ALTAMIRA DO PARANÁ /

ALTÔNIA /

ALTO PARAÍSO /

ALTO PIQUIRÍ /

ALTO PARANÁ/

AMAPORÃ /

AMPÉRE /

ÂNGULO /

ANTONINA /

APUCARANA /

ARAPONGAS /

ARARUNA /

ASSIS CHATEUBRIAND /

ASTORGA /

ATALAIA /

BOA VISTA DA APARECIDA /

BARBOSA FERRAZ - CIDADE E SANTUÁRIO /

BOA ESPERANÇA /

BOM SUCESSO /

CALIFÓRNIA /

CAMPINA DA LAGOA /

CÂNDIDO DE ABREU /

CAPITÃO LEÔNIDAS MARQUES /

CARAMBEÍ /

CASCAVEL /

CASTRO / CASTROLANDA /

CIANORTE /

CORUMBATAÍ DO SUL /

CHOPINZINHO /

CIDADE GAÚCHA /

COLORADO /

CORBÉLIA /

CORONEL VIVIDA /

CRUZMALTINA /

CRUZEIRO DO OESTE /

CRUZEIRO DO SUL /

DOIS VIZINHOS /

DIAMANTE DO NORTE /

DOURADINA /

DOUTOR CAMARGO /

ENGENHEIRO BELTRÃO /

ESPERANÇA NOVA /

ESTRADA DE TERRA ALTAMIRA DO PARANÁ A LARANJAL

FAROL /

FAXINAL /

FÊNIX /

FORMOSA DO OESTE /

FLORAÍ /

FLORESTA /

FLÓRIDA /

FRANCISCO ALVES /

GOIOERÊ /

GUAMIRANGA /

GUAIRAÇÁ /

GUAPOREMA /

GUARATUBA /

IBIPORÃ /

ICARAÍMA e Porto Camargo /

IGUARAÇU /

IMBITUVA /

INAJÁ /

INDIANÓPOLIS /

IRACEMA DO OESTE /

IPORÃ /

IRETAMA /

IRATI /

ITAGUAJÉ /

ITAMBÉ /

ITAÚNA DO SUL /

IVATUBA /

JANDAIA DO SUL /

JANIÓPOLIS /

JAPURÁ /

JARDIM OLINDA /

JESUÍTAS /

JURANDA /

JUSSARA /

LARANJAL /

LARANJEIRAS DO SUL /

LIDIANÓPOLIS /

LINDOESTE /

LOANDA /

LOBATO /

LONDRINA /

LUIZIANA /

LUNARDELLI /

MAMBORÊ /

MANDAGUAÇU /

MANDAGUARI /

MANOEL RIBAS /

MARECHAL CÂNDIDO RONDON /

MARILUZ /

MARILÂNDIA DO SUL /

MARMELEIRO /

MARQUINHO /

MARIA HELENA /

MARIALVA /

MARILENA /

MARINGÁ /

MARIPÁ /

MATINHOS /

MAUÁ DA SERRA /

MERCEDES /

MIRADOR /

MOREIRA SALLES /

MORRETES /

MUNHOZ DE MELLO /

NOVA ALIANÇA DO IVAÍ /

NOVA AURORA /

NOVA CANTU /

NOVA ESPERANÇA /

NOVA LONDRINA /

NOVA OLÍMPIA /

NOVA SANTA ROSA /

NOVA PRATA DO IGUAÇU /

OURIZONA /

PAIÇANDU /

PALMEIRA /

PALMITAL /

PALOTINA /

PARAÍSO DO NORTE /

PARANACITY /

PARANAGUÁ /

PARANAPOEMA /

PARANAVAÍ /

PATO BRANCO /

PEABIRU /

PEROBAL /

PÉROLA /

PITANGA /

PLANALTINA DO PARANÁ /

PONTA GROSSA /

PONTAL DO PARANÁ /

PORTO RICO /

PRESIDENTE CASTELO BRANCO /

PRUDENTÓPOLIS /

QUATRO BARRAS /

QUATRO PONTES /

QUERÊNCIA DO NORTE /

QUINTA DO SOL /

RANCHO ALEGRE DO OESTE /

REALEZA /

RENASCENÇA /

RESERVA /

RIO BONITO DO IGUAÇU /

RIO IVAÍ PELA BALSA /

ROLÂNDIA /

RONCADOR /

RONDON /

SABÁUDIA /

SANTA CRUZ DO MONTE CASTELO /

SANTA FÉ /

SANTA INÊS /

SANTA ISABEL DO IVAÍ /

SANTA IZABEL DO OESTE /

SANTA LÚCIA /

SANTA MÔNICA /

SANTO ANTONIO DO CAIUÁ /

SANTO INÁCIO /

SÃO CARLOS DO IVAÍ /

SÃO JOÃO DO CAIUÁ /

SÃO JOÃO DO IVAÍ /

SÃO JORGE DO IVAÍ /

SÃO JORGE DO PATROCÍNIO /

SALTO DO LONTRA /

SÃO MANOEL DO PARANÁ /

SÃO PEDRO DO IVAÍ /

SÃO PEDRO DO PARANÁ /

SÃO TOMÉ /

SARANDI /

SAUDADE DO IGUAÇÚ /

TAMARANA /

TAMBOARA /

TAPEJARA /

TAPIRA /

TERRA BOA /

TERRA RICA /

TOLEDO /

TRÊS MORRINHOS (Terra Rica) /

TUNEIRAS DO OESTE /

TURVO /

UBIRATÃ /

UMUARAMA /

UNIFLOR /

VITORINO /

XAMBRÊ /


   














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Bom Jesus do Sul: município exporta cadeiras e mesas



Bom Jesus do Sul, é uma cidade localizada na fronteira com a Argentina, distante 381 quilômetros de Campo Mourão. Tem apenas 3.796 habitantes, dos quais 2.863 residem na área rural. Está na posição 349 entre os 399 municípios do Paraná. O aniversário é comemorado no dia 3 de dezembro. Apenas 7 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Bom Jesus do Sul conta com 660 imóveis residenciais na cidade e quase 800 na área rural. Possui pouco mais de 70 empresas comerciais e 12 cadastradas como indústrais. Não tem emissora de rádio e apenas uma agência bancária funciona na cidade (privada) .




