Falecimentos em C.Mourão no dia 24 de fevereiro

Sem registros..





















ALTAMIRA DO PARANÁ /

ALTO PARAÍSO /

ALTO PARANÁ/

AMAPORÃ /

AMPÉRE /

ÂNGULO /

ANTONINA /

APUCARANA /

ARAPONGAS /

ARARUNA /

ASSIS CHATEUBRIAND /

ASTORGA /

ATALAIA /

BOA VISTA DA APARECIDA /

BARBOSA FERRAZ - CIDADE E SANTUÁRIO /

BOA ESPERANÇA /

BOM SUCESSO /

CALIFÓRNIA /

CAMPINA DA LAGOA /

CAPITÃO LEÔNIDAS MARQUES /

CASCAVEL /

CASTRO / CASTROLANDA /

CIANORTE /

CORUMBATAÍ DO SUL /

CHOPINZINHO /

CIDADE GAÚCHA /

COLORADO /

CORONEL VIVIDA /

CRUZMALTINA /

CRUZEIRO DO OESTE /

CRUZEIRO DO SUL /

DOIS VIZINHOS /

DIAMANTE DO NORTE /

DOUTOR CAMARGO /

ENGENHEIRO BELTRÃO /

ESTRADA DE TERRA ALTAMIRA DO PARANÁ A LARANJAL

FAROL /

FAXINAL /

FÊNIX /

FORMOSA DO OESTE /

FLORAÍ /

FLORESTA /

FLÓRIDA /

FRANCISCO ALVES /

GUAMIRANGA /

GUAIRAÇÁ /

GUAPOREMA /

GUARATUBA /

IBIPORÃ /

ICARAÍMA e Porto Camargo /

IGUARAÇU /

IMBITUVA /

INAJÁ /

INDIANÓPOLIS /

IRACEMA DO OESTE /

IPORÃ /

IRETAMA /

IRATI /

ITAGUAJÉ /

ITAMBÉ /

ITAÚNA DO SUL /

IVATUBA /

JANDAIA DO SUL /

JANIÓPOLIS /

JAPURÁ /

JARDIM OLINDA /

JESUÍTAS /

JURANDA /

JUSSARA /

LARANJAL /

LARANJEIRAS DO SUL /

LIDIANÓPOLIS /

LINDOESTE /

LOANDA /

LOBATO /

LONDRINA /

LUIZIANA /

LUNARDELLI /

MAMBORÊ /

MANDAGUAÇU /

MANDAGUARI /

MANOEL RIBAS /

MARECHAL CÂNDIDO RONDON /

MARILUZ /

MARILÂNDIA DO SUL /

MARMELEIRO /

MARQUINHO /

MARIA HELENA /

MARIALVA /

MARILENA /

MARINGÁ /

MARIPÁ /

MATINHOS /

MAUÁ DA SERRA /

MERCEDES /

MIRADOR /

MOREIRA SALLES /

MORRETES /

MUNHOZ DE MELLO /

NOVA ALIANÇA DO IVAÍ /

NOVA AURORA /

NOVA CANTU /

NOVA ESPERANÇA /

NOVA LONDRINA /

NOVA SANTA ROSA /

NOVA PRATA DO IGUAÇU /

OURIZONA /

PAIÇANDU /

PALMEIRA /

PALMITAL /

PALOTINA /

PARAÍSO DO NORTE /

PARANACITY /

PARANAGUÁ /

PARANAPOEMA /

PARANAVAÍ /

PATO BRANCO /

PEABIRU /

PEROBAL /

PITANGA /

PLANALTINA DO PARANÁ /

PONTA GROSSA /

PONTAL DO PARANÁ /

PORTO RICO /

PRESIDENTE CASTELO BRANCO /

QUATRO BARRAS /

QUATRO PONTES /

QUERÊNCIA DO NORTE /

QUINTA DO SOL /

RANCHO ALEGRE DO OESTE /

REALEZA /

RENASCENÇA /

RESERVA /

RIO BONITO DO IGUAÇU /

RIO IVAÍ PELA BALSA /

ROLÂNDIA /

RONCADOR /

RONDON /

SABÁUDIA /

SANTA CRUZ DO MONTE CASTELO /

SANTA FÉ /

SANTA INÊS /

SANTA ISABEL DO IVAÍ /

SANTA IZABEL DO OESTE /

SANTA LÚCIA /

SANTA MÔNICA /

SANTO ANTONIO DO CAIUÁ /

SANTO INÁCIO /

SÃO CARLOS DO IVAÍ /

SÃO JOÃO DO CAIUÁ /

SÃO JOÃO DO IVAÍ /

SÃO JORGE DO IVAÍ /

SALTO DO LONTRA /

SÃO MANOEL DO PARANÁ /

SÃO PEDRO DO IVAÍ /

SÃO PEDRO DO PARANÁ /

SÃO TOMÉ /

SARANDI /

SAUDADE DO IGUAÇÚ /

TAMARANA /

TAMBOARA /

TERRA BOA /

TERRA RICA /

TOLEDO /

TRÊS MORRINHOS (Terra Rica) /

TUNEIRAS DO OESTE /

TURVO /

UBIRATÃ /

UMUARAMA /

UNIFLOR /

VITORINO /

XAMBRÊ /


   














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70 anos do Colégio Vicentino Santa Cruz



No dia 14 de fevereiro de 2020, o Colégio Vicentino Santa Cruz comemorou os 70 anos da instituição. A comemoração interna foi realizada com os estudantes e toda comunidade educativa na própria escola, num momento muito emotivo, com o abraço simbólico, muita música e sorvete.



A comemoração com a comunidade externa será no dia 18 de abril próximo, com celebração da Santa Missa e Jantar dançante, para o qual os convites estarão à venda em breve.

COLÉGIO VICENTINO SANTA CRUZ: 70 ANOS DE MISSÃO EDUCATIVA.
Para o passado, GRATIDÃO.
Para o presente, COMPROMISSO.
Para o futuro, CONFIANÇA!



Pérola: um dos maiores produtores de jeans do Brasil



Pérola está localizada no Noroeste do Paraná, a 157 quilômetros de Campo Mourão. Logo na entrada da cidade fomos surpreendidos pela construção de um grande portal (JAN-2020). O município tem 11 mil 234 moradores, e segundo o IBGE a população aumenta a cada ano.




O novo portal substituirá o antigo, e vai antecipar em 700 metros, os votos de "boas vindas", para quem chega à Pérola pela PR-485. É um município que vai bem na educação básica. Lá quase 100 por cento das crianças entre 6 e 14 anos concluíram o ensino fundamental.




Em Pérola está sediada a indústria Oppnus Jeans. A empresa grandiosa produz mais de 1 milhão e 500 mil peças por mês e tem o shopping atacadista na cidade para revenda das várias marcas que produz. O local é dotado de algumas empresas como farmácia e lanchonete para atender aos compradores de todo o Brasil. A iniciativa foi do empresário Cleberson Boloto. Quando criança seus pais trabalhavam em pequenas confecções no município.




