ALTAMIRA DO PARANÁ /

AMPÉRE /

ANTONINA /

APUCARANA /

ARAPONGAS /

ASSIS CHATEUBRIAND /

ASTORGA /

ATALAIA /

BOA ESPERANÇA /

BOM SUCESSO /

CIANORTE /

CIDADE GAÚCHA /

CRUZEIRO DO SUL /

DIAMANTE DO NORTE /

DOUTOR CAMARGO /

ENGENHEIRO BELTRÃO /

ESTRADA DE TERRA ALTAMIRA DO PARANÁ A LARANJAL

FAROL /

FÊNIX /

FLORESTA /

GUAIRAÇÁ /

GUARATUBA /

IBIPORÃ /

IGUARAÇU /

INAJÁ /

INDIANÓPOLIS /

IRETAMA /

IRATI /

ITAMBÉ /

ITAÚNA DO SUL /

IVATUBA /

JANDAIA DO SUL /

JAPURÁ /

JURANDA /

LARANJAL /

LINDOESTE /

LONDRINA /

LUIZIANA /

MAMBORÊ /

MANDAGUAÇU /

MARIA HELENA /

MARIALVA /

MARINGÁ /

MATINHOS /

MORRETES /

NOVA CANTU /

NOVA ESPERANÇA /

NOVA LONDRINA /

NOVA OLÍMPIA /

PAIÇANDU /

PALMITAL /

PARAÍSO DO NORTE /

PARANACITY /

PARANAGUÁ /

PARANAVAÍ /

PATO BRANCO /

PEABIRU /

PITANGA /

PONTAL DO PARANÁ /

QUARTO CENTENÁRIO /

QUATRO BARRAS /

QUINTA DO SOL /

RIO IVAÍ PELA BALSA /

ROLÂNDIA /

RONCADOR /

RONDON /

SABÁUDIA /

SANTO ANTONIO DO CAIUÁ /

SÃO CARLOS DO IVAÍ /

SÃO JOÃO DO CAIUÁ /

SÃO PEDRO DO IVAÍ /

SÃO TOMÉ /

SARANDI /

TAMBOARA /

TOLEDO /

TRÊS MORRINHOS (Terra Rica) /

TUNEIRAS DO OESTE /

UMUARAMA /

UNIFLOR /



























   














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Altamira do Paraná: (Edição de Aniversário)



COMEÇAM HOJE (21) E TERMINAM NO DOMINGO (28), OS FESTEJOS DOS 37 ANOS DO MUNICÍPIO DE ALTAMIRA DO PARANÁ. No domingo, dia 28, na praça central, será servido o Carneiro Recheado. Cada convite para saborear o prato típico custa 40 reais e quase todos os 1.000 convites já foram vendidos. Na programação várias atrações artísticas e culturais que você pode conferir através do site da prefeitura de Altamira do Paraná


Pelo censo de 2010, Altamira do Paraná, tem 4.306 habitantes, mas pela população estimada em 2018, deve estar com 2.209 moradores. Essa diferença não agradou por lá, pelo menos com quem nós conversamos. "A cidade melhorou muito em 10 anos, e o IBGE vem dizer que perdemos metade da população", comentou um morador. Altamira do Paraná, esta localizda a 128 quilômetros de Campo Mourão.




O nome Altamira significa "que vem do alto". Só que esse não é o caso. A denominação da cidade é uma homenagem da colonizadora Codal a Altamira do Pará. Em 15 de junho de 1983, o local conhecido por Altamira, ampliou para Altamira do Paraná, porque já existia um município no Pará com o mesmo nome. Até fevereiro de 1983, era distrito de Palmital.




De uma ponta da cidade, onde está a Coamo (vindo de Campina da Lagoa) até a saída para Laranjal, são 2 quilômetros e meio. A maioria das ruas são em curva. Além disso, o relevo tem altos e baixos. Essa duas situações dão um charme especial para a cidade, que tem ruas bem conservadas e sinalizadas. A foto acima é uma das poucas retas que tem por lá.




Altamira do Paraná tem lotérica, Banco Cresol, correspondentes Banco do Brasil e Bradesco, Hospital Municipal, Parque do Lago. O prato típico é o Carneiro Recheado e foi incluído no calendário estadual, inclusive com incetivo do governo do Paraná, fato raro entre os municípios. Por lá, a virada do ano também é diferenciada e atrai grande público, até de cidades vizinhas.




A Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Altamira do Paraná, pertence a diocese de Guarapuava. Sempre no dia 12 de outubro, acontece grande a festa da padroeira. No evento tem peregrinação da imagem da santa pelas comunidades rurais. Uma das atrações é a churrascada com leilão de gado e prêmios.







Porto Rico: praia, pesca, famosos, mansões e pousadas



Porto Rico, a 214 quilômetros de Campo Mourão, no extremo noroeste do Estado, às margens do Rio Paraná, na divisa com o Mato Grosso do Sul, conta com apenas 2.561 habitantes.

Não tem nenhuma indústria e apenas 112 empresas comerciais e de prestação de serviços. Fica entre os 15 menos habitados do Paraná.

Não está entre os 230 mais ricos. Mas isso não é problema. É lá que o pessoal do dinheiro investe em compra de terrenos e imóveis de alto padrão....




Até 1964, Porto Rico, foi distrito de Loanda. A cidade atrai pessoas de todo o Brasil por causa das suas praias de água doce. O município é banhado pelo Rio Paraná que em alguns pontos tem quase 2 quilômetros de largura.




A padroeira de Porto Rico não poderia ser outra a não ser Nossa Senhora dos Navegantes. Em agosto é realizada a Festa dos Navegantes, que já tem mais de 50 anos. A prefeitura programa shows às margens do Rio Paraná e autoriza barracas de comidas típicas e parque infantil.




Porto Rico também conta com diversão na água, mas fora do Rio Paraná. Um fato que chama a atenção na cidade é a quantidade de lanchas. Principalmente no verão, é comum tratores e automóveis puxando os barcos pelas ruas com o povo em cima. "Parece que barco por lá é uma circular".




Porto Rico também conta com boas pousadas, mas no comércio são poucas opções. Na avenida principal, por exemplo, só tem uma farmácia.

Vá preparado, tem muito pernilongo, e um que eles chamam por lá de "mutanga", um mosquitinho que pica mesmo.




É impressionante o que tem de loteamentos, imóveis em construção e condomínios fechados. Mas praticamente todos são de pessoas que moram em outras cidades.




O local que mais atrai em Porto Rio é a praia de água doce. Para chegar lá só de barco. São 3 quilômetros pelo Rio Paraná. O valor ida e volta é de 40 reais (Março/2019).




Não tem quase diferença entre a praia do mar e a de Porto Rico. É um festival de lanchas. Você também pode contratar um passeio de barco pelo Rio Paraná, ou ainda se divertir no banana boat. Na prainha tem bares servindo bebidas e porções. As instalações são de madeira. No local você pode alugar ou comprar o guarda sol.




O "Zóio", ou "Zóinho", é uma das pessoas mais conhecidas em Porto Rico. Há mais de 30 anos, ele conduz barcos pelo Rio Paraná, e agora atende turistas. Disse que vira e mexe tem gente famosa por lá. "Aquele narrador de futebol, Fiori Gigliotti (já falecido), passava por aqui uma vez a cada seis meses. Tem artista de novela, cantor sertanejo e muita mulher bonita". Contou que a maioria dos famosos chega de helicóptero.







Marmeleiro: cidade monitorada por câmeras



Marmeleiro está localizada no Sudoeste do Paraná a 371 quilômetros de Campo Mourão, grudadinha com Francisco Beltrão. O município tem 14 mil 346 moradores. Em riqueza ocupa a posição 170, entre os 399 municípios paranaenses. Apenas 26 por cento da cidade tem rede de esgoto.

O que mais se planta por lá é soja. São 3 mil 106 moradias na área urbana e 1.683 na área rural. Conta com 40 indústrias que geram 644 empregos. No comércio são 168 empresas e 755 vagas de trabalho. As 147 empresas prestadoras de serviços empregam 964 pessoas. Possui agências da Caixa e Banco do Brasil. Tem duas emissoras de rádio.




Paróquia de Santa Rita de Cássia, promove grande festa no dia 22 de maio em homenagem a padroeira.

Até 1915, quem habitava a localidade eram índios. O auge da colonização ocorreu nos anos 40, com grande fluxo de gaúchos e catarinenses. O nome do município se deve a árvore encontrada nas barrancas do rio do mesmo nome, o qual banha a cidade.

Uma empresa de Carazinho, no Rio Grande do Sul, que vendeu lotes na cidade, fornecia madeira para construir as casas. Até 1960 foi distrito de Francisco Beltrão.

