Falecimentos em Campo Mourão no dia 16 de setembro

Sem registros.




























ALTAMIRA DO PARANÁ /

ALTO PARAÍSO /

ALTO PARANÁ/

AMAPORÃ /

AMPÉRE /

ÂNGULO /

ANTONINA /

APUCARANA /

ARAPONGAS /

ARARUNA /

ASSIS CHATEUBRIAND /

ASTORGA /

ATALAIA /

BOA ESPERANÇA /

BOM SUCESSO /

CAMPINA DA LAGOA /

CIANORTE /

CHOPINZINHO /

CIDADE GAÚCHA /

COLORADO /

CORONEL VIVIDA /

CRUZEIRO DO OESTE /

CRUZEIRO DO SUL /

DIAMANTE DO NORTE /

DOUTOR CAMARGO /

ENGENHEIRO BELTRÃO /

ESTRADA DE TERRA ALTAMIRA DO PARANÁ A LARANJAL

EXPO LONDRINA 2019 /

FAROL /

FÊNIX /

FORMOSA DO OESTE /

FLORAÍ /

FLORESTA /

FLÓRIDA /

FRANCISCO ALVES /

GUAIRAÇÁ /

GUARATUBA /

IBIPORÃ /

ICARAÍMA e Porto Camargo /

IGUARAÇU /

INAJÁ /

INDIANÓPOLIS /

IRACEMA DO OESTE /

IPORÃ /

IRETAMA /

IRATI /

ITAGUAJÉ /

ITAMBÉ /

ITAÚNA DO SUL /

IVATUBA /

JANDAIA DO SUL /

JAPURÁ /

JARDIM OLINDA /

JESUÍTAS /

JURANDA /

JUSSARA /

LARANJAL /

LARANJEIRAS DO SUL /

LINDOESTE /

LOANDA /

LOBATO /

LONDRINA /

LUIZIANA /

MAMBORÊ /

MANDAGUAÇU /

MANDAGUARI /

MARECHAL CÂNDIDO RONDON /

MARMELEIRO /

MARQUINHO /

MARIA HELENA /

MARIALVA /

MARILENA /

MARINGÁ /

MARIPÁ /

MATINHOS /

MERCEDES /

MOREIRA SALLES /

MORRETES /

NOVA AURORA /

NOVA CANTU /

NOVA ESPERANÇA /

NOVA LONDRINA /

NOVA OLÍMPIA /

NOVA SANTA ROSA /

PAIÇANDU /

PALMEIRA /

PALMITAL /

PALOTINA /

PARAÍSO DO NORTE /

PARANACITY /

PARANAGUÁ /

PARANAVAÍ /

PATO BRANCO /

PEABIRU /

PEROBAL /

PITANGA /

PLANALTINA DO PARANÁ /

PONTAL DO PARANÁ /

PORTO RICO /

PRESIDENTE CASTELO BRANCO /

QUARTO CENTENÁRIO /

QUATRO BARRAS /

QUATRO PONTES /

QUERÊNCIA DO NORTE /

QUINTA DO SOL /

RANCHO ALEGRE DO OESTE /

REALEZA /

RENASCENÇA /

RIO BONITO DO IGUAÇU /

RIO IVAÍ PELA BALSA /

ROLÂNDIA /

RONCADOR /

RONDON /

SABÁUDIA /

SANTA CRUZ DO MONTE CASTELO /

SANTA ISABEL DO IVAÍ /

SANTA MÔNICA /

SANTO ANTONIO DO CAIUÁ /

SÃO CARLOS DO IVAÍ /

SÃO JOÃO DO CAIUÁ /

SÃO PEDRO DO IVAÍ /

SÃO PEDRO DO PARANÁ /

SÃO TOMÉ /

SARANDI /

SAUDADE DO IGUAÇÚ /

TAMBOARA /

TERRA RICA /

TOLEDO /

TRÊS MORRINHOS (Terra Rica) /

TUNEIRAS DO OESTE /

UBIRATÃ /

UMUARAMA /

UNIFLOR /

VITORINO /

XAMBRÊ /


   














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Boa Vista da Aparecida: lá é feriado no Dia do Colono



Boa Vista da Aparecida é uma cidade do Oeste do Paraná, que integra a micro região de Cascavel. Está localizada a 246 quilômetros de Campo Mourão. O município tem 7.591 habitantes. A taxa de escolarização das crianças de 6 a 14 anos chega perto dos 100 por cento. Em economia ocupa a posição 360 entre os 399 municípios paranaenses. Apenas 14 por cento da cidade conta com rede de esgoto.




Boa Vista da Aparecida começou a se formar a partir de 1950 com a corrente migratória de gaúchos e catarinenses que procuravam novas terras. Também recebeu muitos produtores que não tiveram sorte com o café na região Norte do Estado. Chamada de Boa Vista por causa da paisagem recheada de morros, em 1970, adotou também a denominação "Aparecida" como devoção à Santa. Em 1981 o município foi emancipado de Capitão Leônidas Marques.