Além do shopping em Pérola (foto acima), o grupo Oppnus conta com empreendimentos em outras cidades e é responsável pela geração de quase 15 mil empregos. Entre as marcas produzidas e comercializadas no atacado pelos shoppings da rede, estão Cacau, República, Jeans.com, Empório, Oppnuns e All Denin. Detalhe é que por toda a cidade de Pérola, estão espalhadas pequenas empresas e até famílias (em casa), que fabricam acessórios e acabamentos para a Oppnus.







Pérola é uma cidade com boa sinalização de trânsito, incluindo semáforos e placas informativas sobre locais e até a direção de alguns bairros. A avenida principal é a Celso Ramos (foto). A via tem 3 quilômetros e corta toda a cidade. Por ter grandes empresas de confecções o município figura entre os 52 mais ricos do Paraná.




Em alguns cruzamentos perigosos a esquina é mais elevada. É uma lombada que ocupa todo o cruzamento. A cidade é bem arborizada. Um dos pontos negativos é que Peróla tem apenas 16 por cento de rede coletora de esgoto. Na prefeitura nos informaram que o sistema será ampliado a partir de 2020.




As praças da cidade ficam em quatro grandes rotatórias ao longo da Avenida Principal. O nome "Pérola", foi uma homenagem do dono da colonizadora e fundador Alberto Byington à sua mãe Pérola Ellis Byington. A cidade também é chamada de "Jóia".




Até 1968, Pérola foi distrito de Xambrê. O aniversário é comemorado no dia 12 de setembro com a realização de várias atividades entre elas a Expo Pérola, com Festa do Peão Profissional, em uma área especial para o evento.




Pelos dados oficiais da Secretaria da Agricultura, Pérola não tem nenhum hectare plantado com soja. A maior área é com mandioca (2.886 ha). As pastagens dominam o cenário rural com mais de 41 mil cabeças.




A Paróquia Nossa Senhora de Fátima pertence a Diocese de Umuarama. O templo é parecido com o de Araruna. Foi criada pelo então bispo de Campo Mourão, Dom Eliseu Simões Mendes. Umuarama ainda não era diocese. A igreja começou a ser construída em 1973 e foi concluída em 1974.




Pérola tem cerca de 4.500 imóveis residenciais, 288 empresas comerciais e 101 cadastradas como indústria. Conta com agência do Banco do Brasil e duas instituições privadas. A cidade tem uma emissora de rádio (87.9 FM). Pérola foi planejada e as duas extremidades da cidade tem formato arrendodado onde as ruas são em curva.










DOAÇÃO O ANO TODO - Em Paranavaí os moradores podem fazer doações de roupas, calçados, brinquedos e alimentos o ano todo de forma simples e rápida. Ao lado do Shopping Cidade, e outros pontos da cidade existe a "Loja Solidária". No contêiner a pessoa coloca a doação e empurra uma alavanca para que o donativo caia no recipiente.

CLIQUE AQUI E VEJA MAIS SITUAÇÕES CURIOSAS, ENGRAÇADAS E INOVADORAS QUE ENCONTRAMOS PELO PARANÁ

VEJA AQUI O NOSSO ESPECIAL SOBRE PARANAVAÍ.







Altônia: nome são sílabas telegráficas do fundador



Altônia está localizada a 186 quilômetros de Campo Mourão, quase na divisa com o Mato Grosso do Sul. Tem 20.516 habitantes pelo Censo do IBGE, 2010 e 22.516 pela estimativa de 2019. Ocupa a posição 85 entre os 399 municípios do Paraná. O salário médio mensal é de 1.7 mínimos. Tem uma das melhores taxas de escolarização de crianças de 6 a 14 anos, ocupando a 15ª colocação no Estado. Em economia está na posição 377. Apenas 20 por cento da cidade tem rede de esgoto.




O formato da cidade de Altônia é sem "firulas", parecido com o de Campo Mourão. É um retângulo de avenidas compridas cortadas pelas ruas, o que facilita para dirigir. Em algumas esquinas tem pequenas rotatórias. A avenida 7 de Setembro é a principal e tem 2 quilômetros de extensão. No centro da cidade tem vários semáforos.




Altônia tem 4 agências bancárias entre elas Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Conta com uma emissora de rádio. As principais culturas agrícolas são soja (4.900 ha), mandioca (3780 ha) e milho (2.060 ha). Destaque também para o rebanho bovino e produção de frangos.




Na praça principal de Altônia, que não é da igreja matriz, e sim em uma rotatória, a prefeitura oferece espaços para anúncios publicitários (armação ao lado direito da imagem). Setenta por cento das vias públicas de Altônia estão asfaltadas. A cidade tem bastante árvores.




Para quem não mora na cidade, o estacionamento em alguns trechos na avenida principal é meio esquisito. De um lado o carro só sai de ré, já ao lado é aberto e depois parece que tem uma vaga, mas é muito pequena. Altônia tem cerca de 6.200 imóveis residenciais, 619 empresas comerciais e 46 consideradas como indústrias.




É proibido buzinar em frente a prefeitura de Altônia. A cidade começou a se formada em 1953 por iniciativa da Companhia Byington de Colonização. Mineiros e nordestinos foram os primeiros a chegar atraídos pelo plantio de café. O nome de Altônia é bem curioso. É um endereço telegráfico de um dos sócios da companhia Alberto Byington Junior. A primeira sílaba "AL" de Alberto e a última "TON" de Byington, acrescido do sufixo grego "ia", que significa lugar. Daí, Altônia. Até 1966 foi distrito de Xambrê.




A Paróquia São Sebastião pertence a Diocese de Umuarama. O aniversário de Altônia é comemorado no dia 12 de dezembro. Altônia faz divisa com o Rio Paraná e em seu território está uma parte do Parque Nacional da Ilha Grande. No último trecho livre de represamento do Rio Paraná existe um labirinto de canais, ilhas e lagoas.

Um fato que ninguém de Altônia consegue esquecer foi o acidente no dia 31 de outubro de 2016. Um ônibus levava pacientes até Umuarama e colidiu com um caminhão, matando 20 moradores da cidade.



Colégio Vicentino Santa Cruz comemora 70 anos de história



Há 70 anos, no dia 14 de fevereiro de 1950, o Colégio Vicentino Santa Cruz (à época Instituto Santa Cruz), dava início às atividades educativas em Campo Mourão. A história da instituição está integrada com a história da própria cidade, sendo marcante a sua presença em momentos centrais da formação e consolidação deste município. Sobre a data celebrativa, várias ações vêm sendo executadas pela instituição para valorizar este marco histórico.

A celebração se dá em continuum, pois a cada encontro da comunidade educativa é feito memória deste tempo de caminhada, valorizando a história da instituição e projetando novos passos.