É difícil encontrar uma rua plana com extensão superior a 200 metros. Um sobe e desce para trafegar por Bom Jesus do Sul. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos está entre as 33 melhores do Paraná.




A principal avenida, é a Ipiranga com cerca de 800 metros. Bom Jesus do Sul se destaca na produção de frangos e pela agricultura diversificada, que vai da soja (2.000 ha), passando pela produção de frutas até cana e feijão.




Fermino Leal foi o primeiro morador. Chegou em 1914. Por causa disso, Bom Jesus do Sul, era conhecida por "Passo do Fermino". O nome mudou para "Bom Jesus do Barracão", mas a cidade homenageou o Firmino com nome de rua. Até 1996 foi distrito de Barracão. Com a emancipação tirou o "Barracão" e acrescentou do "Sul".




Entre os eventos realizados em Bom Jesus do Sul, está a Mostra da Bezerra Leiteira. O aniversário é comemorado na Praça Vino Panassolo, junto com os eventos natalinos. Quando estivemos lá no começo de março de 2020, estavam em fase final as obras os novos prédios da câmara e prefeitura. Quem nasce lá é denominado de bonjesuense.




A Paróquia Bom Jesus, pertence a Diocese de Francisco Beltrão. Uma das maiores empresas do município é a Cadeiras Paraná. A fábrica produz os mais variados modelos de cadeiras, banquetas e mesas e exporta para todo o Brasil.







Virmond: pedaço da Polônia no Paraná



A cidade de Virmond está localizada a 288 quilômetros de Campo Mourão. O município tem 3.950 habitantes, e mais da metade, 2.070 residem na área rural. Está na posição 336 entre os 399 municípios do Paraná. O aniversário é comemorado em 17 de maio. A cidade tem apenas 3 por cento de rede coletora de esgoto.




Na cidade, Virmond tem cerca de 800 imóveis residenciais. Outros 610 estão em sítios, chácaras e fazendas. São 95 empresas comerciais e de prestação de serviços e 22 cadastradas na prefeitura como indústrais. A localidade não possui bancos estatais, apenas uma agência privada. Não conta com emissora de rádio.




A principal avenida, com cerca de 1 quilômetro, é a XV de Novembro. Nessa via encontra-se a Igreja Matriz, localizada à 100 metros da prefeitura. Em Virmond, a taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos está entre as 30 melhores do Paraná.




Virmond tem duas praças incluindo a da igreja matriz. A da foto acima é a Praça da Memória Polonesa, uma homenagem aos pioneiros. Chama a atenção o coreto com arquibancada, que também serve de escada, ou vice versa. Nas imagens abaixo, outras atrações da praça.








Casa da Memória Polonesa: a casa foi inaugurada em 2008. O objetivo foi resgatar a história das primeiras famílias oriundas da polônia, e que fundaram no local a comunidade "Amola Faca", que hoje é Virmond. É uma réplica da moradia utilizada pelo pioneiro Paulo Palinski. O nome do município não tem nada de Polonês. Na verdade é alemão e homenageia o médico Frederico Guilherme Virmond, que morava na Lapa e comprou aquela área de terras em 1852. A área pertencia ao município de Guarapuava. Até 1993, Virmond foi distrito de Laranjeiras do Sul.




