ALTAMIRA DO PARANÁ /

ALTÔNIA /

ALTO PARAÍSO /

ALTO PIQUIRÍ /

ALTO PARANÁ/

AMAPORÃ /

AMPÉRE /

ÂNGULO /

ANTONINA /

APUCARANA /

ARAPONGAS /

ARARUNA /

ASSIS CHATEUBRIAND /

ASTORGA /

ATALAIA /

BOA VENTURA DE SÃO ROQUE /

BOA VISTA DA APARECIDA /

BARBOSA FERRAZ - CIDADE E SANTUÁRIO /

BOA ESPERANÇA /

BOM SUCESSO /

CAFEZAL DO SUL /

CALIFÓRNIA /

CAMPINA DA LAGOA /

CÂNDIDO DE ABREU /

CANDÓI /

CAPITÃO LEÔNIDAS MARQUES /

CARAMBEÍ /

CASCAVEL /

CASTRO / CASTROLANDA /

CIANORTE /

CORUMBATAÍ DO SUL /

CHOPINZINHO /

CIDADE GAÚCHA /

COLORADO /

CORBÉLIA /

CORONEL VIVIDA /

CRUZMALTINA /

CRUZEIRO DO OESTE /

CRUZEIRO DO SUL /

DOIS VIZINHOS /

DIAMANTE DO NORTE /

DOURADINA /

DOUTOR CAMARGO /

ENGENHEIRO BELTRÃO /

ESPERANÇA NOVA /

ESTRADA DE TERRA ALTAMIRA DO PARANÁ A LARANJAL

FAROL /

FAXINAL /

FÊNIX /

FORMOSA DO OESTE /

FLORAÍ /

FLORESTA /

FLÓRIDA /

FRANCISCO ALVES /

GOIOERÊ /

GUAMIRANGA /

GUAIRAÇÁ /

GUAPOREMA /

GUARANIAÇU /

GUARATUBA /

IBEMA /

IBIPORÃ /

ICARAÍMA e Porto Camargo /

IGUARAÇU /

IMBITUVA /

INAJÁ /

INDIANÓPOLIS /

IRACEMA DO OESTE /

IPORÃ /

IRETAMA /

IRATI /

ITAGUAJÉ /

ITAMBÉ /

ITAÚNA DO SUL /

IVATÉ /

IVATUBA /

JANDAIA DO SUL /

JANIÓPOLIS /

JAPURÁ /

JARDIM OLINDA /

JESUÍTAS /

JURANDA /

JUSSARA /

LARANJAL /

LARANJEIRAS DO SUL /

LIDIANÓPOLIS /

LINDOESTE /

LOANDA /

LOBATO /

LONDRINA /

LUIZIANA /

LUNARDELLI /

MAMBORÊ /

MANFRINÓPOLIS /

MANDAGUAÇU /

MANDAGUARI /

MANOEL RIBAS /

MARECHAL CÂNDIDO RONDON /

MARILUZ /

MARILÂNDIA DO SUL /

MARMELEIRO /

MARQUINHO /

MARIA HELENA /

MARIALVA /

MARILENA /

MARINGÁ /

MARIPÁ /

MATINHOS /

MAUÁ DA SERRA /

MERCEDES /

MIRADOR /

MOREIRA SALLES /

MORRETES /

MUNHOZ DE MELLO /

NOVA ALIANÇA DO IVAÍ /

NOVA AURORA /

NOVA CANTU /

NOVA ESPERANÇA /

NOVA LONDRINA /

NOVA OLÍMPIA /

NOVA SANTA ROSA /

NOVA PRATA DO IGUAÇU /

OURIZONA /

PAIÇANDU /

PALMEIRA /

PALMITAL /

PALOTINA /

PARAÍSO DO NORTE /

PARANACITY /

PARANAGUÁ /

PARANAPOEMA /

PARANAVAÍ /

PATO BRANCO /

PEABIRU /

PEROBAL /

PÉROLA /

PITANGA /

PLANALTINA DO PARANÁ /

PLANALTO /

PONTA GROSSA /

PONTAL DO PARANÁ /

PORTO RICO /

PRESIDENTE CASTELO BRANCO /

PRUDENTÓPOLIS /

QUATRO BARRAS /

QUATRO PONTES /

QUERÊNCIA DO NORTE /

QUINTA DO SOL /

RANCHO ALEGRE DO OESTE /

REALEZA /

RENASCENÇA /

RESERVA /

RIO BONITO DO IGUAÇU /

RIO IVAÍ PELA BALSA /

ROLÂNDIA /

RONCADOR /

RONDON /

SABÁUDIA /

SANTA CRUZ DO MONTE CASTELO /

SANTA FÉ /

SANTA INÊS /

SANTA ISABEL DO IVAÍ /

SANTA IZABEL DO OESTE /

SANTA LÚCIA /

SANTA MÔNICA /

SANTO ANTONIO DO CAIUÁ /

SANTO INÁCIO /

SÃO CARLOS DO IVAÍ /

SÃO JOÃO DO CAIUÁ /

SÃO JOÃO DO IVAÍ /

SÃO JORGE DO IVAÍ /

SÃO JORGE DO PATROCÍNIO /

SALTO DO LONTRA /

SÃO MANOEL DO PARANÁ /

SÃO PEDRO DO IVAÍ /

SÃO PEDRO DO PARANÁ /

SÃO TOMÉ /

SARANDI /

SAUDADE DO IGUAÇÚ /

TAMARANA /

TAMBOARA /

TAPEJARA /

TAPIRA /

TERRA BOA /

TERRA RICA /

TOLEDO /

TRÊS MORRINHOS (Terra Rica) /

TUNEIRAS DO OESTE /

TURVO /

UBIRATÃ /

UMUARAMA /

UNIFLOR /

VIRMOND /

VITORINO /

XAMBRÊ /


   














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Santo Antônio do Sudoeste: cidade de confecções e vários eventos



Pela estimativa feita pelo IBGE em 2019, o município tem 20 mil 166 habitantes, ocupando a posição 94 no Paraná. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 97 por cento. Em economia dentro do Paraná, figura na posição 222. Quase 80 por cento da cidade conta com rede coletora de esgoto. A cidade está localizada a 339 quilômetros de Campo Mourão.