A comemoração com a comunidade externa será no dia 18 de abril próximo, com celebração da Santa Missa e Jantar dançante, para o qual os convites estarão à venda em breve. COLÉGIO VICENTINO SANTA CRUZ: 70 ANOS DE MISSÃO EDUCATIVA. Para o passado GRATIDÃO. Para o presente, COMPROMISSO. Para o futuro, CONFIANÇA!



Umuarama: parte 3



A história do Hospital do Câncer de Umuarama começou em junho de 1991, quando um grupo de rotarianos criou a "União Oeste Paranaense de Estudos e Combate ao Câncer" em Cascavel. No dia 15 de janeiro de 2010, diante da demanda de pacientes teve início o projeto de construção do Hospital Uopeccan no Noroeste do Paraná, com sede em Umuarama. Foi inaugurado em março de 2016.

Com mais de 18 mil metros quadrados o hospital presta atendimento para Oncologia e é também Hospital Geral em algumas especialidades. São 215 leitos, 20 leitos de UTI, 9 salas cirúrgicas, e a Casa de Apoio ao paciente de câncer, que conta com 60 leitos.

A manutenção dos serviços do hospital é através dos atendimentos realizados pelo SUS, eventos, doações mensais, convênios e particulares. A área de abrangência é de 85 municípios.

A Uopeccan de Umuarama serve em média sete mil refeições ao mês para pacientes e acompanhantes, e além da alimentação, a instituição distribui em média de 35 cestas básicas para pacientes que se encontram em estado de vulnerabilidade social.




Em Umuarama, o Grupo Tacla, está construído o Shopping Palladiun. É o grupo responsável pelos Shoppings de mesmo nome em Curitiba, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu. Trata-se do primeiro shopping de Umuarama, e a previsão de inauguração é ainda para 2020. Instalado próximo ao viaduto, na saída para Maria Helena (PR-482), terá 112 lojas satélites, cinco âncoras como Macdonalds e Burger King, cinco mega-lojas, 4 cinemas e 20 na praça de alimentação. O estacionamento é para 700 veículos.




Outra grande obra em Umuarama é da nova rodoviária. O terminal terá 7.599 metros quadrados de área construída e mais 2 mil metros quadrados de calçadas, boxes e demais instalações, além de ampla área externa para circulação, plataformas, estacionamento, jardins e áreas de passeio para os usuários. O piso superior será acessado por escadas rolantes e elevador.




Em Umuarama, saída para Guaira, muita gente em viagem faz fotos na mini Torre Eiffel, uma réplica da famosa torre de Paris. A original tem 324 metros, a de Umuarama, 32 metros e 40 centímetros, equivalente a um prédio de 11 andares e 10 por cento da "verdadeira". A iniciativa foi do empresário Edson Robero Ferrarin, para chamar a atenção de seu investimento imobiliário. A idéia surgiu em 2006, durante viagem de lua de mel à Paris. A réplica foi construída em 2008 e custou 180 mil reais. É possível por escadas subir até o topo. O empresário pretende construir do outro lado da rodovia a Torre de Pisa, aquela inclinada da Itália.




Uma curiosidade é que Umuarama com 112 mil habitantes, tem 70 por cento menos edifícios acima de 10 andares que Pato Branco com 82 mil (foto menor)

VEJA AQUI O NOSSO ESPECIAL SOBRE UMUARAMA







Nova Olímpia: é "nova" porque mudou de lugar !!



Nova Olímpia é uma cidade do Noroeste do Paraná, localizada a 117 quilômetros de Campo Mourão. Quem nasce lá é "novaolimpiense". O município tem 5.806 habitantes, ocupando a posição 285 entre os 399 do Paraná. O salário médio (1,6 mínimos), é considerado como um dos menores do Estado. A taxa de escolarização de crianças entre 6 a 14 anos é de 99 por cento. Em economia é o 394º do Paraná.




Trafegando pelo centro de Nova Olímpia, fica a sensação que a cidade é maior que os dados oficiais. Mas tem uma explicação: a parte principal do perímetro urbano é no formato de "teia de aranha", ou de dois hexágonos. Se você entrar por exemplo na rua Amazonas e seguir por ela, acabará retornando ao ponto de partida. O mesmo ocorre com as demais que vão diminuindo de extensão até chegar na rotatória central em forma de octógono com 93 metros. É uma cidade projetada com a utilização da geometria.




Quando visitamos Nova Olímpia, no início de janeiro de 2020, notamos uma cidade bem cuidada e com enfeites natalinos, inclusive fora do chamado centro. Tem boa arborização pública, quase 70 por cento da cidade é asfaltada, mas fica a desejar em rede de esgoto que é de apenas 5 por cento.




O principal ponto de encontro em Nova Olímpia é o Parque Municipal. O Lago com pista de caminhada está localizado em outra área a 400 metros dali. Geralmente em cidades menores tudo fica concentrado em um só espaço. O aniversário do município é no dia 13 de novembro. Até 1968 foi distrito de Cidade Gaúcha.




José Milani, 81 anos, é pioneiro de Nova Olimpia. Oriundo do Estado de São Paulo, chegou por lá, quando o município ainda era distrito, atraído pela era de ouro do café. Atuava como cerealista. Com a geada negra que dizimou os cafezais em 1975, os negócios acabaram. Ele conta que muita gente deixou a cidade, mas que preferiu ficar. Passou a atuar como comerciante. Atividade que exerce até hoje com os filhos.




A área de terras onde está Nova Olímpia, foi entregue pelo governo em 1927, ao construtor de estradas Geniplo Pacheco, como forma de pagamento. Em 1947 o filho dele, Moacir Pacheco, criou a Colonizadora do Paraná Ltda.

CURIOSIDADE - O colonizador Moacir, denominou o início do núcleo populacional como "Olímpia" em homenagem à sua mãe. Mas o local em que tudo começou não desenvolvia. Então, no começo dos anos 50, ele decidiu transferir o patrimônio às margens da antiga estrada que ligava Tapira a Cruzeiro do Oeste. Contratou o engenheiro Osvaldo Formighieri que desenvolveu a planta da cidade e decidiu dar o nome de "Nova Olímpia"...




Nas comemorações do aniversário é realizada a Expo Nova Olímpia com shows nacionais, festa do peão, praça de alimentação e parque de diversões. Os shows acontecem na arena de rodeio e são cobrados.

A Paróquia Bom Jesus pertence a diocese de Umuarama.




Nova Olímpia não tem Banco do Brasil e nem Caixa Econômica Federal. Conta com uma agência bancária privada. Também não tem emissora de rádio. Na cidade 2.166 imóveis estão cadastrados como residenciais. Conta com cerca de 120 empresas comerciais. A maior área plantada é com cana de açucar e mandioca. Apenas 200 hectares são ocupados com soja.