O aniversário é comemorado no dia 22 de dezembro. Na agricultura destaque para soja, trigo, milho e feijão. Também é grande a produção de frangos e possui rebanho bovino estimado em 28 mil cabeças. O setor industrial emprega pouco mais de 100 pessoas. No comércio estão empregadas cerca de 200 pessoas. Outras 600 exercem atividades na prestação de serviços.




Estão cadastradas na prefeitura 2.739 residências (2018). O mesmo cadastrao informa que são 264 empresas comerciais e 56 consideradas como indústrias.

Morte do prefeito - Um fato muito lembrando pela população, foi a morte do primeiro prefeito eleito do município. Cícero Barbosa Sobrinho, morreu em acidente antes da posse e o cargo foi ocupado pelo vice Álvaro Calef. Em homenagem uma das principais ruas da cidade tem o nome dele.




A paróquia Nossa Senhora Aparecida pertence a diocese de Cascavel.

Em Boa Vista da Aparecida, as escolas municipais e estaduais promovem em agosto o evento "Meu Paizão de Carrão". Trata-se de uma rifa de carro popular usado. A renda é distribuida entre as escolas participantes.

Outro evento famoso é o "Festival Canto das Águas", realizado em maio. É um festival de música gospel e sertaneja para moradores do município.

A abertura do Natal no município acontece com festa no centro da cidade. Lá tem um "trenó" com dez metros de comprimento, onde o Papai Noel desfila.

No Dia do Colono, 25 de julho, é feriado municipal.









INFORMATIVO DO COLÉGIO VICENTINO SANTA CRUZ: Histórico do desfile - Neste ano, o Colégio levou para o desfile de 7 de setembro, a temática “Jeito Vicentino de Educar. Há 70 anos fazendo educação em Campo Mourão e região” com quatro expressões orientadoras na construção de um Projeto de vida: Educar para a vida. Educar para ser. Porque viver é dom. Porque viver é ação.

Com a participação de educadores, estudantes, ex-estudantes e famílias, destacou-se a comemoração dos 70 anos de missão educativa. Para o passado, o sentimento de GRATIDÃO. Para o presente, o COMPROMISSO. Para o futuro, a CONFIANÇA!

A direção agradece a colaboração de todos aqueles que organizaram o desfile e a participação daqueles que marcaram este momento com sua presença.



Califórnia: vários famosos nasceram lá



A cidade de Califórnia pertence a região de Apucarana e está localizada a 164 quilômetros de Campo Mourão via Floresta/Itambé e 171 km passando por Maringá. Tem 8.570 moradores. No setor econômico está na posição 371 entre os 399 municípios paranaenses. É cortada pela famosa "Rodovia do Café". A cidade tem agências da Caixa, Banco do Brasil e Banco Itaú.




Califórnia começou a surgir em 1942 com a chegada dos primeiros moradores oriundos de Minas Gerais. Foram atraídos pelo café e o preço barato dos terrenos. Foi distrito de Apucarana e Marilândia do Sul. A emancipação ocorreu em 1954. O nome foi ideia do fundador Alberto Duplessés, por considerar a localidade parecida com a região da Califórnia nos Estados Unidos.




Em Califórnia nasceram o Fabiano da dupla César Menotti e Fabiano, Dailza Damas, nadadora, que foi a primeira brasileira a atravessar a nado o Canal da Mancha, João Lopes, cantor e autor da canção "Bicho do Paraná" e o ex-governador Orlando Pessuti.

Desde 1988 o município conta com a indústria de baterias para automóveis, caminhões e máquinas agrícolas "Bats". A fábrica foi uma das pioneiras no Brasil a utilizar um inovador projeto americano na produção de baterias em linha contínua. Outras atividades industriais são a produção de móveis, produtos e couro e metalúrgicas.






A Igreja Matriz São Francisco de Assis, é conhecida por ter uma das maiores torres do Paraná. A arquitetura é no estilo gótico.

Entre as atrações do município está o Sítio Fonte Água Viva. O local conta com academia de ginástica, campo de futebol, piscina, pousada, playground, quadra de bocha, represa para pesca, salão de festas, salão de jogos e pista de caminhada. E ainda traz atividades como acampamento, caminhada, pesca e passeio hípico.




Califórnia sedia etapa da Copa Paraná de MotoCross. O município não tem prato típico. Mas pelo comércio e ruas da cidade você encontra produtos locais de excelente qualidade como queijo, feijão tropeiro, torresmo, leitão a pururuca, bolo de milho e doces caseiros. Lá mora a Tia Lu, famosa por fazer paçoca. A cidade tem cerca de 300 empresas comerciais







Maringá - Mercadão Municipal



O Mercadão de Maringá está localizado na Avenida Prudente de Morais, perto do Estádio Willie Davids. O Mercadão foi inaugurado em 2009, e ocupa o primeiro armazém da cidade, construido em 1958 e que tinha o nome de Armazém Tamandaré.




