeense.




Cambé tem coisas curiosas como a de um carro parcialmente "enterrado" no canteiro central em uma das principais entradas da cidade. Perguntamos a alguns moradores o que aquilo significava. O "enfeite" é para chamar a atenção de um posto de combustíveis chamado "Opala" que está nas imediações.




Sem nenhuma dúvida o local mais visitado de Cambé é o Parque "Zezão". Trata-se do cartão postal da cidade. Detalhe: não tem lago. Foi construído em um fundo de vale onde tem um pequeno córrego.




O Parque "Zezão", conta com parque infantil, academia para a terceira idade, pista de caminhada e anfiteatro com arquibancada. Possui ainda chafariz e lâmida de água.




Para a instalação do parque, o fundo de vale começou a ser revitalizado em 1991. Mas nem sempre foi como nos dias atuais. O local já ficou vários anos abandonado. As principais melhorias ocorreram nos ultimos 5 anos.




O Parque "Zezão" também é palco de shows e eventos esportivos. Em 2017, por exemplo, abrigou a abertura da Fase Final dos Jogos Escolares. Outro parque em Cambé é o "Danziger Hof". É um parque histórico com detalhes sobre os imigrantes alemães, com duas casas antigas de pioneiros que foram transportadas até o local.




A cidade de Cambé começou a surgir em janeiro de 1932 com a fundação da colônia rural Nova Dantzig. É o mesmo nome de uma cidade alemã de onde chegaram as primeiras famílias. Após a Primeira Guerra Mundial, a antiga cidade passou a integrar a polônia com o nome de Gdanski. Em 1943, por causa da Segunda Guerra Mundial, o nome mudou para Cambé. O governo brasileiro obrigou as cidades e as colônias com nomes relacionados aos países inimigos a trocarem de denominação. Nova Dantzig passou a se chamar Cambé, nome de um Ribeirão que banha o Município.




Cambé passou a condição de município em 1947. Foi desmembrado de Londrina, após muita luta dos moradores. É bom ressaltar que a colonização é da mesma empresa Melhoramentos que fundou cidades como Londrina, Umuarama, Cianorte e Maringá. Na década de 30, o objetivo da empresa era realmente atrair os alemães.




A Paróquia Santo Antônio de Cambé pertence a Arquidiocese de Londrina.




Na Vila Salomé, um dos bairros mais importante de Cambé está localizada a Capela Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos. Alí pertinho, como enfeite, uma daquelas máquinas antigas utilizadas na pavimentação asfáltica.


Itapejara d´Oeste: tem petróleo não explorado e grandes empresas



Itapejara d´Oeste é uma cidade bem arborizada, que integra a microrregião de Pato Branco. Está localizada a 371 quilômetros de Campo Mourão. Pelo censo do IBGE que foi realizado em 2010, o município contava com 10.531 moradores, dos quais 3.544 residindo na área rural. Na estimativa feita em 2020, a população cresceu para 12.094. A cidade é cortada pelas rodovias estaduais 493 que faz ligação com Pato Branco (37 km) e 566 até Francisco Beltrão (36 km).




A principal avenida é a "Manoel Ribas", tem 3 quilômetros de extensão e corta toda a cidade. Parte dela é da PR-566 que serve de ligação entre Francisco Beltrão e Dois Vizinhos. Itapejara d´Oeste tem apenas 20 por cento de rede coletora de esgoto. O índice de escolaridade de crianças de 6 a 14 anos é de 100 por cento.




Itapejara se destaca na agroindústria. Em função disso tem o 32º melhor PIB per capita entre os 399 municípios do Paraná. Uma das grandes empresas é o grupo Vibra que possui o frigorifico de aves "Nat", que em 2020 fez parceria com a norte americana Tyson Foods. A empresa atua na produção e comercialização de proteína de frango com as marcas Nat e Avia. A principal lavoura é a da soja com 15.500 hectares. O milho ocupa 10.130 hectares. O grande destaque é para a produção de frangos e suínos.




Outra grande empresa é a Dona Eulália, produtora de farinha de trigo que utiliza o mesmo nome em seus produtos e cujo slogan é: "farinha dona Eulália, a farinha da vovó". Destaques ainda para o Laticínios Bela Vista, responsável por diversas marcas com o nome Piracanjuba. Outra empresa é a "Anhambi", especializada na fabricação de ração animal.




Em 2012, foi cogitada a possibilidade de petróleo em Itapejara d´Oeste. A existência foi constatada pela Mineropar em um sítio com 10 hectares, mas até hoje (2021), a Agência Nacional do Petróleo não demonstrou mais interesse. A descoberta ocorreu após um agricultor perceber impurezas na água de um poço. Na área urbana, Itapejara d´Oeste tem cerca de 3.500 imóveis residenciais. Outros 1.200 estão na zona rural. A cidade possui quase 350 empresas comerciais e de prestação de serviços e mais 50 consideradas como do setor industrial. Conta com agência do Banco do Brasil, mas não possui unidade da Caixa Econômica Federal. Uma emissora de rádio opera na cidade.