Ponta Grossa: 2ª parte



A principal igreja de Ponta Grossa é a Catedral Santa Ana. A paróquia foi criada por Dom Pedro I, no dia 15 de setembro de 1823. É a 9ª. Paróquia do Paraná. Como o local não agradava, mudaram para o atual. Em 1923, a Igreja foi totalmente reconstruída, pelo arquiteto italiano, Nicolau Ferigotti. Apresentava um aspecto imponente, dominando do alto toda a cidade. Com a criação da Diocese em 1926, foi elevada à categoria de Catedral.




As obras do templo atual começaram no final de 1978. A inauguração aconteceu no dia 23 de julho de 2009. A capacidade é para 1.200 pessoas sentadas em um espaço de 2.250 metros quadrados. A altura é de 62 metros até a ponta da cruz. Possuiu subsolo com 3.650 metros quadrados que abriga o ossário, os banheiros, museu e estacionamento. A padroeira é comemorada no dia 26 de julho, com grande festa.




Ponta Grossa é sede do 13º Batalhão de Infantaria Blindado. Foi instalado em 21 de junho de 1923 como 13º Regimento de Infantaria. Teve participação na Revolução Paulista de 1924, na Revolução de 1930, na Revolução Constitucional de 1932 e na Revolução de 1964. Por ocasião da 2ª Guerra Mundial, em 1944, enviou um contingente de 336 militares para compor a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que combateu no norte da Itália. Possui também um Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva, criado em 1966 e já formou diversas turmas.




Próximo ao centro da cidade, está a Maria Fumaça conhecida por "250". No local também está a antiga plataforma de embarque e desembarque de passageiros da “Estação Paraná”. Faz parte do acervo da Casa da Memória Paraná.




A Universidade Estadual de Ponta Grossa foi criada em 1969. Ela incorporou faculdades estaduais que funcionavam de forma isolada. Atualmente conta com dois campi em Ponta Grossa e um em Telêmaco Borba.




Na imagem acima, vista do prédio principal do campus central da universidade. A Instituição oferta 38 cursos de graduação e 6 habilitações, além de cursos de pós-graduação em nível de especialização, mestrado e doutorado. Tem cerca de 1.000 funcionários.




Em Ponta Grossa (saída para Castro), está sediada a montadora de caminhões DAF. A unidade ocupa uma área de 2 milhões e 300 mil metros quadrados. O espaço da fábrica é de 270 mil metros quadrados. A empresa tem matriz na Holanda.

CLIQUE AQUI PARA VER A 1ª PARTE SOBRE PONTA GROSSA



Tapira: polêmica com o Rio Grande do Sul



Tapira, está localizada no Noroeste do Paraná a 138 quilômetros de Campo Mourão. Tem 5.836 habitantes. Menos de 20 por cento dos moradores trabalham com carteira registrada, com média de 2 salários mínimos mensais. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento. Em riqueza econômica figura na posição 298 entre os 399 municípios do Paraná. Dez por cento da cidade tem rede de esgoto.




Em Tapira os nomes das ruas homenageiam cidades do Paraná. Por enquanto nenhum município da região de Campo Mourão recebeu a honraria. Quem sabe..., quando surgirem novos loteamentos...A cidade é em forma de retângulo com as quadras praticamente do mesmo tamanho. O centro da cidade é cortado de forma diagonal pela PR - 576 que liga o município a Santa Mônica, região de Paranavaí. Na área urbana é a principal avenida, com duas pistas. A cidade é bem arborizada.




O estacionamento no canteiro da área central é diagonal, e ao sair, é só de ré. Esse sistema não é aconselhado pelos entendidos de trânsito. O correto é sair de frente, já que o veículo ao lado atrapalha a visão. O poste alto com iluminação mais abrangente tem o apoio das lâmpadas mais baixas. As principais culturas do município são cana (4.522 ha) e mandioca (3.070 ha). Soja tem 750 hectares e milho 230 ha. É grande o rebanho bovino e produção de frangos. Na Chácara São Pedro, a 2 quilômetros da cidade, verduras são produzidas pelo sistema de hidroponia técnica de cultivar plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta.




Edson Célio de Souza, é uma das centenas de moradores de Tapira que tem como trabalho "arrancar mandioca". Aos sábados a empresa dá folga e ele vai para o centro da cidade vender caldo de cana. "Arrancando mandioca eu tiro de 100 a até 150 reais por dia, mas não é um serviço fácil, eu gosto de fazer isso e gosto de Tapira".




Tapira tem cerca de 1.600 imóveis residenciais e perto de 140 empresas comerciais. Não conta com emissora de rádio. Não possui agências da Caixa ou BB. Tem uma agência de banco privado. O aniversário é comemorado no dia 2 de fevereiro. Até 1968 foi distrito de Cidade Gaúcha.




As primeiras casas de Tapira começaram a ser construídas em 1958, através do loteamento realizado pela colonizadora Rio Bom. O nome vem da língua tupi e significa "anta". Do centro de Tapira ao Rio Ivaí, são apenas 800 metros.

A Paróquia Nossa Senhora do Rocio pertence a Diocese de Umuarama.




Em 2015, a pacada Tapira começou a conviver com uma polêmica. O Governo do Rio Grande do Sul descobriu que mais de 200 imóveis da cidade pertenciam ao estado gaúcho. Nos imóveis estão órgão públicos, casas e até o estádio. A prefeitura de Tapira recorreu para "desapropiar o estado de lá". Um morador disse que qualquer vila em Porto Alegre é maior que Tapira e não via necessidade do Governo do Rio Grande do Sul agir dessa maneira. O problema é que a colonizadora que fundou Tapira faliu e as terras passaram a pertencer ao Banrisul, banco do estado gaúcho. O banco fechou e os imóveis passaram ao governo. Após a polêmica o governo gaúcho tranquilizou a população regularizando a situação.



Alto Piquiri: prato típico é Costela no Bafo



A cidade de Alto Piquiri está localizada a 149 quilômetros de Campo Mourão e a 43 km de Umuarama. Pelo censo de 2010 estava com 10.179 habitantes, mas pela estimativa de 2019 tem 9.836 moradores. O salário médio mensal é de 2.3 mínimos. Em riqueza econômica figura na posição 180 entre os 399 municípios do Paraná. Trinta por cento da cidade tem rede de esgoto.




As quadras da área central são em formatos de "losango", criando um "certo perigo" para motoristas e motociclistas. Para quem está em uma das quatro vias que cortam a cidade de norte a sul, é preciso muito cuidado nos cruzamentos. Falta melhorar a sinalização.




A praça principal da cidade também é em formato de losango, com cerca de 300 metros de uma ponta a outra. Dentro da praça estão a rodoviária e Casa da Cultura, e em frente encontra-se a igreja matriz. A prefeitura está localizada a 100 metros da praça. A maior área com agricultura em Alto Piquiri é com a soja (32 mil ha) e milho (25 mil ha). Conta com entreposto da C.Vale.