O povoado que originou Santo Antônio do Sudoeste, começou a ser formado em 1912, com a chegada de um grupo de colonos atraídos pela produção de erva-mate. Até 1920, uma empresa argentina chamada Pastoriza, atuou na localidade conseguindo grandes lucros com o chá. A localidade passou a receber agricultores de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Até 1951, foi distrito de Clevelândia. A denominação "Sudoeste", só foi acrescentada em 1966. O nome Santo Antônio, é homenagem à igreja, mas também era o nome do filho de Don Luca Ferreira, o primeiro morador da comunidade, que batizou o local.




O aniversário do município é comemorado no dia 14 de novembro. A cidade conta com vários eventos e festas. Uma delas é Festa da Amizade, realizada em novembro no Centro de Eventos Albino Carminatti, para brindar a união na fronteira. Santo Antônio do Sudoeste faz divisa com a Argentina. Esse evento tem Mostra do Empreendedor, Feira do Jepp, e apresentações culturais com destaque para danças ucranianas. Outro evento é o Festival Nacional da Canção (FestSanto) realizado no período do aniversário. Ainda tem a Cavalgada da Integração, Carnaval e Espetáculo Natalino. A cidade conta com Banda Marcial com 65 integrantes.








Uma das grandes atrações em São Antônio do Sudoeste é o Museu Municipal, localizado no centro da cidade. Foi criado em 1981 e reúne objetos, fotografias e documentos que retratam a colonização da região. Possui uma grande variedade em artesanato.




Santo Antônio do Sudoeste tem 4 agências bancárias, entre elas Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Conta com duas emissoras de rádio. Na área urbana são quase 5 mil e 700 imóveis residenciais. Na área rural mais de 1.500. A cidade tem cerca de 600 empresas comerciais e 113 firmas estão cadastradas na prefeitura como indústrias. Várias delas é dedicada a fabricação de confecções.




A agricultura é dominada pelas plantações de soja que ocupam 13.500 hectares. O milho é plantado em apenas 2 mil ha. O município tem grande diversificação com plantios de aveia, feijão, fumo, mandioca, melância, tomate, erva-mate e uva. Destaque também para a produção de frangos.




A cidade é "grudada" com o perímetro urbano de San Antonio na Argentina. Para cruzar a fronteira é preciso passar pela Receita Federal. A divisa é o Rio Santo Antônio. A principal via da cidade é a Avenida Brasil. Tem cerca de 4 quilômetros e corta toda a cidade.







Cantagalo: pousada dos tropeiros



Cantagalo é um município da região de Guarapuava. Tem 13 mil 317 habitantes. Trinta por cento da população mora na área rural. Está localizado a 280 quilômetros de Campo Mourão. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 96 por cento. Em economia ocupa a posição 367 entre os 399 municípios do Paraná. Apenas 30 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Uma curiosidade de Cantagalo, é que lá, o IPTU não é cobrado no começo do ano como na maior parte das cidades brasileiras. As parcelas do IPTU vencem nos meses de setembro, outubro e novembro. Fica mais fácil de pagar, pois não acumula com as prestações dos presentes de Natal, IPVA e compra de material escolar. Na foto acima, o prédio da prefeitura.




O aniversário de Cantagalo é comemorado em 12 de maio. As festividades incluem a "Expogalo". Existe uma ideia em transferir a festa e a exposição para o mês de julho visando a junção com a tradicional Festa do Agricultor e Festival de Música "Femusca". Essa união aconteceria a partir de 2020, mas foi abortada por causa da pandemia do coronavírus que provocou o cancelamento de todos os eventos no município. Na área rural tem pista de motocross pertencente ao moto clube da cidade.