A cidade de Marmeleiro tem sistema de monitoramento por câmeras de segurança. São onze câmeras de alta resolução na cidade e no Distrito de Alto São Mateus. O controle é feito pela Polícia Militar.

A cidade tem indústria de baterias, artefatos de inox e laticínios.







Santa Isabel do Ivaí: cidade onde nasceu o dono da Rede Nissei



Santa Isabel do Ivaí, está localizada no Noroeste do Paraná, a 190 quilômetros de Campo Mourão e a 37 km da divisa com o Mato Grosso do Sul. A população é de 8.760 habitantes, dos quais 7.062 estão na área urbana. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 100 por cento, a maior do Paraná. Em riqueza ocupa a posição 318 entre os 399 municípios paranaenses. A cidade conta com 46 por cento de rede de esgoto




Santa Isabel do Ivaí, teve início nos anos 40, como um povoado formado por produtores de café. Em 1953 foi elevado a distrito de Paranavaí e dois anos depois era município. Isabel é o nome da mãe de um dos sócios da colonizadora




A Paróquia Santa Isabel Mãe do Precursor pertence a Diocese de Paranavaí.

Santa Isabel do Ivaí realiza a festa de aniversário no mês de julho. A população escolhe os shows através de uma enquete no site da prefeitura.

Um fato que os moradores não esquecem foi o surto de toxoplasmose ocorrido em novembro de 2001, quando 462 pessoas contrairam a doença. O surto é considerado o maior do mundo e ocorreu devido a fezes de gatos perto do reservatório de água responsável pelo abastecimento (o sistema é municipal sem participação da Sanepar).

VOCÊ SABIA?? ....O fundador da Rede Nissei de Farmácias, Sérgio Maeoka, nasceu lá em 1960. Com a crise do café a família decidiu morar em Apucarana, onde Maeoka, adolescente, foi entregador de uma farmácia. Nunca mais deixou esse ramo. Já adultou vendeu o seu automóvel Chevette e montou a primeira farmácia em Curitiba.




Santa Isabel do Ivaí tem 2.571 residências na cidade e 747 na área rural.

O município tem 34 indústrias de pequeno porte que empregam 324 pessoas. No comércio são 96 empresas e e 285 empregos. A prestação de serviços é responsável por 526 vagas.

Tem agências do Banco do Brasil e Bradesco Dia e Noite. O município é sede de comarca.







Maripá: o décimo mais rico do Paraná, e tem tratoródromo



A 183 quilômetros de Campo Mourão e 42 km de Toledo, está a cidade de Maripá. Tem 5 mil 684 habitantes. Ocupa a posição 279 em moradores. O município tem o 17º melhor salário dentre os 399 municípios do Paraná. E acredite. É o décimo mais rico do Estado. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de quase 100 por cento. Trinta por cento da cidade tem rede de esgoto.

Maripá é conhecida como a Cidade das Orquídeas, pelo cultivo nas árvores da cidade.

Em abril durante os festejos do município é realizado o "arrancadão de tratores". A cidade tem o tratoródromo para disputa de tratores modificados. Tem trator que chega perto dos 150 quilômetros por hora.




O local começou a ser povoado nos anos 50 pela Industrial Madeireira Colonizadora Rio - Paraná (Maripá), mesmo nome da cidade. Em 1964 , o plantio de soja foi intensificado, e desde então é o carro chefe. Distrito de Palotina, o município foi instalado em 1993.

FOTO Igreja Nossa Senhora de Fátima, pertence a diocese de Toledo.




Maripá tem 1.202 moradias na cidade e 874 na área rural. As 35 indústrias geram 432 empregos. O comércio conta com 57 empresas que proporcionam 274 empregos. O setor de serviços com 50 estabelecimentos proporcionam 439 vagas de trabalho.

A cidade tem agências da Caixa e Banco do Brasil.






Expo-Londrina: quanto custa para se divertir?



A Expo Londrina é uma feira agroindustrial realizada pela Sociedade Rural do Paraná. Atrai pessoas de todas as regiões do Brasil e do exterior. É anunciada como a maior feira agroindustrial da América Latina.




Quem vai de carro, o preço para estacionar no Parque de Exposições de Londrina é 25 reais. Muito caro. O valor é tão elevado, que muitos motoristas deixam os veículos em estacionamentos particulares por 15 reais e percorrem até 1 quilômetro à pé. Para entrar no parque são mais 14 reais por pessoa. Quem quiser assistir aos shows e rodeios precisa pagar de 50 a 100 reais dependendo do dia.