O Mercadão de Maringá é uma mistura de produtos populares e caros, e por isso atrai consumidores dos mais diferentes segmentos.




O que mais chama a atenção é a quantidade de opções para alimentação. Os restaurantes são os mais variados. Em um deles você escolhe a carne em exposição em um grande freezer vertical para ser assada na hora.




São dois horários de funcionamento. Os bares e restaurantes atendem de terça à sábado das 11 da manhã à meia noite. Aos domingos funcionam das 11h às 23. As lojas abrem de terça à sexta das 8h às 20h. Aos sábados o atendimento é das 8h às 18h e aos domingos das 8h às 13h.




Outro espaço que disputa a atenção no Mercadão Municipal de Maringá é o de bebidas com uma grande variedade de vinhos nacionais e importados. Algumas garrafas chegam a custar mais de 1.000 reais.




O almoço e jantar também são servidos do lado de fora. O Mercadão conta com 30 lojas, que oferecem chás, cervejas importadas, queijos, temperos, doces, peixes, carne de cordeiro e muito mais. Inclui ainda um açougue.

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Capitão Leônidas Marques: história, curiosidades e eventos



Capitão Leônidas Marques é um município de 15.780 habitantes, localizado a 248 quilômetros de Campo Mourão. Integra a micro região de Cascavel. Está entre os 40 municípios (37º) com a melhor renda per capita do Paraná. O que mais se planta por lá é soja, milho, trigo e feijão. Destaque também para o rebanho bovino, criação de frangos e produção de leite. Das 4.600 famílias, 1.200 ainda moram na área rural.




Capitão Leônidas Marques teve inicio na década de 50 com o estabelecimento dos primeiros moradores oriundos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O primeiro nome foi "Aparecida do Oeste". Em 1964 foi elevado à município. O nome é uma homenagem ao capitão do exército, que representou o Governo do Paraná, na solução de problemas fundiários no sudoeste paranaense.




Paróquia Nossa Senhora da Salette (Freis Capuchinhos), que também homenageia São Francisco de Assis.

Um dos destaques da economia em Capitão Leônidas Marques é a produção de madeira e móveis. São 30 indústrias que empregam entre 700 a 800 pessoas dependendo da época do ano. A prestação de serviços gera cerca de 1.100 empregos e o comércio mais 800. Conta com agências da Caixa e Banco do Brasil. A média é de 2 veículos automotores por família.




Em Capitão Leônidas Marques acontecem festas gaúchas, rodeios, e, em abril os festejos do aniversário. Outro evento tradicional é o encontro de carros antigos que é realizado uma vez por ano, em setembro.




O encontro de carros antigos tem shows ao vivo, com músicas que foram sucesso nos anos 60 e 70. Começa pela manhã e só termina a noite. Ao redor barracas de lanches, porções, cerveja e chopp.




Além de automóveis antigos, alguns são de "fabricação própria". A cada ano cresce a quantidade de participantes, reunindo expositores e visitantes de várias cidades do Paraná, principalmente do oeste e sudoeste do Estado.




Alguns veículos se destacam pelo sucesso. O modelo da foto acima é um Mitsubishi que muitos consideram como sendo o "Relâmpago McQueen", da série de filmes "Carros". Mas existem controvérsias. Lá mesmo no evento, algums diziam que o "Maqueen" foi baseado em um Mazda RX8 da linha 2011 ou Corvette C7 ZR1. Esses debates por lá são bem legais e envolvem vários automóveis em exposição.





As picapes antigas ou restauradas são atrações à parte, principalmente as dos anos 50 e 60, quando ainda eram arrendondadas. Nos anos 70 a indústria passou ao formato mais quadrado.




O evento de Capitão Leônidas Marques atraem empresas de acessórios automotivos e lembranças, como a da foto acima que é da cidade de Francisco Beltrão.










ISSO É POSSÍVEL - Em Faxinal, região de Apucarana, encontramos a Lotéria "Gato que ri". No livro Alice no País das Maravilhas, o gato Cheshire sorriu quando viu Alice. CLIQUE AQUI E VEJA MAIS SITUAÇÕES CURIOSAS, ENGRAÇADAS E INOVADORAS QUE ENCONTRAMOS PELO PARANÁ



Nova Prata do Iguaçu: papagaios, festival de calouros em bar....



Nova Prata do Iguaçu é um municipio do Sudoeste do Paraná. Está localizado a 284 quilômetros de Campo Mourão e a 73 km de Francisco Beltrão.