No perímetro urbano, Cantagalo tem cerca de 3.100 imóveis residenciais e 300 empresas nas áreas comercial e de prestação de serviços. No cadastro da prefeitura, 46 firmas são consideradas como indústrias. A cidade tem agência do Banco do Brasil e uma instituição bancária privada. Uma emissora de rádio FM opera na cidade.




A principal atividade agrícola em Cantagalo é a soja com 18 mil hectares. O milho ocupa 3.200 ha, feijão 1.380 ha e trigo 670 ha. A cidade conta com entreposto da Coamo Agroindustrial Cooperativa.




Cantagalo teve início com os tropeiros que seguiam até a região de Ponta Grossa e ali fizeram pousada. Durante muito tempo o povoado não evoluiu. O surgimento das primeiras casas e empresas comerciais começou por volta de 1950 com a chegada principalmente de famílias italianas oriundas do Rio Grande do Sul e Santa Catarna. Até 1981 foi distrito de Guarapuava. O nome tem duas versões. A primeira é que nas frias madrugadas de inverno, os tropeiros escutavam cantigas de galo. Outra é que os tropeiros cantarolavam e apreciavam a melodia sertaneja denominada "Cantiga de Galo".




A Paróquia Imaculada Conceição pertence a Diocese de Guarapuava. A cidade também conta com a Igreja São José do Rito Ucraniano.







Pérola do Oeste: palco de lutas pela terra



Pérola do Oeste, ou Pérola Doeste, é uma cidade localizada a 308 quilômetros de Campo Mourão. A área rural faz divisa com a Argentina. O município tem 6.761 habitantes, dos quais menos da metade (3.401) residem na cidade. Em economia é 263º entre os 399 municípios do Paraná. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento. Apenas 37 por cento da cidade conta com rede de esgoto.




Pérola do Oeste é uma cidade cercada por morros. Em Guarapuava, tem uma empresa de transporte coletivo urbano com o nome Pérola do Oeste, mas não há relação histórica. A cidade tem uma emissora de rádio na frequencia AM.




A principal via da cidade é a Avenida Brasil, e tem 1 quilômetro e 700 metros. As demais ruas da área central são denominadas com nomes de estados. Grande parte das ruas e avenidas são pavimentadas com paralelepípedos. Uma curiosidade é que por estar a apenas 400 metros acima do mar, a cidade não sente muito os rigores do inverno.




Na área urbana, Pérola do Oeste tem cerca de 1.500 imóveis residenciais e 200 empresas nas áreas comercial e de prestação de serviços. No cadastro da prefeitura, 18 firmas são consideradas como indústrias. A cidade tem uma agência bancária privada.








O aniversário de Pérola do Oeste é comemorado no dia 27 de novembro. A festa em comemoração é realizada durante vários dias. Tem festival de música com artistas locais, shows nacionais, parque de diversões. No mesmo perído acontecem sorteios natalinos da Associação Comercial e a "Feira dos Negócios".




A cultura da soja ocupa 11 mil hectares. Em segundo lugar aparece o milho com 3.100 hectares. Com feijão são 450 hectares. Destaque também para a produção de frutas, verduras e legumes. O município tem um entreposto da Coagro Cooperativa Agroindustrial.




A Paróquia Sagrado Coração de Jesus pertence a Diocese de Francisco Beltrão. A um quilômetro da cidade tem a gruta de Nossa Senhora de Lurdes.




No começo dos anos 50, o povoado viveu lutas sangrentas por posses das terras. Em 1957 a luta dos colonos pelo que já era seu, de direito, culminou com a famosa "revoltas dos colonos", onde muitos deles foram mortos pelos jagunços da companhia CITLA, que à força queria regularizar as terras, querendo vendê-las aos que nela já estavam trabalhando. Até 1960 foi distrito de Capanema.



Capanema: turismo, feira do melado e baixo desemprego



Capanema é mais um daqueles municípios do Sudoeste do Paraná na divisa com a Argentina. A cidade está localizada a 314 quilômetros de Campo Mourão. Tem 19 mil 124 habitantes. A maior parte, cerca de 13 mil, residem na área urbana. Em moradores, ocupa a posição 96 entre os 399 municípios do Paraná, e na economia está em 108º. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 98 por cento. Apenas 30 por cento da cidade conta com rede de esgoto.




Um detalhe que chama nossa atenção em Capanema é o salário. Lá a média é de 2,7 salários mínimos mensais por trabalhador, ou seja, a 17ª melhor do Paraná. Sem falar que o desemprego é um dos mais baixos do Estado. É considerado um município turístico. Está às margens do Parque Nacional do Iguaçú. São vários balneários de frente para o Rio Iguaçú. Empresas promovem eventos e passeios para turistas. Na área lindeira existem 10 pontos para avistamento de aves.