FOTO: Em várias barracas de alimentação tem música ao vivo. O repertório é sertanejo ou nordestino




O parque de diversões tinha dois valores para a Expo-Londrina 2019. Na roda gigante (duas) era cobrado 15 reais e nos demais brinquedos 10 reais. Vamos somar: estacionamento R$ 25, entrada R$ 15 por pessoa, 1 brinquedo 10 reais. Total: 50 reais.

No momento em que estávamos no parque, um cavalo que havia participado de um julgamento, ficou furioso e avançou sobre a multidão. Nove pessoas ficaram feridas entre elas uma criança.




Um problema sério na exposição de Londrina, é que não existe sistema único de som. Cada barraca tem seu equipamento, o parque tem o dele, os estantes das emissoras de rádio fazem suas programações, o leilão tem outro. Cá entre nós, uma bagunça o sistema sonoro. Quando alguém perde a chave do veículo ou precisa encontrar uma criança não tem a quem recorrer.

FOTO:
Estande do Exército com vários armamentos, entre eles uma metralhadora que dispara 100 tiros por minuto é chamada de "ponto 50".




Além dos armamentos, o Exército também apresentou blindados e veículos de transporte militar.




A RIC TV, afiliada da Rede Record, movimentou um estante com auditório. Várias apresentações de artistas locais e também da região como uma Orquestra da Viola de Maringá.




Pelas ruas do parque de exposições muitos passeios em cima de mini touros, touros enormes e cavalos. Mas o que chamou mesmo a atenção da piazada foram os carros elétricos que estavam à venda. Modeles iguais aos de verdade, só que com tamanho reduzido.




Para os adultos tinha uma exposição de carros de passeio modificados. Na foto acima, um Chevette dos anos 80 com um motor turbo 2.0 da Volkswagen.




Muitas revendedoras de veículos na Expo-Londrina. As atenções ficaram no estande da Chevrolet, que colocou para vender, nada mais nada menos que o Camaro SS (foto). O carro é o top dos Camaros. Tem 460 cavalos e 62 de torque. Chega a 320 por hora e estava à venda por 350 mil reais. DETALHE: As revendas de veículos apresentavam grandes descontos para produtores rurais, mas essa redução de preços não valia para os demais consumidores.




A atração que mais emocionou na Expo-Londrina 2019, foi a da Esquadrilha da Fumaça. Quem estava no parque sábado (13/04/2019) à tarde, parou o que fazia para assistir ao espetáculo.







ÁRVORE PRESERVADA - Percorrendo algumas localidades na divisa do Paraná com Mato Grosso do Sul, encontramos uma árvore bem no meio desta estrada sem asfalto. Pelo jeito, deve ter muito significado para os sitiantes que moram alí por perto. Clique aqui e veja mais situações, curiosas, engraçadas e inovadoras que encontramos no meu Paraná.



Santa Mônica: mais moradores na área rural que na cidade



No extremo noroeste do Paraná, a 161 quilômetros de Campo Mourão, e a 50 km da divisa com Mato Grosso do Sul, está a cidade de Santa Mônica. Tem apenas 3.944 moradores. A taxa de escolaridade de crianças de 6 a 14 anos é de quase 100 por cento. Em riqueza está na posição 325 dos 399 municípios do Paraná. Apenas 2 por cento da cidade tem rede de esgoto.

Na cidade são 518 moradias e na área rural outras 756. O comércio é formado por cerca de 30 pequenas empresas.




A localidade começou a ser formada no começo dos anos 50, principalmente por Nordestinos que procuravam no Sul do Brasil, áreas para o plantio de café. Santa Mônica, foi o nome escolhido pelo proprietário da primeira indústria madereira instalada no local, em homenagem a filha dele. Até 1993 foi distrito de Santa Isabel do Ivaí.

A maior área do município é destinada ao plantio de cana-de-açúcar. Destaque também para a produção de frangos.

NA FOTO: prédio da prefeitura.




A Paróquia Santa Mônica pertence a Diocese de Paranavaí.

Moradores nos disseram que de vez em quando encontram capivaras pelas ruas da cidade.

Dois fatos que pelo jeito a população de lá não esquece foi o aparecimento de uma onça dentro de uma casa e a queda de um helicóptero em janeiro de 2015. A aeronave faria vôos panorâmicos durante a festa do município, e caiu quando chegava à cidade, matando o piloto.