Estátua de Nossa Senhora do Monte Claro, Rainha da Polônia: Virmond é o único município do Paraná que tem a santa como padroeira. Na Polônia é conhecida por Nossa Senhora de Częstochowa, O feriado é lembrado no dia 26 de agosto.




Além da Casa da Memória Polonesa, da Estátua de Nossa Senhora e do coreto com arquibancada, a praça possui ainda um parque infantil com quadra poliesportiva. No aniversário de Virmond, em maio, é realizada no Centro de Eventos a EXPORVIR, evento que reune criadores de ovelhas. A festa tem shows e parque de diversões.




A igreja matriz de Virmond foi inaugurada em 1969. A obra começou em 1967, ao redor da igreja de madeira.

A maior ágrea agrícola do município é com soja que ocupa 9 mil e 100 hectares. Destaque também para o rebanho bovino e produção de leite.






Planalto: faz divisa com a Argentina



Mais da metade da população de Planalto mora na área rural. O município tem 13.479 habitantes. Ocupa a posição 143 entre os 399 do Paraná. Está localizado a 311 quilômetros de Campo Mourão e a 8 quilômetros da divisa com a Argentina.




Em economia, Planalto, é o 286º do Paraná. Cadastro da prefeitura registra 343 empresas comerciais e de prestação de serviços e cerca de 40 consideradas como indústrias. A taxa de alfabetização de crianças entre 6 e 14 anos está entre as 15 melhores do Paraná. Trinta por cento da cidade tem rede coletora de esgoto. Na foto acima, monumento que marca a amizade entre brasileiros e argentinos.




A região começou a ser ocupada na década de 50, por colonos gaúchos e catarinenses. Até novembro de 1963 foi distrito de Capanema. O que deu impulso na cidade foram as instalações da Planalto Empresa Exportadora de Cereais e depois a Indústria de Óleo de Soja. A iniciativa foi da família Hoffmann, proprietária de um moinho em Francisco Beltrão.




O Centro Cultural, Ernesto José Machado de Souza, abriga o prédio da Secretaria de Cultura e também auditório onde são realizados os eventos da cidade. Planalto tem cerca de 3 mil imóveis residenciais. A cidade tem Banco do Brasil e uma instituição bancária privada, e conta com emissora de rádio. Um dos orgulhos do município é o grupo da dança gaúcha do CTG "Guardião do Pago". Nas categorias adulto, juvenil e mirim o grupo participa de concursos e conquista prêmios.




O aniversário de Capanema é comemorado no dia 11 de novembro. Entre os eventos estão gincanas, almoço e bolo. É realizada em outubro é a EXPOPLANALTO. Destaque nessa exposição são produtos fabricados por microempreendedores individuais.




A Paróquia Nossa Senhora de Lurdes, pertence a Diocese de Francisco Beltrão.

Na agricultura destaque para a soja com área de 12.800 hectares. Por lá também tem 300 hectares com feijão e 200 hectares com fumo em folha. O rebanho bovino é de 31.795 cabeças. Destaque também para a produção de frangos e de leite.







Ivaté: atrai turistas para lazer e descanso



Ivaté, localizada na região Noroeste do Estado, a 155 quilômetros de Campo Mourão, começou a surgir nos anos 50, graças a colonizadora COBRINCO, que comprou uma grande área de terras e passou a oferecer aos interessados no plantio de café. Até a década de 70, ainda como distrito, a população passava de 10 mil habitantes. Após a geada negra de 75, o café começou a ser erradicado para dar lugar a pecuária. A população caiu para 6 mil moradores. Nos anos 90, a Usina de Açúcar e Álcool Santa Terezinha, instalou uma unidade no município, e hoje o IBGE estima 8.185 habitantes.




A Lei que desmembrou o distrito de Ivaté do município de Umuarama é de 1989, mas a instalação ocorreu em janeiro de 1993 com a posse do primeiro prefeito. O nome Ivaté é uma homenagem à população indígena que habitava a região, e significa “fruta verdadeira”. Em economia, o município está na posição 268 entre os 399 do Paraná. Apenas 3 por cento da cidade tem rede de esgoto. É uma cidade bem arborizada.




O aniversário de Ivaté é comemorado no dia 2 de maio, com diversos eventos. A prefeitura também promove Carnaval de Rua que é considerado um dos mais animados do Paraná. O município atrai turistas em busca de lazer e descanso às margens do Rio Ivaí. Na área rural está o Balneário Rancho Arara Azul com piscinas de águas naturais, pesque-pague, playground, quiosques com churrasqueiras, além de lanchonete para os apreciadores de peixe-frito, sashimi, pirão, e outras iguarias.