Os primeiros moradores, a maioria do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, começaram a chegar no final dos anos 40. Foi distrito de Francisco Beltrão, Clevelândia e Salto do Lontra. A origem do nome é por causa da grande quantidade de colonizadores oriundos de Nova Prata (RS). Com a criação do município, foi acrescentado o "Iguaçu", por estar perto do rio com esse nome e diferenciar do município gaúcho.




A paróquia Nossa Senhora do Bom Parto pertence a diocese de Francisco Beltrão. Uma grande festa é realizada em janeiro para comemorar a padroeira.

Em Nova Prata do Iguaçu o município organiza o Festibar - Festival de Calouros em Bares. O festival acontece em 10 etapas.




A prefeitura está localizada em um dos pontos mais altos e de frente para toda a cidade. Nova Prata do Iguaçu tem 10.548 habitantes. Em economia está na posição 158 entre os 399 do Paraná. Trinta por cento da cidade tem rede de esgoto. Na agricultura destaque para soja, trigo, milho e feijão e produção de frangos além da criação de bovinos, ovos e leite




A foto acima é do lago municipal, e foi tirada do mirante em ferro construído no local. Nova Prata do Iguaçu tem 2.800 residências, 300 empresas comerciais e 23 indústrias. A média é superior a um automóvel por residência.

ATRAÇÕES - Praia Municipal às margens do Rio Iguaçu. Nessa prainha tem uma pista para "cavalos de pau". Entre os eventos destaques para o campeonato de pesca de tilápia. Tem aínda o Sítio Oliboni com pesque pague, parque infantil e quadras esportivas.

Em Nova Prata do Iguaçu mora o biólogo "Seu Deni", considerado o maior criador de papagaios em cativeiro do Brasil. As aves são reintroduzidas na natureza.

Se for visitar o município e tiver interesse em cachaça artesanal basta visitar o Sítio Pelizari.




Em Nova Prata do Iguaçu está a Usina Hidrelétrica de Salto Caxias (também denominada Governador José Richa). A barragem também serviu de ponte para os veículos. Construída no trecho final do Rio Iguaçu, foi inaugurada no dia 26 de março de 1999. Custou 1 bilhão de reais.







Tamarana: município novo, mas começou antes de Londrina



Tamarama é uma cidade da região de Londrina, localizada a 211 quilômetros de Campo Mourão. Tem 14 mil 797 habitantes. Em economia figura na posição 329 entre os 399 municípios paranaenses. Conta com rede de esgoto em 40 por cento do perimetro urbano. Tamarana é um dos municípios mais novos do Paraná. Foi instalado no dia 1 de janeiro de 1997. Até então era distrito de Londrina.




Embora o município tenha sido criado a pouco tempo, a gente percebe pelas construções que a localidade é antiga. Fizemos uma pesquisa, e de fato a comunidade começou a ser formada em em 1915, e em 1919 foi denominada de São Roque. Em 1930 tornou-se distrito de Tibagi e nove anos depois passou a pertencer ao recém criado município de Londrina. Em outras palavras surgiu antes de Londrina.




O que mais se planta em Tamarana é soja com 16 mil e 900 alqueires. Cerca de 30 por cento da população mora na área rural. A área urbana conta com 2.800 residências e na Copel estão cadastradas cerca de 300 empresas comerciais e 47 como indústrias.




A Paróquia São Roque pertence a Arquidiocese de Londrina. Tamarana é região dos índios Kaigangues que até hoje habitam suas terras na Reserva de Apucaraninha. A palavra "tamarana" em tupi guarani significa uma arma em forma de clava, com cerca de um metro.






Corumbataí do Sul: município da diversificação agrícola



Cercada de morros por todos os lados a cidade de Corumbataí do Sul, está localizada a 52 quilômetros de Campo Mourão (via Luiziana), mas em linha reta a distância é de apenas 28 km. É um município praticamente sem atividade industrial. Tem cerca de 50 empresas comerciais.




Corumbataí do Sul tem 4.002 habitantes. Destes, 1.998 moram na área urbana. Em população figura na posição 332 dos 399 municípios paranaenses. Em economia está na 361ª colocação. Quase 40 por cento da cidade tem rede de esgoto. A área urbana tem cerca de 1.000 residências.




A história relata que o local foi habitado pelos índios "Botocudos" e aldeias instaladas por jesuítas. Até 1989 foi distrito de Barbosa Ferraz. Uma curiosidade é que os nomes das ruas e avenidas homenageiam tribos indígenas. As duas principais avenidas são a Caramuru e Guarani.




"Corumbataí" é uma referência ao Rio Corumbataí. O "do Sul" é para diferenciar de Corumbataí, no estado de São Paulo. A agricultura se destaca pelo plantio de soja com 4.100 hectares. A área com café está em 210 hectares. O rebanho bovino é estimado em 18 mil cabeças.