A Feira do Melado, já é tradicional em Capanema e acontece no Parque de Exposições (fotos acima). Na mesma área tem Centro de Eventos, Arena de Shows e é sede do CTG "Sentinela da Fronteira". A Feira do Melado, realizada em agosto, é considerada uma das maiores feiras do Sudoeste. A média de público é de 80 mil. O evento inclui shows nacionais. É uma vitrine para os agricultores familiares e seus produtos, principalmente aqueles baseados na cana de açúcar.




Capanema tem esse nome, em homenagem ao engenheiro Guilherme Schüch, o barão de Capanema, mineiro de Ouro Preto, que atuou na divergência entre Brasil e Argentina na região da Palmas. Em 5 de fevereiro de 1885, por mediação do presidente Stephen Grover Cleveland dos Estados Unidos, a região de conflito entre a Argentina e o Brasil, passou a pertencer definitivamente ao território brasileiro. O aglomerado urbano começou a se formar por volta de 1950 com famílias de origem alemã e italiana oriundas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.




No centro de Capanema, três esculturas representam o "memorial dos colonizadores". O cavaleiro simboliza o desbravador, a figura feminina à semeadora e a figura masculina o produtor de melado característico do município.




Capanema tem agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil e mais uma instituição privada. A cidade conta com duas emissoras de rádio. O aniversário é comemorado no dia 14 de novembro. Uma das atrações nas festividades é a final do Festival de Interpretação de Música. O festival acontece em etapas ao longo do ano. Geralmente são 3 dias de festa.




A "Rua Coberta" na área central é um ponto de encontro dos moradores de Capanema. No local acontece a Feira do Produtor Rural. Assim os pequenos agricultores podem vender seus produtos mesmo com chuva.




Na prefeitura de Capanema cerca de 80 empresas estão cadastradas como indústrias. Uma das grandes empresas é a Difrangos (antiga Diplomata). Gera perto de 1.200 empregos. O município tem mais de 130 aviários. Em toda a cidade são 590 empresas comerciais e de prestação de serviços. O maior espaço agrícola é com soja. São 16 mil e 200 hectares. A cana, destaque nos eventos, tem só 80 hectares de plantio, menos que o fumo (85 ha) e feijão (350 ha).




Na área urbana Capanema tem 5.410 imóveis residenciais. Na área rural são mais 2.400. Todos os estados brasileiros são homenageados com nomes de ruas e avenidas. Entre as instituições de ensino, um dos destaques é a Faculdade Iguaçu. Foi credenciada em 2004 e passou a funcionar em 2005. Oferece cursos presenciais de administração, pedagogia e sistemas de informação, além de outros pelo sistema à distância. Capanema também tem o campus do Instituto Federal do Paraná.




A Paróquia Nossa Senhora do Sagrado Coração pertence a Diocese de Francisco Beltrão. Uma das grandes reivindicações das lideranças de Capanema é a reabertura da Estrada do Colono, ligando a cidade com Serranópolis do Iguaçu, o que encurtaria em mais de 100 quilômetros a ligação com vários municípios do Oeste, incluindo Foz do Iguaçu.



Pranchita: 5 mil habitantes e ótima estrutura



Pranchita é uma cidade localizada na divisa da Argentina. Tem apenas 5.628 moradores, dos quais 2.023 estão na área rural. É o 281 º município paranaense em população, mas o 63º em economia. A distância em relação a Campo Mourão é de 350 quilômetros. A taxa de escolarização das crianças de 6 a 14 anos está entre as 20 melhores do estado. Oitenta por cento da área urbana conta com rede de esgoto.




Pranchita se destaca pela qualidade oferecida no ensino fundamental. Praticamente não tem criança fora da escola. Alunos sempre conquistam prêmios estaduais e nacionais. Em um deles uma estudante de escola rural foi premiada em um concurso no qual participaram 35 mil alunos. Um evento que chama a atenção é o Mamaço , onde mães se reunem para amamentar os filhos como forma de incentivar a amamentação.




O aniversário de Pranchita é comemorado no dia 11 de maio. Durante a festa acontece a "Facipran" Feira da Agroindústria e Comércio. São realizados shows nacionais, rodeios e eventos culturais. Os festejos têm como palco o Parque Municipal "Fundo de Vale". Um orgulho dos moradores é a bailarina Luana Ferrorato, que em 2019, com 11 anos, foi aprovada na Escola do Teatro Bolshoi




Na imagem acima o prédio da prefeitura de Pranchita. Os primeiros habitantes foram paraguaios, que chegaram em 1902. Eles extraiam a erva-mate, que era uma das principais riquezas da região. Mais tarde, passou a receber famílias de italianos oriundas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Uma delas, por volta de 1935, trouxe em lombo de burro, máquinas para montar a primeira serraria, existente ainda hoje no município. Pranchita tinha como seu primeiro nome Rio Claro. Até 1º de janeiro de 1983, foi distrito de Santo Antônio do Sudoeste.