Grande parte das edificações da rua central da cidade ainda é dos anos 60 e 70.



Iracema do Oeste: estádio com espaço para visitante e não visitante



Iracema do Oeste, é uma cidade localizada a 145 quilômetros de Campo Mourão e a 67 km de Toledo. Desmembrado de Formosa do Oeste, foi elevado à município em 1993. Tem 2.578 habitantes. Em quantidade de moradores está na posição 384 entre os 399 do Paraná, mas situa-se em 127ª entre os mais ricos. Não tem rede de esgoto.




Gostei do estádio. Tem arquibancada e vestiários para os visitantes e outra só para o time local.

O nome da localidade foi sugerido, em 1964, pelo colonizador do primeiro loteamento da vila, Paulo Tricário, em homenagem a sua filha Iracema. Em todo o município são 961 residências.




A Paróquia São João Batista, pertence a Diocese de Toledo. As empresas locais geram 383 empregos. Tem fábrica de biscoitos, bolachas e roupas.



Quatro pontes: pequena, mas entre as 3 melhores do Paraná



No dia em que visitamos Quatro Pontes, chovia e tinha muita neblina. As fotos foram feitas em raros momentos em que o Sol apareceu de forma "tímida".

Quando o assunto é o número de habitantes, Quatro Pontes está na posição 347, entre os 399 municípios do Paraná. São apenas 3.803 moradores. Mas em riqueza, o município ocupa a posição 56.

O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) sempre está entre os três primeiros do Estado só perdendo para Curitiba e Maringá. E em alguns anos ficou à frente de Maringá.

Quatro Pontes é uma cidade localizada a 258 quilômetros de Campo Mourão e 34 km de Toledo. Até 1993 foi distrito de Marechal Cândido Rondon.




Com a taxa de escolarização perto de 100%, Quatro Pontes tem o título de melhor educação do Brasil.

O que mais se planta por lá é milho e soja. É muito grande a criação de frangos e bois.

São 891 moradias na cidade e 462 na área rural. Conta com 42 indústrias gerando 351 empregos. No comércio 51 empresas e 223 empregos. Outras 357 vagas de trabalho estão na prestação de serviços.

CURIOSIDADE: De cada 10 moradores, 8 são alemães ou descendentes. A meta da prefeitura é passar Toledo em quantidade de estradas rurais asfaltadas. Conta com serviços do Banco do Brasil. A cidade tem centro de eventos e clube social com piscina.

FOTO: Praça da cidade. Ao fundo, em estílo alemão, o prédio da prefeitura de Quatro Pontes.




A localidade de Quatro Pontes surgiu na década de 50, pela mesma empresa madereira que fundou Toledo. A extração da madeira foi uma das primeiras atividades.

CURIOSIDADES: Na cidade acontece a eleição de Miss e Mister Terceira Idade, Festival de Danças e Eventos para a decoberta de novos valores artísticos.

FOTO: Imagem da Paróquia Nossa Senhora da Glória.



Presidente Castelo Branco



A cidade de Presidente Castelo Branco está situada a 112 quilômetros de Campo Mourão, às margens da BR-376, que liga Maringá e Paranavaí. O município tem 5 mil 260 moradores. A taxa de escolarização das crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento. Em riqueza, está na posição 288 dos 399 municípios do Estado. Só 9 por cento da cidade tem rede de esgoto.

A maior área agrícola é com o plantio da cana-de açucar. Na cidade são 1.369 moradias e na área rural outras 186. A cidade tem 34 empresas comerciais gerando 124 empregos. Na prestação de serviços são 369 empregos em 21 empresas.

A cidade tem fábricas de móveis, panos de prato, carrocerias e redes esportivas.




Presidente Castelo Branco é uma localidade fundada pela mesma companhia de Maringá, Cianorte, Umuarama e Londrina. Distrito de Nova Esperança, virou município em 29 de novembro de 1965. O nome é em homenagem ao Presidente da República Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco.

FOTO: Paróquia Nossa Senhora Mãe de Deus. Pertence a arquidiocese de Maringá.



Coronel Vivida: queda de meteorito e coronel gago



Coronel Vivida, no Sudoeste do Estado, tem 21 mil 749 habitantes. Está localizada a 357 quilômetros de Campo Mourão. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. Em riqueza, ocupa a posição 144 entre os 399 municípios do Paraná. Cerca de 40 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Até 1955, Coronel Vivida foi distrito de Mangueirinha. O maior espaço agrícola é ocupado pela soja. Destaque também para a criação de frangos e pecuária. Na cidade são 5 mil 273 residências e na área rural mais 2.379.