A "Praça Arnaldo Busato", a principal de Itapejara d´Oeste, tem a imagem do padroeiro Bom Jesus da Redenção, mas a praça não é a da Igreja Matriz. É conhecida por "Praça da Prefeitura", já que o prédio do Poder Executivo Municipal praticamente integra o espaço, como pode ser observado na imagem logo abaixo.




Uma passagem estreita para automóveis faz a divisão entre a prefeitura e a praça. Essa via é mais utilizada para estacionamento de veículos oficiais ou para quem vai até o Paço Municipal. A praça de Itapejara d´Oeste possui banheiro público, parque infantil e academia da terceira idade.




O aniversário de Itapejara d´Oeste é comemorado no dia 14 de dezembro. Os festejos são somados aos eventos natalinos e de final de ano. Tem chegada do Papai Noel e show com fogos de artifício. A maior parte dos eventos acontece na Praça "Arnaldo Busato". ARNALDO BUSATO - Arnaldo Busato foi deputado estadual e federal. Ocupou o cargo de secretário de saúde nos governos Paulo Pimentel e Jaime Canet. Era cotado como futuro governador do Paraná, mas após uma luta contra o câncer, faleceu em março de 1980 aos 45 anos.




Uma das opções de lazer e descanso em Itapejara d´Oeste é o Recanto Beira Rio, às margens da PR-566, saída para Francisco Beltrão. O local tem estrutura para camping com quiosques cobertos e churrasqueiras e várias piscinas. Uma das festas na cidade é a do Leitão Maturado. O município também é conhecido pelo Rodeio Crioulo Internacional promovido pelo CTG "Porteira da Amizade". Outra atração é o queijo colonial Martinazzi, eleito como o melhor do Paraná. É produzido pela agricultora Roseli Medeiros Martinazzo e vendido apenas na região.




O principal hotel de Itapejara d´Oeste é o "Mirante". Trata-se de um estabelecimento de 3 estrelas que chama a atenção por estar no meio de quatro lagos e possuir restaurante de frente para um deles. O hotel ainda dispõe de quadras de futebol suiço e volei de areia. Outra atração está na área rural na propriedade do empresário Eloy Biesuz, dono da Helisul Táxi Aéreo. Lá estão dois Boeings 737 da Vasp arrematados em leilão judicial por 175 mil reais, 3 bimotores e um jatinho Learjet 24, além da carcaça de dois Douglas DC-3. Mas não é só. O empresário também possui um tanque de guerra. Por causa da pandemia a fazenda foi fechada para visitação (mas voltaremos lá).




A Casa da Cultura está localizada ao lado da Biblioteca Municipal. Itapejara d´Oeste realiza uma vez por ano a Feicam (festival de música). A cidade conta com o Instituto de Música Mozart com aulas de bateria, teclado, acordeon, canto, violão e iniciação musical para crianças a partir dos 4 anos. O instituto sempre promove audições de seus alunos na Casa da Cultura.




Itapejara d´Oeste começou a surgir em 1937 com o nome de Lajeado dos Guedes. A localidade atraiu famílias de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mais tarde passou a se chamar Chá da Gralha. Em 1950, os moradores descontentes com o nome resolveram mudar para Tapejara. Ocorre que o Paraná já tinha uma cidade com o mesmo nome. Visando a emancipação, acrescentaram a letra "I" e depois o termo "d´Oeste". Em Tupi Guarani, Itapejara significa pedregulho ou caminho das pedras. A emancipação de Francisco Beltrão aconteceu em abril de 1964. A Paróquia "Senhor Bom Jesus da Redenção" pertence a Diocese de Palmas/Francisco Beltrão.


Jandaia do Sul: 3ª parte



Uma curiosidade em Jandaia do Sul é a faixa de pedestre em 3D. A pintura é feita de tal forma que parecem blocos. A novidade fica em frente ao Colégio Estadual, na área central, bem perto da Igreja Matriz. O objetivo é chamar a atenção dos pedestres para a importância de cruzar as ruas e avenidas pela faixa.




Desde 2014, Jandaia do Sul conta com um Campus Avançado da Universidade Federal do Paraná (UFPR). São ofertados 5 cursos de gradução: Engenharia de Alimentos, Engenharia Agrícola, Engenharia de Produção, Licenciatura em Ciências Exatas e Computação. São 500 alunos, 34 professores e 34 servidores. Por enquanto (2021), o Campus encontra-se instalado de forma provisória na FAFIJAN. Já existe um terreno doado pela prefeitura para as obras da UFPR.




O Ginasio "Osmar Panicio", é o principal da cidade. É palco de competições esportivas locais, regionais e estaduais. Também é utilizado para a realização de shows.