Alto Piquiri tem cerca de 3.500 imóveis residenciais, 255 empresas cadastradas como comércio e 41 consideradas como indústrias. Tem uma emissora de rádio (97.3 FM, Rádio Chrystian FM). Possui agência do Banco do Brasil e outra instituição bancária privada. O aniversário é comemorado no dia 25 de julho.




Até 1961 foi distrito de Cruzeiro do Oeste. A cidade começou a ser formada por volta de 1950, no auge do café, e o primeiro nome era "Conquista". Depois foi nomeada de Reconquista e finalmente Alto Piquiri. Piquiri é relativo aos índios que habitavam o local, os Paiquerês. Como o local é alto, ficou Alto Piquiri.




A Paróquia São José, pertence a Diocese de Umuarama. Um dos eventos é o teatro com a encenação da Paixão de Cristo. A paróquia foi instalada em 1963 pelo então bispo de Campo Mourão, Dom Eliseu Simões Mendes. A diocese de Umuarama foi criada apenas em 1973. No dia de São José é realizada cavalgada.




Em novembro Alto Piquiri realiza a "Expo Piquiri". Nesse evento é servido o prato típico "Costela no Bafo". A carne é assada em papel alumínio por seis horas em churrasqueira tampada. Também acontece um concurso dos maiores produtores de leite. Uma das maiores empresas da cidade é o Laticínios São Diego. O município tem fanfarra que participa de competições estaduais e nacionais.



Douradina: sede da empresa Gazin



Douradina está localizada a 146 quilômetros de Campo Mourãoe 55 km de Porto Camargo, divisa com o Mato Grosso do Sul. Tem 7.445 habitantes pelo Censo de 2010 e 8.747 pela estimativa feita pelo IBGE em 2019. Tem o 8º melhor salário do Paraná. Média de 3 salários mínimos mensais entre os empregados com carteira registrada. É a 14ª economia do Estado. Essa situação econômica é graças a empresa Gazin, da qual falaremos mais à frente.




Douradina é uma cidade bem sinalizada, boa arborização, ótimo aspecto de limpeza com urbanização de ruas e avenidas adequadas. Em tamanho, o território, incluindo a área rural, ocupa a posição 163 entre os 399 municípios do Paraná. Com solo arenito, a área com soja e milho não passa de 1.800 hectares. A maior área é com cana de açúcar que ocupa 4.690 ha, seguida pela de mandioca com 1.439 hectares. Destaque também para o rebanho bovino e produção de frangos.




Douradina tem cerca de 3.100 imóveis residenciais, 263 empresas cadastradas como comércio e 72 consideradas como indústrias. Não tem emissora de rádio. Possui duas instituições bancárias privadas. O aniversário é comemorado no dia 1º de fevereiro. Durante os festejos do município acontece a tradicional Festa do Peão, evento que é realizado desde 1987.
Todos os postes da cidade são pintados na parte de baixo em azul e em letras brancas estão os nomes das ruas.




Até 1º de fevereiro de 1983, Douradina foi distrito de Maria Helena. O nome Douradina surgiu em função do nome da colonizadora Serra dos Dourados, que iniciou a venda de lotes nos anos 50. Um dos responsáveis pela colonização é o ex-vereador de Maringá, Salvador Lopes Gomes, falecido em 1996. Ele inclusive foi quem iniciou a abertura da primeira estrada até Umuarama. Havia uma dúvida se o lugar teria o nome de Douradinha ou Douradina, mas Salvador optou pelo segundo.




A Paróquia Nossa Senhora de Aparecida pertence a Diocese de Umuarama. Está em obras (jan2020) de ampliação e modificação da fachada. A Paróquia realiza vários eventos ao longo do ano, entre eles benção de automóveis, caminhões, motos e bicicletas, a pedalada missionária e festa agostina.




Uma das curiosidades que encontramos em Douradina, é que para não ocupar espaço na vias públicas centrais, a prefeitura "colocou" os pontos de taxi dentro da praça com entradas e saídas especiais. Os taxistas aprovaram, pois os veículos ficam à sombra. Em Douradina mora Dona Filomena, que afirma ter 119 anos (jan2020). Ela morava em Alagoas e fugiu do marido com destino ao Paraná, na década de 50. Por lá corre o boato que existe um "lobisonem". A população leva na brincadeira.




Douradina é sede da empresa Gazin. Tivemos autorização para conhecer e fotografar as dependencias das áreas da indústria e sede administrativa. A empresa tem 54 anos e começou como uma pequena loja ainda no então distrito de Douradina. Hoje é uma das maiores empresas do Brasil, com 243 lojas de varejo em 9 estados, além de 5 indústrias de colchões e estofados, 1 indústria de molas e 13 centros de distribuição de mercadorias.




A Gazin tem suas instalações distribuídas pela cidade. A indústria fica em um setor, a administração em outro, a loja e central de vendas também. A Gazin começou quando o o empresário Mário Gazin tinha tinha 16 anos e trabalhava em uma loja da cidade. Ao saber da intenção do proprietário em vender o estabelecimento, Mário avisou o pai (Alfredo). Venderam o Jeep da família e passaram a cuidar da loja no dia 13 de dezembro de 1966.




A Gazin é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, de acordo com o Instituto Great Place to Work, além de outros inúmeros títulos e prêmios nacionais e internacionais. Não é para menos. Os funcionários são valorizados. Tem até 14º salário cujo valor para cada um dos 8.000 empregados espalhados pelo Brasil é baseado no faturamento anual da empresa.




Um funcionário da Gazin contou que o "seu Mário" também deu um cheque de 5.000 reais, como bonificação por tempo de trabalho e elevou seu salário pelos anos trabalhados. No espaço de lazer e descanso dos funcionários em Douradina, existe um grande bosque onde o colaborador que completa 10 anos na empresa, planta uma árvore e coloca uma placa com seu nome.




No espaço destinado aos colaboradores, também são realizadas as festas de final de ano. A empresa ainda comemora o Dia do Motorista com desfile de caminhões da empresa pelo centro de Douradina. É uma homenagem aos motoristas da Gazin, que depois acaba com uma grande festa.




Caminhando pelo bosque dos colaboradores da Gazin, a gente sempre encontra uma surpresa como a pequena livraria.




Também no bosque existe o caminho das águas. É uma trilha com pequenas pontes e "tanques de peixes". O local também é dotado de quadras esportivas e áreas para churrascos em família.




O Grupo Gazin conquistou em 2019, o 1º lugar na premiação anual Melhores & Maiores da revista Exame no setor varejo. Na sede da empresa pudemos observar gráficos sobre ações sociais realizadas em Douradina e em outras cidades. Em projetos culturais a empresa investe quase 2 milhões de reais por ano. Cerca de 400 mil reais são destinados a incentivar o esporte amador. Outros 700 mil reais em doações a entidades assistenciais, 850 mil destinados a saúde. A empresa ainda oferece Creche para filhos de funcionários. Tem ainda o setor melhor idade. Tem um programa de incentivo aos jovems colaboradores a entrar na universidade. Ajuda 13 entidades no Natal, planos de saúde e odontológico aos funcionários.