Em Ivaté, vários prédios construídos no auge do café resistem e alguns chamam a atenção. A maior área com agricultura é com a cana. São 11 mil 798 hectares. Na sequencia: arroz (1.230 ha); mandioca (585 ha); milho (380 ha) e soja (340 ha). O rebanho bovino é de 22 mil cabeças.




A Paróquia da Ressurreição pertence a Diocese de Umuarama. Ivaté tem uma agência bancária (privada). São 2.505 imóveis residenciais, 177 empresas comerciais e de prestação de serviços e 27 consideradas como indústrias. A cidade não tem emissora de rádio.







Guaraniaçu: local de grandes combates na revolução



Guaraniaçu é uma cidade do oeste paranaense, localizada a 234 quilômetros de Campo Mourão. O município tem 14 mil 582 habitantes, dos quais 6.778 moram na área rural. Em economia ocupa a posição 226 entre os 399 municípios do Paraná. Cerca de 40 por cento da cidade tem rede de esgoto. Como curiosidade: em julho de 1972, Guaraniaçu foi atingida pela maior geada da história da localidade. O gelo chegou a 15 centrímetros de altura e até congelou gasolina nos postos.




A Praça Guerino Cassol, é a principal da cidade. Ela está no canteiro central de 50 metros da principal avenida. É como se fosse a Avenida Brasil de Cascavel, mas com um detalhe. De um lado a via leva o nome de Manoel Ribas e do outro Ivan Ferreira. É como se a avenida John Kennedy, do Lar Paraná em Campo Mourão tivesse um nome para cada lado do canteiro.




Como a principal avenida tem canteiro largo, ao longo dos anos, a cidade foi aproveitando esse espaço para instalar outras atividades como um espaço de recreação.




Outra atividade no canteirão central é do Centro Cultural Caetano Bernardo Filho, com sua peculiar fachada. No mesmo canteiro está a Capela Mortuária, o Tribunal Regional Eleitoral, e em um trecho de 100 metros o espaço é ocupado por empresas e prédios residenciais.




O que chama a atenção em Guaraniaçu é a quantidade de construções novas, restauradas ou reformadas. Parece que grande parte da cidade começou a ser formada a poucos anos. A cidade tem cerca de 3.400 imóveis residenciais, 396 empresas comerciais ou prestadores de serviços e 57 estabelecimentos considerados como indústrias.




Outro destaque em Guaraniçu é a limpeza e a sinalização de trânsito (março 2019). A maior área de agricultura fica com a soja com 15.600 hectares. Na sequencia estão o milho (2.200 hectares) e feijão (500 ha). Destaque para o rebanho bovino com 129 mil cabeças.




Guaraniaçu conta com agência do Banco do Brasil e outras duas instituições privadas. A cidade tem duas emissoras de rádio, uma FM e outra AM.




Conta-se que o território onde hoje está Guaraniaçu, foi palco de graves acontecimentos durante o período revolucionário de 1922 a 1925, com sangrentos combates entre as tropas legalistas e revolucionárias. O povoado surgiu com nome de Rocinha. Os pioneiros foram atraídos pela madeira.




A primeira estrada que passou por Guaraniaçu foi a atual BR-277, ligando Guarapuava a Foz do Iguaçu. A obra foi realizada entre 1917 a 1922. Foi elevado a município em 1951. Guaraniaçu quer dizer, na língua indígena Guarani, "Lobo Habitante das Águas Grandes"




A Paróquia Nossa Senhora de Fátima pertence a Diocese de Cascavel. A padroeira é comemorada em maio com grande festa. Outra festa tradicional é o Rodeio Crioulo Gaúcho, realizado em fevereiro. Em junho acontece a Festa Italiana, em julho tem a Festa Cabocla. Em novembro é comemorado o aniversário com a realização da Expoguaçu.


Entre Rios: distrito de Guarapuava. As colônias e o museu



Entre Rios, distrito de Guarapuava é formado por cinco colônias. A distância entra elas é de 3 a 5 quilômetros. Elas formam uma espécie de círculo e são ligadas por rodovia. As colônias são denominadas por Vitória (a maior e principal), Cachoeira, Socorro, Samambaia e Jordãozinho. Cada colônia tem suas igrejas e atividades específicas, mas todas elas giram em torno da Cooperativa Agrária, localizada em Vitória.