Em Jandaia do Sul, existe uma lei municipal permitindo que as servidoras tenham licença-maternidade de seis meses. A prefeitura também desenvolveu um projeto para proteger e cuidar das nascentes e minas no município. O projeto foi denominado de "Água é Vida"

Veja aqui o nosso especial completo sobre Jandaia do Sul.


São João: a maior festa junina com a maior fogueira



São João é uma cidade localizada na região Sudoeste do Paraná, a 345 quilômetros de Campo Mourão. Tem 10 mil 599 habitantes, dos quais 3.864 residem na área rural. Pelos dados do IBGE, a parte urbana tem pouco mais de 6.700 moradores, mas aparenta ter mais. Ao contrário de várias cidades do mesmo tamanho, a área central de São João não é cortada por trecho de rodovia. A PR-281 desvia da área urbana como se fosse um contorno. Talvez por isso a cidade tenha crescido em várias direções com o comércio e órgãos públicos espalhados por diversas ruas e avenidas. Tal formato faz a cidade parecer ter mais habitantes. As cidades "gordinhas" sempre aparentam ter mais moradores do que aquelas "compridas".




Outra visão que faz a gente achar que São João tem mais habitantes é a quantidade de pequenos prédios de 3,4 e 5 andares. A altitude da cidade em relação ao nível do mar é de 668 metros. Na área urbana tem pontos com até 70 metros acima da principal avenida. Essa situação faz com que dirigir por lá seja um verdadeiro sobe e desce em "grandes dimensões", uma situação típica daquela região. Quem nasce em São João é denominado de "são-joanense". O nome da localidade é em homenagem ao Santo São João Batista que ficava no altar da primeira capela construída em 1936. É também o padroeiro do município.




No Centro de Eventos (foto acima), é realizada em junho a tradicional festa do padroeiro São João, considerada a maior do Paraná. O evento chama a atenção pela altura da fogueira, que em 2011, entrou no Livro dos Recordes o "Guiness Book", como a maior do Brasil. A cada ano fica mais alta. Em 2019 tinha 49 metros. Em 2020 a festa foi cancelada por causa da pandemia. O aniversário do município é comemorado no dia 25 de julho. Até 1961, São João era distrito de Chopinzinho.




A principal avenida de São João é a "15 de novembro". É o endereço da prefeitura. A cidade tem cerca de 300 empresas comerciais e de prestação de serviços e 40 firmas consideradas como do setor industrial. A área urbana possui 3.220 imóveis residenciais. Outras 1.200 casas estão espalhadas pela zona rural. São João conta com agências da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Duas emissoras de rádio operam na cidade.




A maior empresa de São João é a Coasul Cooperativa Agroindustrial. A cooperativa com sede em São João, foi fundada em 1968 e tem unidades em várias cidade do Sudoeste, incluindo Francisco Beltrão e Dois Vizinhos. Opera com laticínios e abatedouro de aves. É responsável pela produção dos alimentos com o nome "LeVida". Apenas o abatedouro emprega mais de 1.100 pessoas. A Coasul está entre as 100 maiores do agronegócio brasileiro no ranking da revista Forbes. A cidade ainda conta com o Frigosol Frigorifico.




A riqueza do agronegócio coloca São João numa posição invejável. Em PIB per capita está em décimo primeiro lugar dentre os 399 municípios do Paraná. É o dobro de Pato Branco e Francisco Beltrão. Além de grande produtor de frangos, tem um rebanho bovino de 25 mil cabeças. O municipio produz mais de 45 mil litros de leite por ano. A área com soja é de 21 mil e 500 hectares. O trigo é plantado em 13 mil e 500 ha. O milho está em 5.500 ha e o Feijão 4.500 ha.




Em São João, a prefeitura criou um programa intitulado "Campanha Nota Premiada Sanjoanense". A campanha é para estimular os moradores a comprarem na cidade pedindo a nota fiscal. Os consumidores concorrem em quatro sorteios distribuidos ao longo do ano. Entre os prêmios estão motocicletas, notebooks, televisores, eletrodomésticos e vale compras em dinheiro. Só participam dos sorteios os moradores com notas fiscais de empresas cadastradas na cidade.




A Praça Principal de São João está localizada na mesma quadra da prefeitura. A igreja matriz fica em uma quadra ao lado e também tem uma área ajardinada. Em São João a taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. Quarenta por cento da cidade tem rede de esgoto.




Foi por volta de 1920 que as primeiras famílias começaram a chegar à região. Eram atraídas pela madeira e a fertilidade das terras. A maioria era do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Foram os pioneiros que em 1925 construiram uma estrada até Chopinzinho. Em 1954 a comunidade passou a ser distrito de Mangueirinha. Um ano depois aconteceu a emancipação de Chopinzinho e São João passou a integrar o novo município. A emancipação de São João aconteceu por uma lei de 25 de julho de 1960.




A Paróquia São João Batista pertence a Diocese de Palmas/Francisco Beltrão e integra a Arquidiocese de Cascavel. A primeira capela foi construida em 1936.


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Bela vista da Caroba
Pome
Integrado

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