Como se não bastasse a Gazin conta em Douradina com espaço exclusivo para atividades especiais, como aula de músicas para filhos dos colaboradores. Esse mesmo projeto é apoiado para demais crianças da cidade em parceria com a prefeitura.






Também nos chamou a atenção na Gazin, a grande quantidade de imagens e simbolos religiosos por toda a empresa. Na imagem acima um rosário de pedras ao lado da sede administrativa.



Prudentópolis: 80% da população é de ucranianos ou descendentes



A cidade de Prudentópolis está localizada a 267 quilômetros de Campo Mourão e a 67 km de Guarapuava. O nome é uma homenagem ao ex-presidente do Brasil, Prudente de Morais. O município já foi considerado como Capital do Mel, Ucrânia Brasileira e agora é considerada como "Capital da Oração". Em todo o município são mais de 100 igrejas.




Pela estimativa feita pelo IBGE em 2019, Prudentópolis tem 52.241 habitantes. Pelo Censo de 2010, o município tinha 48.792 moradores. Em todo o Brasil, Prudentópolis é o que mais tem ucranianos ou descendentes. Estima-se que são 80 por cento dos moradores. Em população está na posição 33 entre os 399 municípios do Paraná.




O Museu do Milênio (foto acima) no centro da cidade, resgata a história de Prudentópolis. A cidade começou a ser formada por volta de 1884, com a construção da capela São João Batista, determinada pelo padre de Guarapuava. A comunidade passou a ser chamada de São João de Capanema. O diretor da colônia, Cândido Ferreira de Abreu, em homenagem ao então presidente da República, Prudente de Morais, resolveu denominar a colônia de Prudentópolis.




Em 1895, a colonia já tinha as ruas movimentadas com a chegada das famílias de poloneses e ucranianos. A Agência Fiscal foi criada em 1903. A maior parte dos ucranianos veio da região da Galícia. Prudentópolis tem uma comunidade com esse nome para homenagear os pioneiros.




Prudentópolis foi elevada à condição de Vila em 1906, desmembrando-se de Guarapuava, mas só foi considerado município em 1929. Em 1938, passou a abranger o distrito de Erval (Guarapuava). Em 1943, Erval passou a se chamar Jaciaba. O segundo distrito de Prudentópolis é Patos Velhos.




Prudentópolis tem quatro agências bancárias, incluindo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Como muitos habitantes têm a pequena propriedade rural como fonte de renda, apenas 15 por cento dos moradores possuem carteira de trabalho registrada. A média salarial é de 2 mínimos. O PIB per capita é 282º do Paraná. É o 5º município em área territorial do Estado.




Quarenta por cento de Prudentópolis conta com rede de esgoto. Setenta por cento das vias públicas são arborizadas. A cidade tem 3 emissoras de rádio. Duas Fms e uma AM. Possui um Campus avançado da Universidade Estadual do Centro-Oeste.




Um dos pontos de encontro em Prudentópolis é o Older Pub. Local com shows ao vivo (só rock), gastronomia e bebidas. Ambiente com decoração especial em um dos prédios mais antigos da cidade.

Uma dos principais eventos de Prudentópolis é a Festa Nacional de Feijão Preto. O município é o maior produtor de cracóvia (salame) e de feijão preto do Brasil. No evento sempre tem a famosa panela de 50 toneladas, a maior do Brasil, onde é preparada a feijoada para mais de 20 mil pessoas. A festa junina principal tem 10 dias de duração. Sempre estão nestes eventos os grupos folclóricos Vesselka e a Noite Ucraniana.




Devido a grande extensão do município, Prudentópolis tem mais de 100 cachoeiras, algumas com mais de 100 metros de altura. Fique sabendo que é lá que nasce o Rio Ivaí. Isso sem falar nas Serras Esperança, Rita e Barra Grande, além dos morros que passam dos 1.200 metros. (A área rural de Prudentópolis, será tema de outro especial aqui na Coluna do Ely).




O Convento dos Padres Brasilianos. O mosteiro de Prudentópolis pode ser considerado como a casa-mãe dos basilianos no Brasil. A primeira residência para o sacerdote foi construída em 1897. O mosteiro foi construído entre 1916-1920. Reformado no final dos anos 50, recebeu o Seminário São José, que funcionou até 2008 e agora é o Colégio São José. Pertencem ao mosteiro a paróquia São Josafat (Igreja Matriz), uma gráfica e livraria. Os padres servem também na Catedral Imaculada Conceição.




O templo da paróquia São Josafat (a igreja matriz dos ucranianos) foi construída entre 1923-1939. Trata-se de uma obra em estilo bizantino, repleta de detalhes. Infelizmente encontramos a igreja fechada. Aliás, muita gente lá reclama disso.




O templo do Santuário Nossa Senhora das Graças foi construído nos anos 50. O altar em mármore tem imagem de Nossa Senhora, esculpida especialmente para essa igreja.




Prudentópolis tem mais de 100 igrejas e seria preciso um site exclusivo para falar sobre todas elas. Não é a toa que o município é considerado hoje como Capital Nacional da Oração. A igreja da foto acima é da Paróquia São João Batista, que integra a Diocese de Guarapuava.




O legal na rodoviária de Prudentópolis é que se voce chegar cansado da viagem, pode até descansar à sombra no gramado.

Na prefeitura de Prudentópolis estão cadastrados 11 mil 135 imóveis residências, 1.293 empresas comerciais e 342 firmas consideradas como indústrias. Apesar do feijão se destacar, o município planta 31 mil ha de soja e 12 mil de milho. O feijão é plantado em 23.400 ha. O fumo tem área de 4.610 ha e a erva mate 1.600 ha. Destaque também para o mel e leite.




Além do campus da Unicentro, Prudentópolis conta com com outras instituições de ensino superior. Entre elas a Faculdade Guairacá e outras de ensino à distância. O aniversário de Prudentópolis é comemorado no dia 12 de agosto.

Ranking divulgado pelo IBGE mostra que Prudentopólis está entre os 100 municípios brasileiros que mais geraram riquezas no campo.



Tapejara: "caminho por onde passam os amigos"



Antes de abordar a cidade de Tapejara, vale mostrar a imagina acima , sobre a situação da rodovia que liga Tuneiras do Oeste até Tapejara.




O município de Tapejara tem 16 mil 205 habitantes pela estimativa de 2019 feita pelo IBGE, e 14.598 pelo último censo realizado em 2010. O salário médio mensal é de 2.3 salários mínimos, o 63º melhor dos 399 municípios do Paraná.




O PIB per capita de Tapejara figura na posição 149 no Paraná. Quase 90 por cento da cidade tem rede de esgoto e é bem arborizada.