Durante a 2ª Guerra Mundial muitos alemães e húngaros deixaram o Sudeste da Europa e foram viver em abrigos de refugiados na Áustria. Uma entidade filantrópica da Suiça organizou um projeto para dar uma alternativa de vida à essas pessoas. Cerca de 500 famílias se inscreveram para a criação de uma cooperativa no Brasil. Com apoio suíço foram comprados 22 mil hectares na hoje conhecida Entre Rios. Assim surgiu a Agrária de Entre Rios, fundada em 1951. Com o fruto do trabalho as famílias pagaram à cooperativa pelas terras recebidas.




Na Colônia Samambaia, a 1ª para quem chega de Guarapuava, está localizada a sede administrativa da Cooperativa Agrária.




Trator Hanomag na praça de Samambaia..




Capela Assunção de Maria em Samambaia..




Igreja Santo Antônio na Colônia Cachoeira..




Cervejaria Huzzé Bier em Cachoeira...




Pousada Vollweiter em Cachoeira...




Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na Colônia Socorro...




Igreja Coração de Jesus na Colônia Jordãozinho..




Mini shopping na Colônia Vitória. Ao lado tem um grande supermercados..




No mini shopping da Colônia Vitória uma loja especializada em artesanato, lembranças da colônia, copos de chopp com variados formatos e até suco de uva natural. O local também tem restaurante..




Na Colônia Vitória, o Hospital Semmelweis é mantido com recursos da cooperativa AGRÁRIA. Conta com pronto socorro e clínicas médicas.




Jardim de Infância na Colônia Vitória.




Fundação Cultural Suábio Brasileira (Colônia Vitória). No local vários espaços culturais como museu da imigração e rádio 99,7 FM. (imagens do museu, logo abaixo).




Paróquia São Miguel Arcajo da Colônia Vitória.




Praça Nova Pátria na Colônia Vitoria.



Museu de Entre Rios



Na Colônia Vitória foi instalado uma grande fundação. É composta por auditório, centro de jovens, rádio comunitária com programas em língua alemã e o grande destaque que é o museu.




O Museu Histórico foi inaugurado em 2012. Trata-se de um dos mais modernos museus do Paraná




Com acervo variado, o museu retrata a trajetória dos pioneiros de Entre Rios. Os fatos são registrados em fotos, vídeos e peças da época.




O local já foi visitado por pessoas de 30 países. E pelos registros (na saída é assinado um livro) a Fundação recebeu visitantes de 17 cooperativas e cidades de 20 estados brasileiros.




O Museu a exemplo do hospital de Entre Rios tem participação importante da Cooperativa Agrária.




As visitas são gratuítas.



















































Candói: cidade da Festa Nacional do Charque



Candói está localizada a 258 quilômetros de Campo Mourão. O município tem 14.983 moradores, dos quais 7.957 na área rural. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é considerada a mais baixa do Paraná com 93,8 por cento. Apenas 20 por cento da cidade conta com rede de esgoto. O perímetro urbano é pouco arborizado.




Candói é conhecida pela Festa Nacional do Charque, realizada em agosto desde 1998. A festa inclui rodeio crioulo e shows. São 15 pratos com charque. Entre eles estão: charque na moranga, bolinho de charque, churrasco de charque, arroz carreiteiro, filé à parmegiana de charque entre outros. A cidade conta com centro de exposição e leilão de gado com área coberta.




No dia em que estivemos em Candói, a frente da prefeitura estava repleta de equipamentos. É uma forma de mostrar à população os investimentos municipais. O aniversário de Candói é comemorado em 27 de agosto, período em que é realizada a Festa do Charque.




Em maio a prefeitura de Candói promove o Encontro de Gaiteiros, com a participação de músicos de todo o Estado, incluindo gaiteiros mirins. O encontro é encerrado com baile.

Em maio acontece o Festival Municipal de Interpretação de Música. Nesse festival é eleita a rainha e princesas da Festa Nacional do Charque.




Antes dos pioneiros, o atual município de Candói era habitado por índios votorões, um subgrupo da etnia caigangue. O nome é de origem caingangue em homenagem ao líder Candoy, antigo chefe dos índios Votorões.




Em 21 de dezembro de 1892, foi criado o Distrito Policial de Candoy. No dia 5 de abril de 1913, foi elevado à distrito de Guarapuava. A emancipação só veio no dia 1º de janeiro de 1993.




A Associação Comercial de Candói promove show de prêmios durante as vendas do Natal. O principal prêmio é em dinheiro. Em 2019, foi o cheque no valor de 10 mil reais. O segundo prêmio é um vale-compra de 3 mil reais e o segundo de 2 mil reais. Foram sorteados também mais 35 vale-compras de 200 reais. Uma grande festa de fogos é realizada na virada do ano no Parque do Lago.