Pranchita tem 78 estabelecimentos comerciais, 54 de pestação de serviços e um atacadista. No setor industrial o destaque fica para as 13 indústrias, a maior parte nas áreas de cerâmica, metalúrgica e serrarias. Conta com uma agência bancária privada. Tem uma emissora de rádio. A área com plantio de soja é de 12 mil e 600 hectares. As demais culturas de feijão, milho, aveia, mandioca, uva, erva mate e fumo em folha são cultivadas em pequenas propriedades. Destaque também para a produção de frangos.




A foto acima é do Ginásio de Esportes Armindo Viecelli. Fica pertinho da Igreja Matriz e do principal colégio estadual da cidade. A maioria dos eventos realizados no município sempre tem polenta, chimarão e vinho. O CTG "Caçula da Fronteira" conta com quatro pistas de bolão e cancha de bocha.




A Paróquia Nossa Senhora do Carmo pertence a Diocese de Francisco Beltrão. Moradores disseram que o sino da igreja sempre é tocado para anunciar momentos alegres e tristes da comunidade.



Flor da Serra do Sul: vários moradores pagam impostos para outro estado



A cidade de Flor da Serra do Sul, está localizada a 384 quilômetros de Campo Mourão e 43 quilômetros de Francisco Beltrão. O município tem 4.726 habitantes e 3.082 moram na área rural. Ocupa a posição 309 no Paraná. Em economia é o 238º. Apenas 20 por cento da cidade tem rede coletora de esgoto. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento.




Um problema enfrentado pela prefeitura de Flor da Serra do Sul, é que a área urbana faz divisa com municípios catarinenses de Palma Sola e Dionísio Cerqueira. Nada contra Santa Catarina, o problema é que parte da população tem propriedades por lá e os impostos não ficam com Flor da Serra.




Entre os grandes eventos do município estão os bailes gaúchos promovidos pelo CTG "Sinuelo da Serra". O aniversário é comemorado no dia 22 de dezembro. Uma tradição nos festejos do aniversário e o "Almoço com Peixe".




A cidade de Flor da Serra do Sul começou a ser formada por volta de 1950 com a chegada do pioneiro Anacleto Paraná. Teve muitas dificuldades para se estabelecer devido a mata fechada. Outras famílias fizeram o mesmo atraídas pelo pinhão, e no início dos anos 60 vieram as primeiras casas comerciais. O nome do município surgiu através de cantorias. Até 1992 foi distrito de Salgado Filho.




A principal avenida de Flor da Serra do Sul é prolongamento da BR-373, que liga o município à Marmeleiro/ Francisco Beltrão. Tem uma rádio comunitária. Na cidade, 937 imóveis estão cadastrados como residenciais. São 113 empresas comerciais e 23 configuradas como indústrias. Uma delas fabrica estofamento para automóveis. O município tem apenas uma agência bancária privada.




Na agricultura, soja é o destaque com área plantada de 5.800 hectares. Na sequencia está o milho com 2.300 ha. O plantio de feijão ocupa 380 hectares. Destaque também para a produção de frangos.




Paróquia de Flor da Serra do Sul pertence a Diocese de Francisco Beltrão. A Paróquia é nova. Foi instalada em 2017.



Barracão: postes indicam se você está no PR ou SC



A cidade de Barracão é considerada como "tríplice fronteira". Para quem não é de lá, fica difícil saber se está em Dinósio Dionísio Cerqueira (Santa Catarina), ou Bernardo de Irigoyen (Missões, Argentina). As ruas e avenidas são unidas entre as três cidades. É como se fosse uma só. Barracão está localizada a 383 quilômetros de Campo Mourão.




O que chama a atenção é que o centro de Barracão está em média a 800 metros acima do nível do mar, mas em algumas áreas da cidade cai para 700 e até 600 metros. Barracão tem 9.735 habitantes. A maior parte, 7.008 moram na área urbana e 2.727 residem na zona rural. A grudada Dionísio Cerqueira tem 15.498 moradores. Barracão está na posição 198 entre os 399 municípios do Paraná. Em economia ocupa a 290ª colocação. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 95 por cento. Metade da cidade é dotada com rede coletora de esgoto.




A história da cidade de Barracão começou no dia 4 de julho de 1903, quando o General Dionísio Cerqueira, Chefe da Comissão de Demarcação dos Limites entre Brasil e Argentina, fundou um povoado na fronteira. Por causa da fertilidade das terras o local passou a receber colonos de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Como na época não havia uma divisão definida entre Paraná e Santa Catarina, a localidade era Dionísio Cerqueira. A questão foi resolvida em 1916. Assim, a comunidade foi dividida em duas. A parte que ficou no Paraná recebeu o nome de Barracão e a que ficou em Santa Catarina continuou como Dionísio Cerqueira, em homenagem ao seu fundador. O nome "Barracão" é porque na comunidade existia uma hospedaria que servia de local de descanso dos tropeiros.