Como em muitas cidades que visitamos, a rodoviária de Tapejara carece de uma reforma. O município surgiu nos anos 50, através da Companhia Imobiliária Tapejara. Muitos paulistas, mineiros, catarinenses, italianos e japoneses foram atraídos para o cultivo do café. Foi distrito de Cruzeiro do Oeste até o início de 1964.




Tapejara está localizada a 96 quilômetros de Campo Mourão, via Cruzeiro do Oeste, ou 73 km por Tuneiras do Oeste, mas por um trecho esburacado. A cidade está às margens da PR-323 que liga Umuarama a Maringá no trecho entre Cruzeiro do Oeste e Cianorte. Integra a região de Umuarama. O aniversário é no dia 11 de abril com a Expojara, incluindo shows nacionais e o tradicional rodeio.




Tapejara tem agências da Caixa e do Banco do Brasil, além de uma instituição privada. A cidade conta com uma emissora de rádio. “Tapejara” é um termo proveniente da língua guarani. Significa “Caminho por onde passam os amigos” ou “Senhor dos caminhos”.




A maior empresa de Tapejara é a Laticínios Pic Nic. Inaugurada em 1998, pertencia a um empresário de Maringá. Em 2017 fez uma parceria com o grupo norte americano Leprino Foods, com sede em Denver, Estados Unidos. A empresa fabrica queijos, manteiga, mussarela, requeijão e cream cheese. Outra grande empresa é a Usina Santa Terezinha. Dentre todas as unidades do Paraná, é a que possui a maior capacidade para moer cana-de-açúcar. O município conta com outras 100 empresas cadastradas como indústrias.




A Paróquia Nossa Senhora de Fátima pertence a Diocese de Umuarama. Tapejara tem cerca de 5.500 imóveis residenciais e 370 empresas comerciais e de prestação de serviços.






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Goioerê: já foi capital nacional do algodão



A cidade de Goioerê está localizada a 74 quilômetros de Campo Mourão. Pela estimativa do IBGE de 2019, tem 28.884 moradores. Pelo Censo de 2010 estava com 29.018 habitantes, ocupando a posição 62 entre os 399 municípios paranaenses. A Paróquia Nossa Senhora das Candeias pertence a Diocese de Campo Mourão.




Na área urbana, Goioerê tem cerca de 10 mil imóveis residenciais. Pouco mais de 1.000 empresas estão cadastradas como comerciais e de prestação de serviços e outras 83 estão configuradas como indústria. A rede de esgoto beneficia quase metade da cidade. Conta com agências da Caixa, Banco do Brasil e outras duas instituições privadas. Tem 3 emissoras de rádio.




Goioerê conta com uma filial do Paraná Supermercados, Lojas Americanas, Concessionárias Ford, Chevrolet e Fiat, além das cooperativas Coamo, C.Vale, Integrada e Copacol. A estimativa é de que 20 por cento da população tenha emprego com carteira assinada. Em riqueza, avaliando o PIB per capita, Goioerê está na posição 187 do Paraná.




Goioerê está entre as 50 cidades mais arborizadas do Paraná. Na agricultura o destaque é para a soja com área de 35.200 hectares. O milho vem na sequência com 20 mil e 200 hectares. Destaque também para a produção de leite e frangos.




Goioerê surgiu por volta de 1943, com a chegada dos pioneiros Francisco, Carlos e Vlademir Scarpari. Às margens do Rio Goio-Erê, os irmãos iniciaram as primeiras fazendas de café. Anos depois eles decidiram criar uma cidade e fundaram a empresa “Sociedade Goio-Erê”, planejando a área urbana e a venda de lotes. O nome se deve ao Rio Goio-Erê, que na língua indígena significa "água limpa" ou "àguas claras". Mas, segundo o indigenista Edívio Battistelli, a tradução inicial do nome de Goioerê foi feita errada: as palavras Goio e Erê, na verdade, significam "campo dágua" e não "águas claras". Até 1955 foi distrito de Campo Mourão.




Nos anos 80, Goioerê foi reconhecido como o maior produtor nacional de algodão. Na época, ainda englobava os antigos distritos de Rancho Alegre do Oeste e Quarto Centenário. A população chegou a quase 100 mil habitantes, a grande parte na área rural. O fim do algodão nos anos 90 provocou grande desemprego e vertiginosa queda populacional. A foto acima, é do novo fórum de Goioerê.




O trânsito na área central de Goioerê é controlado por semáforos e vias de mão única. Não tem estacionamento rotativo pago. A cidade conta com campus da UEM, que oferece os cursos de Engenharia Textil, Engenharia de Produção e Licenciatura em Física. O prato tipico é o "Leitão Maturado". Desde o dia 2 de abril de 1978, funciona em Goioerê uma Aldeia Infantil SOS, entidade mundial que cuida do bem estar de crianças e adolescentes.




A imagem da rodoviária de Goioerê também mostra um detalhe da cidade. É dificil encontrar os chamados "postes republicanos", moda na maioria das cidades que já visitamos. Lá é do tipo "chuveirinho".




A unidade do Corpo de Bombeiros está ao lado do Ginásio de Esportes 10 de Agosto. O Ginásio já foi palco de grandes disputas esportivas e shows musicais. Goioerê está ultimando os detalhes para a implantação da Guarda Municipal.




Goioerê tem 6 centros de educação infantil, 12 escolas de ensino fundamental, 6 colégios estaduais de ensino médio. A cidade conta com o Parque do Povo, com quadras esportivas, parque infantil, pista de caminhada e centro de convenções. Tem ainda o Parque Ecológico, onde é possível caminhar pelas trailhas.




Bem legal em Goioerê, é que apesar de contar com quase 30 mil habitantes, as principais lojas, órgãos públicos, biblioteca, ginásio de esportes, igreja matriz e até o estádio, ficam concentrados em um raio de 1 quilômetro.



Cândido de Abreu: o "Paraíso das Serras"



Cândido de Abreu é uma cidade localizada a 158 quilômetros de Campo Mourão. Pelo Censo de 2010 município tem 16.665 habitantes, mas estaria com 15.018 pela estimativa feita pelo IBGE em 2019. É bom salientar que quase 70 por cento da população mora na área rural. Apenas 14 por cento dos habitantes exercem atividades profissionais com carteira assinada, e a média é de 2 salários mínimos.




Cândido de Abreu utiliza o lema "Paraíso das Serras". Em um dos morros é possível observar a estátua do Cristo. Quando estivemos na cidade em outubro de 2019, o acesso ao local estava em obras e não foi possível chegar até lá. A prefeitura informou que são várias benfeitorias para tornar o local como ponto turístico. O mirante terá área de lazer, lanchonete e sanitários e possibilitará a visão de toda a cidade e das serras que a cercam.




O aniversário de Cândido de Abreu é comemorado no dia 26 de novembro com vários dias de shows, incluindo atrações nacionais, parque de diversões e gastronomia. O festejo acontece na praça da central. Em setembro é realizada a Exposição e Venda de Orquídeas. Um dos orgulhos da cidade é a Banda Municipal (vice campeã de 2019 em concurso nacional). A prefeitura realiza em agosto um festival local de bandas e fanfarras.