Corumbataí do Sul conta com uma réplica do Cristo Rendentor do Rio de Janeiro. Tem 16 metros de altura e começou a ser construído em 2008 no ponto mais alto da cidade. A obra gerou polêmica pelo valor (estimado na época em 50 mil reais). Estima-se que tenha custado próximo de 50 mil reais aos cofres públicos, e por isso causou discórdia entre a população e poder público. O fato mais pitoresco da estátua é de um pedreiro que subiu até a "cabeça do Cristo" e ameaçou se jogar. Ele havia ajudado a construir o monumento




A Paróquia São Pedro pertence a Diocese de Campo Mourão. O principal diferencial de Corumbataí do Sul com outros municípios da região, é que devido ao terreno "acidentado", a agricultura é bem variada. O município produz caqui, laranja, goiaba, maracujá entre outras. As frutas são comercializadas para indústrias de polpas. Existe a Coopracor, cooperativa que reune centenas de pequenos agricultores.

O prato típico é o cabrito apressado. O evento acontece em maio durante os festejos do aniversário do município. Outra atração é a Cavalgada de São Pedro.



Santa Fé: capital brasileira da fotografia



A cidade de Santa Fé está localizada a 140 quilômetros de Campo Mourão e integra a região de Maringá. Santa Fé é considerada a Capital da Fotografia por abrigar cerca de 60 empresas especializadas em formaturas e casamentos. Calcula-se que essas empresas produzam 50 mil fotografias por dia para todo o Brasil. Várias delas têm filiais em outros estados. Cerca de 15 por cento da população tem sua renda baseada nessa atividade. Em 2011, a cidade ganhou um portal com o tema elaborado pelo artista plástico e escultor Luiz Antonio Gagliastri.




O nome Santa Fé, é oriundo de Gleba Núcleo Santa Fé. Esse núcleo foi criado devido a construção da Estrada com o mesmo nome nos anos 1920. Alguns pioneiros dizem que a ideia apareceu de um filme mexicano chamado "Estrada Santa Fé", grande sucesso no período de colonização. Até 1955, o município foi distrito de Astorga.




Um fato que despertou o interesse de pessoas por Santa Fé, principalmente nos anos 40 e 50, foi um pequeno filme que era apresentado nos cinemas de várias cidades brasileiras, destacando a pujança e as terras férteis do local. O filme foi produzido e elaborado pela empresa Rossi Filmes, que tinha sede em Londrina. Várias cidades paranaenses se utilizaram desse expediente. Na época o cinema e o rádio eram os principais meios de comunicação.




A Paróquia Nossa Senhora Graças de Santa Fé, tem um fato curioso. Pertenceu a 3 dioceses. Londrina, Jacarezinho e agora Apucarana. A história registra que na madrugada do dia 10 de outubro de 1972, um ciclone destruiu centenas de casas e a igreja.

Santa Fé tem 11 mil 885 habitantes. Em população ocupa a posição 186 entre os 399 municípios do Paraná. Em economia esta na 307ª colocação.




Esporte e Cultura: a biblioteca municipal de Santa Fé, está localizada ao lado do Ginásio de Esportes.

O município conta com indústrias de confecções, alimentícias, móveis, abatedouro de aves e fábrica de macarrão.

As áreas de soja e milho ocupam 14 mil hectares. A cana é cultivada em 3 mil hectares.

A indústria gera mais empregos que o comércio: 900 contra 600. A prestação de serviços emprega em torno de 1.000 pessoas. Na área urbana são cerca de 4 mil residências e mais da metade está ligada à rede de esgoto. Para descanso e lazer o município abriga Hotel Fazenda.





FRIO NA BARRIGA - É permitido utilizar automóvel para chegar ao topo do famoso "Três Morrinhos" em Terra Rica. Se o carro tiver bom "torque", vai de boa. O mais complicado é descer os 300 metros, cujo trajeto tem mais de 1 quilômetro e é todo inclinado com curvas que vão circundando a montanha. Em vários trechos você fica a meio metro para cair CLIQUE AQUI E VEJA MAIS SITUAÇÕES CURIOSAS, ENGRAÇADAS E INOVADORAS QUE ENCONTRAMOS PELO PARANÁ

VEJA AQUI O NOSSO ESPECIAL SOBRE OS TRÊS MORRINHOS

VEJA AQUI O NOSSO ESPECIAL SOBRE TERRA RICA



Faxinal: município turístico de montanhas e cachoeiras



Faxinal é um município com 17 mil 185 habitantes localizado a 165 quilômetros de Campo Mourão. Em população está na posição 109 entre os 399 do Paraná. Em economia está em 228º. A mortalidade infantil é de 9 para 1.000 nascidos vivos. Trinta por cento da cidade tem rede de esgoto. Faxinal é considerado município turístico do Paraná.




Faxinal começou a surgir nos anos 30, quando uma colonizadora inglesa comprou a área de terras que pertencia ao Estado. O nome faxinal vem do italiano "fascina" e significa “campos abertos de matos curtos”. O sufixo “al” origina-se do latim “ale”, significando coleção ou quantidade. Por estar entre a estrada que ligava Apucarana a Ivaiporã a localidade cresceu rápido.