Barracão tem 2.719 imóveis residenciais na cidade e cerca de 800 na área rural. Pelo cadastro da prefeitura o município tem cerca de 500 empresas comerciais e de prestação de serviços e 51 consideradas como indústrias. A cidade não tem Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal, mas isso não é problema é só percorrer algumas ruas e utilizar essas agências na "grudada" Dionísio Cerqueira. Conta com uma emissora de rádio.




O aniversário de Barracão é comemorado no dia 14 de dezembro. Churrasco gaúcho é o prato típico do município. A maior festa é a de São João em junho. A prefeitura também promove cavalgadas e eventos especiais durante o período natalino.




A agricultura de Barracão é marcada pela diversidade. As lavouras de soja ocupam 2.400 hectares. Milho com 1.900 ha é a segunda cultura. Outras plantações em destaque são as de feijão (200 ha), mandioca (120 ha), aveia, batata doce, fumo, melão, laranja e uva. Destaque também para a produção de frangos e leite.




Como é possível um morador em Barracão conversar com o vizinho em Dionísio Cerqueira (SC), ensinaram uma dica para saber onde a gente está. É pelos postes de iluminação das ruas. Se forem redondos você está em Dionísio. Os de Barracão são quadrados.




A imagem acima é do "Lago Internacional da Fronteira". De um lado as cidades de Barracão e Dionísio Cerqueira. Do outro lado a cidade Argentina de Bernardo de Irigoyen. É parque linear na divisa dos países. Permite que em poucos metros você saia do Brasil e entre na Argentina. O local tem anfiteatro com capacidade para 300 pessoas onde são realizados shows e eventos culturais. Existem várias opções de lanches, restaurantes e barzinhos. O comércio do lado argentino aceita o Real brasileiro.




O Lago Internacional da Fronteira tem diversos monumentos em metal. Percebemos em nossa viagem em março/2020, que o Parque precisa de mais árvores. O Sol lá "pega" forte. Temperatura de 35 graus na tarde em que fizemos a visita. A sensação era de quase 40°. A pista de caminhada passa pelos dois países.




A imagem acima é do Marco das Três Fronteiras. Está localizado próximo a Avenida Internacional. A empresa Pirâmide Veículos, concessionária da Volkswagem que em Campo Mourão foi substituída pela Fancar, tem filial em Dionísio Cerqueira.




A Paróquia Nossa Senhora Aparecida pertence a Diocese de Francisco Beltrão. Além da festa da padroeira, no mês de abril é realizada a famosa cavalgada de Santa Emília de Rodat. O percurso da cavalgada é de 300 quilômetros.



Salgado Filho: cidade do vinho e festas típicas



A cidade de Salgado Filho, está localizada a 370 quilômetros de Campo Mourão. O município tem 4.403 habitantes, dos quais 2.254 residem na área urbana e 2.159 moram no campo. Pertence a região de Francisco Beltrão. Está na posição 321 entre os 399 municípios paranaenses. Em economia figura em 237º. A taxa de escolarização de crianças entre 6 a 14 anos é de 98 por cento. Não tem rede de esgoto.




O centro de Salgado Filho é cortado pelo Rio Capanema. Por isso, trafegar pela área urbana significa atravessar algumas pontes. Moradores relataram que quando chove de forma intensa o rio transborda alagando as ruas e casas da cidade. A enchente mais recente ocorreu em novembro de 2017. Praticamente todas as ruas da cidade foram atingidas pelas águas.




O que chama a atenção na praça central de Salgado Filho é o "barril de vinho". No interior do "barril", funciona um local para venda de produtos coloniais, principalmente queijo. O município é conhecido por fábricas de vinhos e queijos e ainda pela Festa do Vinho e Feira do Queijo, realizada anualmente no terceiro final de semana de julho. No evento tem comida típica italiana e gaúcha, incluindo café colonial e costelão. É eleita Rainha da Festa e realizados shows com artistas nacionais.




As principais vinículas de Salgado Filho estão localizadas na área rural. Em uma delas o proprietário decidiu instalar um grande garrafão que pode ser visto a alguns quilômetros de distância. Os pioneiros do município foram famílias de italianos e alemães, e por isso além da Festa do Vinho e Feira do Queijo, Salgado Filho promove durante 3 dias de janeiro, os Bailes de Kerb, com distribuição gratuita de chopp. Outros eventos são o Rodeio Crioulo Interestadual e Festival Municipal da Canção.




Parque de Exposições de Salgado Filho, onde acontecem os principais eventos da cidade. Ao lado fica o Bosque Municipal Arnaldo Busato. Nas imediações estão o Estádio Homero Ghisi e o Cemitério.

No comércio, a cidade conta com 116 empresas comerciais e de prestação de serviços. A quantidade de moradias residenciais na área urbana gira em torno de 1.000. Na área industrial são 14 empresas, a maioria fábricas de vinhos, queijos e móveis. Não tem Banco do Brasil e nem Caixa Ecômica Federal. Tem uma emissora de rádio.