Na agricultura, as lavouras de soja se destacam com 46.400 hectares. Em seguido estão: milho 8.880 ha, trigo 5.800 ha, cevada 4.820 ha, feijão 4.100 ha. É grande o rebanho bovino com 75.550 cabeças e produção de 23 mil litros de leite por ano.




A cidade de Candói tem cerca de 2.800 imóveis residenciais, 257 empresas comerciais e de prestação de serviços e 28 empresas consideradas como indústrias. Tem agencia do Banco do Brasil e uma instituição particular. Conta com uma emissora de rádio.




A Paróquia Santa Clara pertence a Diocese de Guarapuava..

Candói tem Associação Hípica onde acontecem várias disputas e grandes prêmios.

As principais ruas da cidade são iluminadas com leds.



Manfrinópolis: apenas 600 pessoas moram na cidade



A cidade de Manfrinópolis está localizada a 359 quilômetros de Campo Mourão e a 35 km da divisa com Santa Catarina. Pertence a região de Francisco Beltrão. Pelo censo de 2010, tem 3.127 habitantes (apenas 652 na cidade). Na estimativa de 2019, caiu para 2.571.




Em economia, Manfrinópolis ocupa a posição 336 entre os 399 municípios do Paraná. Apenas 3 por cento da cidade tem rede de esgoto. Embora o entorno seja de muito verde, a área urbana carece de arborização.




Em 1954, um trator de esteira, da colonizadora Erechim, do Rio Grande do Sul, abriu a estrada que liga o município de Francisco Beltrão a Manfrinópolis e Salgado Filho. Em 56, começaram a chegar as primeiras famílias, a maioria do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.




O primeiro nome da localidade foi "Encantilado". Os viajantes utilizavam o "cantil" para transportar água e cachaça. Em determinada oportunidade um grupo esqueceu os cantis às margens de um Rio, e o fato fez com que eles chamassem o lugar de "Encantilado". O nome atual é homenagem a Moisés Manfrim que era madeireiro da região.




Manfrinópolis nunca foi distrito. Passou direto à município em 1995. A instalação oficial ocorreu no dia 1º de janeiro de 1997 com a posse do primeiro prefeito. Até então era distrito de Salgado Filho.




A agricultura de Manfrinópolis é diversificada com áreas maiores de milho (900 ha) e soja (600 ha). Tem um bom rebanho bovino e se destaca na produção de frangos.

A cidade tem uma instituição bancária privada.




A capela São Critóvão pertence a paróquia do município vizinho de Salgado Filho. A cidade tem cerca de 400 residências e 50 empresas comerciais. O aniversário é comemorado em dezembro. Na festa é eleita a Miss Manfrinópolis e realizado o Festival Municipal da Canção. Os nomes das ruas são números, apenas a via principal é nominada como São Cristóvão, padroeiro do município.



Boa Ventura de São Roque: um lugar bem antigo!!



Boa Ventura de São Roque, não tem portal de "bem vindos", mas a paisagem do acesso de 10 quilômetros entre a PR-466 (Pitanga/Guarapuava), até a cidade vale por "10 portais". Localizada a 162 quilômetros de Campo Mourão, pertence a região de Guarapuava.




Chama a atenção a quantidade de automóveis encobertos pela poeira. Faz sentido, pois constatamos que várias ruas em torno do centro ainda não são asfaltadas e existe aquela poeira "fofa". Além disso, a maior parte dos habitantes mora na área rural. Quando chove é barro, quando não chove é a camada de poeira. Um morador disse que até bem pouco tempo era pior, pois apenas a via principal tinha asfalto.




Boa Ventura de São Roque tem apenas 1.544 habitantes na área urbana. Os demais 5.010 residem na área rural. A média salarial está entre as 40 melhores do Paraná. Em economia ocupa a posição 115 entre os 399 municípios do Estado. A cidade não tem rede de esgoto.




A quantidade de ruas asfaltadas em Boa Ventura de São Roque não chega a 30 por cento. É uma cidade com poucas árvores. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 97 por cento.




A área de pastagem é grande. O município tem um plantel 32.261 cabeças de gado. Soja é a principal atividade agrícola em Boa Ventura de São Roque. São 20 mil 350 hectares com a oleaginosa. Na sequência o trigo com 5 mil hectares e feijão com 1.250. Conta com entreposto da Coamo Agroindustrial.




É grande a produção de leite com média de 25 mil litros por ano. A cidade conta com o Laticínios Boa Ventura, onde são fabricados os conhecidos queijos Di Carlo. A empresa iniciou as atividades no ano 2000.