De acordo com a prefeitura o Termo "FAXINAL" será tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná, tendo um sentido mais amplo que o encontrado no dicionário: Uma quantidade de terra que não era habitada e ainda sem proprietário, que foi conquistada por desbravadores. Cada um desses desbravadores fica com um pedaço dessa terra, mas não dividem as propriedades com cercas e todos criam seus animais soltos nas terras um dos outros, identificados pelas marcas de cada um.




Faxinal também é conhecida como a Capital do Tomate. Até 1951 foi distrito de Apucarana. Lá está a serra do Marumbi com 820 metros de altura. O município integra o sistema "Serra do Cadeado". A geografia de altos e baixos faz com Faxinal tenha mais de 70 cachoeiras, atraindo turistas e aventureiros de escaladas em rapel.

Uma das opções para visitação e descanso é o Hotel Fazenda Luar de Agosto. Ali tem uma cachoeira com mais de 100 metros de altura, toboágua, restaurante, lanchonete e piscina de água oriunda de minas.




Uma das atrações de Faxinal é a Caminhada do Monge. É um passeio que começa com café e passa por belezas naturais, orações e pedidos. Tem ainda o "Pedal do Milho", passeio de bicicleta por pontos turísticos. O município também realiza etapa brasileira de Motocross. Para mais informações sobre o turismo em Faxinal basta entrar em contato com telefone da prefeitura: 43-3461-4290.




O comércio de Faxinal gera em torno de 700 empregos. A prestação de serviços mais 1.000 e o setor industrial emprega cerca de 600 pessoas. Conta com agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. A área urbana possui mais de 5.600 residências.




Faxinal tem duas paróquias. A principal (foto) São Sebastião e Maria Mãe da Unidade, localizada no Jardim São Pedro. Pertencem a Diocese de Apucarana.




De uma ponta a outra, a cidade de Faxinal tem 5 quilômetros de "comprimento" por 1 quilômetro e meio de "largura".





Uma curiosidade no comércio de Faxinal é que na campanha de Natal, a Associação Comercial e Industrial faz o sorteio de vale compras. O detalhe é que cada loja participante terá um cliente premiado. Já o maior prêmio vale para todas.





QUE DISPOSIÇÃO - No posto da polícia rodoviária estadual de São João do Ivaí, encontramos o Emílio. Ele parou para tomar água e fazer um descanso. Emílio saiu de Campo Mourão com destino a Ivaiporã para almoçar na casa dos pais. São 121 quilômetros de pedaladas para ir (cerca de 6 horas) e mais 121 para voltar. CLIQUE AQUI E VEJA MAIS SITUAÇÕES CURIOSAS, ENGRAÇADAS E INOVADORAS QUE ENCONTRAMOS PELO PARANÁ



Paranapoema: município das olarias e seringais



A cidade de Paranapoema está localizada a 190 quilômetros de Campo Mourão. O município tem apenas 3.164 habitantes. Em população ocupa a posição 378 entre os 399 do Paraná. Em riqueza figura na colocação 326. A cidade tem 5 por cento das suas residências com rede de esgoto.




O nome do município é o mesmo da imobiliária, que em 1952 começou a demarcar os lotes para comercialização. A Imobiliária Paranapoema foi criada pelos Irmãos Vitorelli, que já eram donos da área de terras. O nome é a união dos rios Paraná, Pirapó e Paranapanema. Na foto acima a imagem da praça principal.




A comunidade foi elevada a distrito de Paranacity em 1953, e virou município em 1964. O Padroeiro do município é Santo Antonio de Pádua, comemorado no dia 13 de junho. Quem nasce lá é "paranapoemense". Da área urbana até o Rio Paranapanema na divisa com São Paulo, são apenas 12 quilômetros.




Uma obra que achei curiosa foi a do sistema para escoar a água das chuvas. Sem galerias pluviais a solução em alguns pontos da cidade foi criar canaleta com uma espécie de ponte para veículos e moradores chegarem em casa.

O município se destaca pelo rebanho bovino. O plantio de cana ocupa 6 mil hectares. Soja e milho não passam dos 3 mil hectares. O município tem cerca de 900 residências e 60 empresas comerciais. Em Paranapoema o tratamento e abastecimento de água é municipal.




O município tem 12 olárias fabricando tijolos e telhas e conta ainda com maior seringal do Paraná. Por isso a cidade é conhecida pela produção de latex, o líquido extraído desse tipo de árvore é utilizado na produção de pneus e até balões de festas (bexigas). Vá preparado, pois a cidade não tem agência bancária.




A capela Santo Antônio pertence a Diocese de Maringá e é administrada pela Paróquia São Pedro de Paranacity. A principal avenida leva o nome de "Paranapanema". A segunda avenida mais importante é Vitorelli, sobrenome dos irmãos que fundaram a imobiliária responsável pelo surgimento da cidade.