Toda a cidade está praticamente concentrada às margens de uma avenida (foto) acima. A via tem cerca de 3 quilômetros e é dividida por uma rotatória. De um lado recebe o nome de Manoel Ribas e do outro é denominada Avenida Paraná. Cândido de Abreu tem agência do Banco do Brasil e uma instituição bancária privada. A cidade tem aproximadamente 2.700 imóveis residenciais (40 por cento com rede de esgoto) e cerca de 300 empresas comerciais.




O maior espaço com agricultura é dedicado a soja (20.500 ha) milho (6.600 ha), trigo (6.000 ha), feijão (4.100 ha). O município também produz diversas frutas. Tem um grande rebanho bovino (101 mil cabeças). Também é produtor de frangos e leite. Conta com entreposto da Coamo Agroindustrial e é sede do Latícinios Dau (produtos Daulat).




A área de Cândido de Abreu, foi fundada em 1847, como "Colônia Tereza". O fundador foi o médico francês, João Maurício Faivre, com apoio da Imperatriz do Brasil, Dona Tereza Cristina. Mais tarde daria origem aos Municípios de Cândido de Abreu e Reserva. O núcleo não vingou. Anos depois, imigrantes poloneses, ucranianos, alemães e alguns brasileiros, se instalaram na mesma região e fundaram a Colônia Cândido de Abreu. O município foi distrito de Reserva até 1954. O nome é homenagem a Cândido Ferreira de Abreu, que ocupou o cargo de Diretor do Serviço de Colonização do Paraná. A Paróquia Senhor Bom Jesus, pertece a Diocese de Guarapuava.






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Carambei: cidade onde surgiu a Batavo



A cidade de Carambeí está localizada na região de Ponta Grossa, a 352 quilômetros de Campo Mourão. Pela estimativa do IBGE divulgada em 2019, está com 23.415 habitantes. O Censo de 2010 apontava para 19.163 moradores. Tem o 17º melhor salário médio do Paraná, quase 3 mínimos de média por habitante e 41 por cento dos moradores têm carteira assinada.




Oitenta por cento da cidade de Carambeí é servida por rede de esgoto. A arborização, principalmente na área central, deixa a desejar. Praticamente toda a cidade é asfaltada, incluíndo os bairros mais afastados do centro. A parte sul do perímetro urbano é cercada por um grande bosque com cerca de 3 quilômetros de extensão.




Fundada por Holandeses, Carambei tem na sua paisagem os tradicionais moinhos holandeses que enfeitam a cidade. O da foto acima é de um restaurante/lanchonete, localizado às margens da rodovia que liga Ponta Grossa a Castro (Carambeí fica entre estas duas cidades).




Carambéi surgiu a partir de uma fazenda fundada pelos holandeses em 4 de abril de 1911. Alí eles criaram a Cooperativa Batavo (atual Frísia). Uma curiosidade é que a Batavo surgiu por acaso. A empresa ferroviária Brazil Railway Company, fez um contrato com os imigrantes holandeses para o fornecimento de leite e comida aos operários que trabalhavam na construção da estrada férrea São Paulo-Rio Grande. Foram criadas várias fábrica de queijo e leite, que anos mais tarde foram incorporadas em uma empresa chamada Batavo.




Em 1966, Carambei foi elevada a condição de distrito de Castro. Só virou município em 1995, sendo instalado em 1 de janeiro de 1997. Embora a economia fique baseada na agropecuária e na grande produção de leite e seus derivados, o município tem uma área com 24 mil hectares de soja. A cidade conta com agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica e outras duas instituições particulares.




A Paróquia Nossa Senhora da Conceição pertence a Diocese de Ponta Grossa. Por sua origem europeia, grande parte dos habitantes frequentam a Igreja Luterana. Carambeí tem cerca de 6 mil e 400 imóveis residenciais, 141 indústrias e pouco mais de 400 empresas comerciais. Além da Batavo (hoje Frisia) também estão em Carambeí a AmBev e a Tetra Pak.




Carambeí tem vários eventos. A principal é a Exposição Agropécuária (maio). Em abril acontecem a Festa dos Imigrantes. Em outubro é realizada a Festa das Tortas e dezembro tem a Festa de São Nicolau. Um dos pontos turístico é o Parque Histórico e Parque Nacional dos Campos Gerais, além da cachoneira do Tamanduá.



Corbélia: Cidade das Flores



Corbélia está localizada a 147 quilômetros de Campo Mourão e 34 de Cascavel. Pela estimativa feita pelo IBGE em 2019, tem 17.071 habitantes. Ocupa a posição 110 entre os 399 municípios do Paraná. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 98 por cento. Em PIB per capita é o 113º do Estado. Tem um dos mais baixos índices de mortalidade infantil: 4 para 1.000 nascidos vivos. Metade da cidade conta com rede de esgoto. Uma cidade bem arborizada.




Por ser considerada como "Cidade das Flores", esperava encontrar mais flores em canteiros centrais, calçadas e na praça central. A data do aniversário é 8 de dezembro.




Corbélia é servida por agências da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e outras duas instituições bancárias privadas. Na cidade são 5.553 imóveis residenciais e 555 empresas comerciais. Contabiliza ainda 39 indústrias. Tem duas emissoras de rádio. A média é de 1 automóvel por residência.




Os pioneiros vieram do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A localidade foi sendo ocupada de forma tranquila, mas o crescimento por causa da exploração da mata de Araucária criou conflitos e foi preciso a ação do Governo. Em 1953 formou-se o povoado às margens da estrada que liga Cascavel à região Norte do Estado. Seu idealizador foi Armando Zanatto, descendente de italianos, que, acatando sugestão, deu o nome de Corbélia. Distrito de Cascavel, foi emancipado em 1961.




Na agricultura a maior área plantada é com soja (32.778 ha), milho (17.106 ha), trigo (15.613 ha). Destaque para a produção de frangos.




No período de aniversário (dezembro) acontece a Festa das Flores (Expobelia) com shows, gastronomia, parque de diversões e exposições. O município realiza em outubro o Jocorbs, envolvendo mais de 3 mil crianças e adolescentes na disputa de diversas modalidades. É como se fossem os "Jogos Olímpicos" de Corbélia.




Praticamente todas as ruas de Corbélia tem nomes de flores. A avenida central é dividida por uma rotatória. De um lado é denominada de Paraná e do outro Santa Catarina. Outra avenida que corta a cidade é a Rio Grande do Sul.




A Paróquia São Judas Tadeu pertence a Diocese de Cascavel. A Paróquia transmite as missas ao vivo pelo Facebook. O nome da transmissão é "Paróquia Conectada".




Chama a atenção que na esquina, do outro lado da igreja, tem uma grande imagem de Nossa Senhora Aparecida.



 
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