Boa Ventura de São Roque tem cerca de 90 empresas comerciais. Na prefeitura 14 empresas estão cadastradas como indústrias. Não tem agências do Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal, mas conta com uma instituição privada. Não tem emissora de rádio.




O município de Boa Ventura de São Roque foi distrito de Pitanga. A emancipação ocorreu em 1995 e a instalação em 1997. Boa Ventura de São Roque é uma das localidades mais antigas do do Paraná. Em 1.847, o médico e pesquisador francês Jean Maurice Faivre recebeu da coroa uma grande quantidade de terras e organizou os franceses em uma comunidade denominada “Colônia Tereza Cristina” (hoje pertence a Cândido de Abreu).




Os franceses foram vitimados malária e a febre amarela. Muitas famílias deixaram a colônia e saíram. Lá por por volta de 1.850, cruzando o Rio Ivaí, chegaram ao que é hoje Boa Ventura de São Roque (Pitanga ainda não existia). O nome foi escolhido devido a "aventura" que enfrentaram para passar pelas correntezas do rio e da mata fechada. Boa Ventura de São Roque também foi conhecida como“Grilo do Tigre”, por causa dos grileiros que invadiam as terras dos colonos. Quem não saia era assassinado.




Igreja Ucraniana de Boa Ventura de São Roque. A primeira foi construída em 1942. Foi reformada em madeira no ano de 1948. A terceira, atual (foto) é de 1992. O templo fica fora da cidade em um morro, na área rural, mas a distância é de apenas meio quilômetro e o trecho é calçado com paralelepípedo.




A Paróquia São Roque pertence a Diocese de Guarapuava. A festa do padroeiro é comemorada em agosto com grande festa.

O aniversário do município é comemorado em 18 de setembro, com a realização da Fest Ventura.



Cafezal do Sul: ruas com nomes de países



A cidade de Cafezal do Sul está localizada a 135 quilômetros de Campo Mourão, às margens da PR-323, entre Umuarama e Guaira. É uma cidade pequena com 1 quilômetro de largura no sentido norte/sul e 1 quilômetro e meio na direção leste/oeste. Tem 3.325 moradores no perímetro urbano e 965 na área rural. Em economia ocupa a posição 305 entre os 399 municípios paranaenses.




O portal de "Seja Bem Vindo", não é para todos. Mais à frente tem uma placa em azul, alertando que vendedor ambulante é proibido de exercer sua atividade: "PROIBIDO COMÉRCIO AMBULANTE NESTA CIDADE". Cafezal do Sul não tem rede de esgoto.




A principal avenida com 800 metros de extensão é denominada de "Manoel Vicente do Carmo". Cafezal do Sul não tem agências do Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal. Possui uma instituição bancária privada. Não conta com emissora de rádio. Na prefeitura 100 empresas estão cadastradas como comerciais e prestadoras de serviços.




A estação rodoviária é mais utilizada por passageiros que se deslocam até Umuarama. A cidade começou a surgir em 1952, após a colonizadora Cafezal comprar 18.000 alqueires do Estado. Quem nasce no município é chamado de cafezalense. Distrito de Iporã, foi elevado a município em 1990, e ganhou o "do Sul".




A Praça da Bíblia, é dotada de brinquedos em madeira para as crianças.

Na agricultura, a soja ocupa 6.500 hectares, milho 2.500 ha e mandioca 2.650 ha. Destaque para o rebanho bovino e criação de frangos.




O aniversário de Cafezal do Sul é comerado em 20 de julho, incluindo shows. O município também promove jantar em homenagem ao Dia do Professor. Em outubro é comemorado o Dia do Evangélico com show gospel. A prefeitura ainda promove o Show da Virada, com atração nacional. Em maio a Sociedade Rural promove a tradicional Cavalgada do Trabalhador.




A paróquia São João Batista, pertence a Diocese de Umuarama.

Moradores relataram que de vez em quanto onças são vistas em árvores na área rural.

Um fato que a população sempre lembra foi o acidente em 2016, com um ônibus da prefeitura de Altônia, perto de Cafezal. O coletivo que transportava pacientes para Umuarama colidiu com um caminhão. Vinte e uma pessoas morreram.

Todas as ruas no sentido norte sul têm nomes de países.



Nosso Paraná: o melhor banheiro do Brasil !!



Na BR-277, a 55 quilômetros de Guarapuava, em direção à Cascavel, está o Restaurante Três Pinheiros. Com quase 30 anos, recentemente foi ampliado, e se tornou um dos maiores do Brasil, mas o que chama a atenção são os banheiros.




O empresário César Bottin, disse à nossa Coluna que é o melhor banheiro do Brasil, instalado em restaurante às margens de uma rodovia. Os materiais utilizados são da melhor qualidade. Entre os mimos está o fio dental. Um frequentador contou que dá vontade de dormir alí de tão bonito.