Munhoz de Mello: perdeu 10 mil moradores após geada



A principal avenida de Munhoz de Mello (foto) é o prolongamento da PR-550, que serve de ligação com Astorga e Santa Fé. Nessa via denominada de "Getúlio Vargas", tem lotérica, agência do Bradesco, e um bom local para tomar chopp. A cidade está localizada a 135 quilômetros de Campo Mourão e pertence a região de Maringá.




Até 1956 foi distrito de Astorga. O aniversário é comemorado em 3 de novembro. Tem 3.958 habitantes. Em população é a 350ª entre os 399 municípios do Paraná. Em PIB per capita é a 274º. Apresenta 8% de domicílios com esgotamento sanitário adequado. Na imagem acima a "Academia Municipal de Saúde".




Pela ordem, as maiores áreas de agricultura são de soja (5.000 hectares); milho (4.200) e cana (2.250). O café que provocou o surgimento da cidade ocupa hoje apenas 20 hectares. No município também existe uma grande produção de frangos e um ótimo plantel bovino.




Davi Oliveira, mais conhecido por "Mexicano", disse que o setor industrial que mais emprega em Munhoz de Mello é de confecções e o Frigorífico Frimais, que produz linguinças, salames e salsichas. O primeiro nome da localidade foi Interventor Manoel Ribas, mas com a emancipação passou para Munhoz de Mello, em homenagem ao então presidente do Tribunal de Justiça do Paraná. Com a geada de 1975, que dizimou os cafezais o município perdeu cerca de 10 mil habitantes.




São Sebastião é o nome da Paróquia, que pertence a Diocese de Apucarana.

Munhoz de Mello tem como prato típico, o “Porco Sertanejo", com palmito assado, que é servido em ocasiões especiais. Tem ainda a festa da “Leitoa Vileira" no forno de lenha. Em janeiro, acontece a festa do padroeiro, quando é servida costela assada em fogo de chão.

Em novembro, durante o aniversário, acontece a Exposição com shows, rodeios e praça de alimentação.



Barbosa Ferraz: capital paranaense do crochê



A cidade de Barbosa Ferraz está localizada a 69 quilômetros de Campo Mourão, via Luiziana e 78 km, passando por Engenheiro Beltrão. O município tem 12 mil 656 moradores. Está na posição 153 entre os 399 municípios paranaenses. Em riqueza econômica, incluindo o PIB per capita, está em 373º. Cerca de 40 por cento da cidade tem rede de esgoto.




A movimentação de pessoas e veículos na cidade é maior que em muitas cidades do mesmo porte. Alguns comerciantes explicam que isso se deve a existência de pequenas propriedades no município e ao redor. Só em Barbosa Ferraz, são 909 propriedades rurais. Também é uma das poucas abaixo de 13 mil habitantes que ainda tem rodoviária.




A área onde hoje se localiza Barbosa Ferraz, foi comprada do Governo do Estado, em 1939, pelo engenheiro civil Joaquim Vicente de Castro (primeiro prefeito de Londrina). A venda dos lotes sob responsabilidade da Imobiliária Paraná, sediada em Londrina, começou em 1948. O nome do município é uma homenagem ao major Antônio Barbosa Ferraz Júnior, um dos colonizadores do norte do Paraná.




Dos 12 mil 653 habitantes de Barbosa Ferraz, 3.069 moram na área rural. Nos anos 60 ganhou fama nacional pela produção de menta. Em 25 de julho de 1960, através da Lei Estadual, o distrito que pertencia a Campo Mourão foi elevado à categoria de município. A instalação oficial ocorreu no dia 15 de novembro de 1961. Na área rural existem cachoeiras como São Joaquim, Saltinho e Salto, além da bela capela do Bairro São Joaquim, a 3 quilômetros do centro.




Barbosa Ferraz é conhecida como capital paranaense do crochê e pela festa country que acontece no santuário Santa Rita de Cássia (veja especial sobre o Santuário logo abaixo). Um ramo de atividade bastante desenvolvido é o de confecções, inclusive com filiais de empresas de Cianorte. O município realiza a Expocrochê. A cidade tem fabricas de barbante, fiação e tecelagens.




Além do Santuário de Santa Rita, a cidade tem a igreja matriz Nossa Senhora das Graças (padroeira) que pertence a Diocese de Campo Mourão.

O prato típico de Barbosa Feraz é o "Porco Garantido", servido tradicionalmente em setembro. É bom lembrar que o aniversário do município é 25 de julho.




Para fazer caminhadas pela área central de Barbosa Ferraz é preciso estar na mais perfeita forma física.

As maiores áreas de agricultura são destinadas ao cultivo da soja e milho, porém tem uma produção diversificada com feijão, café, cana, bovinos, frango, maracujá, mel, leite e até melancia.