Na agricultura, Salgado Filho é um município de pequenas propriedades, onde cerca de 550 agricultores cultivam 18.000 hectares. A produção agrícola é variada. O milho é a principal lavoura com 1.900 ha. Em seguida está a soja com 1.800 ha. A uva ocupa 70 hectares com produção anual de 840 toneladas. Destaque também para a produção de frangos.




Até 1964, Salgado Filho, foi distrito de Barracão. Com muitas famílias de italianos e alemães oriundas do Rio Grande do Sul, o nome da cidade foi em homenagem a Joaquim Pedro Salgado Filho. Ele foi deputado federal e senador por aquele estado, além de ministro do trabalho entre 1932 e 38, e ministro da Aeronáutica de 1941 a 1945.




Grande Centro Comunitário da Paróquia de Salgado Filho. Leva o nome do padre Germano Goethals, que morreu em 2014 aos 71 anos. Nascido na Bélgica, chegou ao Brasil em fevereiro de 1969, e atuou em Salgado Filho por 13 anos.




A principal avenida de Salgado Filho é a Hermínio Felipe. Perceba que lá, parte dos postes tem a cor vinho, em referência às uvas.




A Comunidade Evangélica de Confissão Luterana de Salgado Filho, tem 65 anos (março 2020). É a única do Paraná que integra o chamado Sínodo do Uruguai.




A Paróquia São Francisco de Assis, pertence a Diocese de Guarapuava. A paróquia foi criada em 4 de outubro de 1971.



Nova Laranjeiras: dos 11 mil habitantes apenas 2 mil moram na cidade



Nova Laranjeiras está localizada a 283 quilômetros de Campo Mourão. A cidade é divivida ao meio pela BR-277, rodovia que liga Guarapuava a Cascavel. Toda a área urbana praticamente fica ao longo das margens da BR, ou seja, passando pela rodovia é possível observar 90 por cento da área central da cidade.




Na imagem acima, uma das poucas áreas da cidade que não estão localizadas às margens da BR-277. Nova Laranjeiras tem 11 mil 241 habitantes, mas 8.869 moram na área rural. Apenas 2.372 residem no perímetro urbano. Está na posição 171 entre os 399 municípios do Paraná. O aniversário é comemorado no dia 16 de maio. Quarenta por cento da cidade tem rede de esgoto.




A via principal de Nova Laranjeiras é uma via marginal da BR-277. Um grande canteiro com árvores e flores separa a rodovia dessa rua denominada "Rio Grande do Sul". A área urbana conta com 1.551 imóveis residenciais. Na prefeitura estão cadastradas 199 empresas comerciais e 14 indústrias. Tem agência do Banco do Brasil. Não conta com emissora de rádio. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos, figura entre as 20 mais baixas do Paraná.




Soja domina o setor agrícola em Nova Laranjeiras com área colhida de 8.500 hectares. Na sequência milho (750 ha) e feijão (570 ha). No inverno o trigo ocupa 1.000 hectares. Destaques para o rebanho bovino com 115 mil cabeças e a produção de frangos. O município produz quase 35 mil litros de leite por ano.




Nova Laranjeiras começou a surgir no final dos anos 40, quando o pioneiro Avelino Badotti, criou uma vila e passou a vender terras para famílias italianas que moravam no Rio Grande do Sul. A localidade era conhecida por "Rio das Cobras", por causa de um riacho com esse nome. A primeira capela foi erguida em 1955. Até o dia 1º de janeiro o município foi distrito de Laranjeiras do Sul.




A prefeitura de Nova Laranjeiras promove vários eventos ao longo do ano. Em maio, os festejos do aniversário são realizados em vários dias com rodeios, shows, parque de diversões e outras atrações. Um esporte tradicional na cidade é a bocha com a realização de campeonatos. Na cultura, o município promove o projeto Doce Melodia com a distribuição de violões às crianças. O Natal e a Virada do ano também são comemorados com diversos eventos.




Nova Larajeiras tem reserva de índios e um colégio estadual indígena. A escola funciona na Aldeia "Lebre". Na área da segurança, o grande problema é o fato da BR-277, de grande movimento cortar a cidade. São vários acidentes fatais, principalmente atropelamentos. Alguns moradores defendem a construção de um contorno, outros são contrários por entenderem que o comércio perderia o movimento.




A Paróquia São João Batista de Nova Laranjeiras, foi criada em 1974 e pertence a Diocese de Gurarapuava. A



Bom Jesus do Sul: município exporta cadeiras e mesas



Bom Jesus do Sul, é uma cidade localizada na fronteira com a Argentina, distante 381 quilômetros de Campo Mourão. Tem apenas 3.796 habitantes, dos quais 2.863 residem na área rural. Está na posição 349 entre os 399 municípios do Paraná. O aniversário é comemorado no dia 3 de dezembro. Apenas 7 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Bom Jesus do Sul conta com 660 imóveis residenciais na cidade e quase 800 na área rural. Possui pouco mais de 70 empresas comerciais e 12 cadastradas como indústrais. Não tem emissora de rádio e apenas uma agência bancária funciona na cidade (privada) .