Além dos banheiros masculino e feminino, tem um terceiro denominado "família", que inclui banheira para banho em recém nascido. Na foto, o empresário ao lado da esposa e filha.




Bottin, disse que trouxe a ideia dos banheiros após uma viagem pela Turquia. "Faço viagens por vários países para conhecer inovações em restaurantes, e aqui no Três Pinheiros temos aplicado vários aperfeiçoamentos, alguns deles baseados até em novidades que observei em Las Vegas, Estados Unidos".






APROVEITAMENTO - Em Prudentópolis a prefeitura encontrou uma solução para o descarte de geladeiras. Elas são transformadas em caçambas de lixo. O que era para ser lixo, agora recebe lixo. Cá entre nós é muito mais "bonita" que as caçambas tradicionais que a gente encontra principalmente na frente de condomínios.

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Ibema: cidade que surgiu com serrarias



Ibema é uma cidade em duas partes, separada por uma área de grande concentração de árvores. A pequena "floresta", tem 1 quilômetro de meio de comprimento por até 400 metros de largura. O acesso entre as duas partes é feito apenas por uma rua denominada de Maranhão.




Com 11 metros de altura, o portal de entrada para Ibema tem o formato de duas araucárias. Ao lado é a Praça das Bandeiras. São 29 bandeiras representando os estados, distrito federal, a do município e do Brasil. Ibema tem 6.352 habitantes. A cidade está localizada na região de Cascavel a 218 quilômetros de Campo Mourão.




Em economia, Ibema ocupa a posição 314, entre os 399 municípios do Paraná. A cidade não tem rede de esgoto.




Ibema surgiu nos anos 50 com a instalação da Serraria Formiga. Nos anos 60, uma outra empresa, a Ibema, comprou uma grande área de terra às margens de uma estrada de Cascavel a Guarapuava, hoje a famosa BR-277. Ali instalou a Serraria Ibema. A empresa criou uma vila com o nome da serraria. Alguns anos depois a Ibema comprou a Formiga. A quantidade de moradias foi aumentando e atividades básicas começaram a surgir. Em 1966 virou distrito de Catanduvas. Em 1990, foi instalado o município.




Percebemos que na cidade de Ibema o comércio e a prestação de serviços (lojas) são mais voltadas a produtos agropecuários e pequenos mercados. O setor industrial ainda está relacionado ao setor da madeira com as serrarias e fábricas de móveis. A cidade conta com uma agência bancária privada e não tem emissora de rádio. Estão cadastradas na prefeitura 1.800 imóveis como residenciais.




O aniversário de Ibema é no dia 12 de junho. Para comemorar, é realizada a Festa do Pinhão com shows, rodeio e parque de diversões. Ibema não tem um recinto para o evento e as atividades acontecem em frente ao Centro Cultural. O Natal é comemorado com presépio vivo e show musical.




O Centro Cultural de Ibema fica ao lado da Câmara dos Vereadores. Os prédios públicos são todos na cor marron com tons de creme.




A Paróquia Santo Antonio de Ibema pertence a Diocese de Cascavel.



Iporã: atualização



Na visita que fizemos à Iporã, em 2019, a Igreja Matriz de Santo Antônio estava em reformas.



Na segunda visita, em janeiro de 2020, tudo concluído.




Em Iporã, existe a Câmara Mirim. Geralmente entre 50 e 60 alunos disputam 9 vagas. Podem concorrer estudantes das redes municipal e estadual entre 9 a 17 anos, e estarem cursando entre 5º e 3º ano do antigo 2º graus. O mandato é de 1 ano.




Iporã é considerada a cidade Country do Paraná, então, não é de se estranhar que a cobertura em pontos de ônibus seja um chapéu gigante, e a loja Texas Bhil, alí nas imediações.




A estação rodoviária de Iporã ficam bem no centro da cidade. Uma curiosidade na cidade é que na época da Páscoa a prefeitura distribui ovos de chocolate para todas as crianças da rede municipal de ensino. A entrega é feita em sala de aula geralmente pelo prefeito.




Iporã tem seu Festival de Música, realizado em outubro. No mesmo mês é comemorado o aniversário do município com grande festa, incluindo a Country Fest. No ano passado (2019), o prefeito Aristides Antonio Campos, suspendeu os festejos. É que ele havia acabado de assumir o cargo após a cassação do prefeito eleito. Não havia tempo hábil para habilitação do novo prefeito junto as instituições financeiras para o pagamento das despesas do evento até a data de início das festividades.

VEJA AQUI A 1ª PARTE SOBRE IPORÃ



 
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