Embora tenha incentivado a indústria de confecções, o comércio e prestação de serviços ainda são os grandes geradores de empregos.

Barbosa Ferraz tem cerca de 4 mil residências na área urbana outras 700 na zona rural.



Barbosa Ferraz - Santuário de Santa Rita de Cássia



O Santuário Santa Rita de Cássia, está localizado em um dos pontos mais altos da cidade de Barbosa Ferraz. Pertence a Diocese de Campo Mourão. Foi elevado à paróquia em março de 1987, por decisão do falecido Bispo Dom Virgilio de Pauli. O primeiro padre foi o José Kalfhues. Administrou até janeiro de 1993.




A construção do templo atual começou em janeiro de 1993 sob o comando do padre José Donisetti Pitondo. No dia 22 de novembro de 1998, a paróquia era elevada a condição de Santuário Diocesano de Santa Rita de Cássia. A cerimônia foi presidida pelo Bispo Dom Mauro Aparecido dos Santos, recém chegado para comandar a Diocese de Campo Mourão.




O templo é visitado diariamente e faz parte de roteiros religiosos como a Rota da Fé, Romaria da Terra. O Santuário também promove a grande Festa Country do município. No evento realizado anualmente, acontece um show de prêmios. A parte da frente (foto) foi construída vários anos após a edificação da primeira. Ou seja, teve a frente modificada após virar Santuário.




A igreja é dividida em duas grandes áreas. A mais moderna (foto), conta com espaço de celebração com cadeiras em forma de teatro. No mesmo espaço existe a gruta, um lago com peixes. Na época do Natal esse local recebe o presépio.




Na parte mais antiga do Santuário são celebradas as missas tradicionais. É bom salientar que o primeiro mosteiro da diocese de Campo Mourão está localizado no município de Barbosa Ferraz e foi fundado pelos padres Alfredo Rafael Belinato Barreto e Claudemir Afonso Caprioli. A Ordem Monástica chamada Oikokalos significa morada da beleza (do grego oikos, quer dizer casa, morada e kalos que significa belo, beleza).















O Santuário é administrado pelo padre Carlos César Candido que atuou no Santuário de Aparecida em Campo Mourão e na capela do Jardim Copacabana, hoje Paróquia do Perpétuo Socorro. Ele nasceu em Peabiru, em 1970, onde ainda residem seus pais. Foi ordenado em 2004.

"Nossa proposta é sempre ampliar o Santuário para acomodar os fiéis", disse o padre. Lembrou que Barbosa Ferraz é um município pequeno com poucos recursos, mas se destaca no cenário religioso do Paraná.



Mariluz: homenagem à Marília no Estado de São Paulo



A principal avenida de Mariluz leva o nome de Marília. Tem três quilômetros e duas grandes rotatórias, separadas por 1 quilômetro. Ao contrário da maioria das pequenas cidades do Paraná, a avenida principal não é continuação de rodovia. Se alguém com mais de 60 anos passar pela área central de Mariluz, vai lembrar um pouco o início da cidade de Maringá, embora os fundadores não sejam os mesmos.




Em uma das rotatórias está a igreja Matriz Santo Antonio. A paróquia pertence a Diocese de Campo Mourão. Mariluz tem 10 mil 354 habitantes e está localizada a 98 quilômetros de Campo Mourão (via Moreira Sales). Em população está na posição 192 entre os 399 municípios do Paraná. Em economia está em 308º lugar. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento.




Mais da metade da cidade de Mariluz tem rede de esgoto. Começou a ser formada no começo dos anos 50 através de iniciativa da Colonizadora Mariluz. O nome foi dado pela Colonizadora para homenagear os pioneiros oriundos da cidade de Marília (São Paulo). Até 1963 foi distrito de Goioerê.




As principais culturas agrícolas são soja e milho que ocupam cerca de 30 mil hectares. Destaque também para a cana com quase 7 mil hectares. Tem cerca de 20 mil cabeças de gado

Na cidade existem cerca de 3 mil e 300 residências; 256 empresas comerciais e prestadoras de serviços e 24 pequenas indústrias. Conta com agência do Banco do Brasil.

Mariluz tem um grande assentamento (MST) denominado Nossa Senhora Aparecida. Está localizado a 25 quilômetros do centro da cidade. Ali são são produzidos mandioca, palmito, leite e gado. Hoje os moradores da cidade não enxergam a comunidade como assentamento, mas sim um bairro do município.




Nos anos dourados do café, Mariluz também era conhecida como "Princesinha do Oeste". O rápido desenvolvimento foi interrompido na madrugada de 18 de julho de 1975 com a geada negra que dizimou os cafezais em todo o Paraná. Muitos produtores de café faliram. As propriedades foram compradas por grandes fazendeiros.

FOTO - Estação rodoviária de Mariluz.



 
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