É difícil encontrar uma rua plana com extensão superior a 200 metros. Um sobe e desce para trafegar por Bom Jesus do Sul. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos está entre as 33 melhores do Paraná.




A principal avenida, é a Ipiranga com cerca de 800 metros. Bom Jesus do Sul se destaca na produção de frangos e pela agricultura diversificada, que vai da soja (2.000 ha), passando pela produção de frutas até cana e feijão.




Fermino Leal foi o primeiro morador. Chegou em 1914. Por causa disso, Bom Jesus do Sul, era conhecida por "Passo do Fermino". O nome mudou para "Bom Jesus do Barracão", mas a cidade homenageou o Firmino com nome de rua. Até 1996 foi distrito de Barracão. Com a emancipação tirou o "Barracão" e acrescentou do "Sul".




Entre os eventos realizados em Bom Jesus do Sul, está a Mostra da Bezerra Leiteira. O aniversário é comemorado na Praça Vino Panassolo, junto com os eventos natalinos. Quando estivemos lá no começo de março de 2020, estavam em fase final as obras os novos prédios da câmara e prefeitura. Quem nasce lá é denominado de bonjesuense.




A Paróquia Bom Jesus, pertence a Diocese de Francisco Beltrão. Uma das maiores empresas do município é a Cadeiras Paraná. A fábrica produz os mais variados modelos de cadeiras, banquetas e mesas e exporta para todo o Brasil.



Entre Rios: distrito de Guarapuava. As colônias e o museu



Entre Rios, distrito de Guarapuava é formado por cinco colônias. A distância entra elas é de 3 a 5 quilômetros. Elas formam uma espécie de círculo e são ligadas por rodovia. As colônias são denominadas por Vitória (a maior e principal), Cachoeira, Socorro, Samambaia e Jordãozinho. Cada colônia tem suas igrejas e atividades específicas, mas todas elas giram em torno da Cooperativa Agrária, localizada em Vitória.




Durante a 2ª Guerra Mundial muitos alemães e húngaros deixaram o Sudeste da Europa e foram viver em abrigos de refugiados na Áustria. Uma entidade filantrópica da Suiça organizou um projeto para dar uma alternativa de vida à essas pessoas. Cerca de 500 famílias se inscreveram para a criação de uma cooperativa no Brasil. Com apoio suíço foram comprados 22 mil hectares na hoje conhecida Entre Rios. Assim surgiu a Agrária de Entre Rios, fundada em 1951. Com o fruto do trabalho as famílias pagaram à cooperativa pelas terras recebidas.




Na Colônia Samambaia, a 1ª para quem chega de Guarapuava, está localizada a sede administrativa da Cooperativa Agrária.




Trator Hanomag na praça de Samambaia..




Capela Assunção de Maria em Samambaia..




Igreja Santo Antônio na Colônia Cachoeira..




Cervejaria Huzzé Bier em Cachoeira...




Pousada Vollweiter em Cachoeira...




Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na Colônia Socorro...




Igreja Coração de Jesus na Colônia Jordãozinho..




Mini shopping na Colônia Vitória. Ao lado tem um grande supermercados..




No mini shopping da Colônia Vitória uma loja especializada em artesanato, lembranças da colônia, copos de chopp com variados formatos e até suco de uva natural. O local também tem restaurante..




Na Colônia Vitória, o Hospital Semmelweis é mantido com recursos da cooperativa AGRÁRIA. Conta com pronto socorro e clínicas médicas.




Jardim de Infância na Colônia Vitória.




Fundação Cultural Suábio Brasileira (Colônia Vitória). No local vários espaços culturais como museu da imigração e rádio 99,7 FM. (imagens do museu, logo abaixo).




Paróquia São Miguel Arcajo da Colônia Vitória.




Praça Nova Pátria na Colônia Vitoria.



Museu de Entre Rios



Na Colônia Vitória foi instalado uma grande fundação. É composta por auditório, centro de jovens, rádio comunitária com programas em língua alemã e o grande destaque que é o museu.




O Museu Histórico foi inaugurado em 2012. Trata-se de um dos mais modernos museus do Paraná




Com acervo variado, o museu retrata a trajetória dos pioneiros de Entre Rios. Os fatos são registrados em fotos, vídeos e peças da época.




O local já foi visitado por pessoas de 30 países. E pelos registros (na saída é assinado um livro) a Fundação recebeu visitantes de 17 cooperativas e cidades de 20 estados brasileiros.




O Museu a exemplo do hospital de Entre Rios tem participação importante da Cooperativa Agrária.




As visitas são gratuítas.



















































 
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