A cidade tem campus do Instituto Federal do Paraná, Unopar




O município de Mangueirinha conta com 90 indústrias que empregam cerca de 1.200 pessoas. No comércio são 290 empresas gerando 1.400 vagas. A prestação de serviços é responsável por 1.200 empregos.

Tem fábrica de laticínios e indústria de plásticos




Coronel Vivida tem agências da Caixa, Bradesco e Banco do Brasil. Tem 3 emissoras de rádio. São 8 mil 486 automóveis e 1.753 motocicletas.

O município tem mais de 200 cachoeiras.

Geólogos da Universidade de Campinas, descobriram através de imagens de satélite, que na área rural do município tem uma cratera de quase 10 metros de diâmetro, formada pela queda de meteorito.




Paróquia São Roque pertence a diocese de Palmas. O santo é celebrado todos os anos com grande festa no mês de agosto.

O nome do município é em homenagem a um coronel de Palmas, chamado Firmino Teixeira Baptista. Ele tinha a mania de falar "QUE VIDA". Ele era gago, e acabava em “que vivida!”.



Marechal Cândido Rondon: tome um chopp produzido na hora



Em Marechal Cândido Rondon tem chopp em praticamente todos os restaurantes, bares, lanchonetes e outras casas do gênero, mas se quiser tome um feito na hora, produzido ali do seu lado. A foto acima é de uma fábrica de chopp no centro da cidade. Ao lado, o estabelecimento onde é servido. Sai da produção direto para o consumidor. A parede é de vidro e mostra como é feito.




Marechal é assim mesmo. Tem até uma casa de um combatente nazista que virou ponto de encontro para tomar um drink e saborear um lanche ou porção. A casa, que chegou a ser um espaço cultural, acabou transformada em pub e pertenceu ao alemão Heribert Hans Gasa. Era um graduado militar que atuou na Segunda Guerra Mundial, e após o conflito decidiu se refugir em Marechal. O imóvel foi construído em 1961. São vários cômodos com decoração, incluindo passagens secretas e até piscina.




Em Marechal, para cada lado que você olhar, tem alguma coisa no estilo alemão.

FOTO ACIMA: O Fórum que fica perto da prefeitura, é uma amostra de quanto é forte a tradição alemã.




E o que não dizer da fachada do Centro de Eventos, que fica no Parque de Exposições. Tem quase uma quadra e é todo coberto. Alí durante a Expo-Rondon é servido o tão famoso Boi no Rolete. A festa é uma das maiores do Brasil, realizada em julho, durante os festejos de aniversário do município....Claro, alemão prefere o porquinho, mas ali perto, Toledo já registrou o "Porco no Rolete".




O Parque do Lago de Marechal Cândido Rondon, é um cartão postal. Pista de caminhada, espaço para exercícios, tem sanitários, água gelada, sinal de wi-fi de graça. Tem um mirante, mas estava interditado. Muitas capivaras, bastante peixe, patos e bonitas aves. É muito bem cuidado. A noite é todo iluminado. Tem até funcionário da prefeitura para dar orientação, mas faltam brinquedos para as crianças e árvores ao redor da pista de caminhada. Com sol forte é complicado.




E se tem uma obra que chama a atenção em Marechal, é a do Teatro Municipal. Um dos maiores do Brasil, bem ao estilo alemão. Terá capacidade para 900 pessoas. A obra está orçada em mais de 13 milhões de reais. O problema é a demora na construção. Começou em 2009. É feito em etapas. Alguns moradores me contaram que vez ou outra a obra paralisa por vários meses.




O trânsito de Marechal Cândido Rondon é bem sinalizado. Tem radar, semáforos, câmeras e vias de mão única. Apresenta algumas curiosidades: em vários trechos o estacionamento foi recuado para permitir ciclovias. Em várias quadras da área central existem estrutura de ferro para colocar bicicletas e cadear. Em alguns cruzamentos o nível da rua foi elevado para redução da velocidade. O trânsito é complicado nas entradas e saídas da cidade.




Quanto o assunto é religião, a grande parte dos moradores se divide entre duas igrejas. A católica representada pela Paróquia Sagrado Coração de Jesus (primeira foto), que pertence a diocese de Toledo. E a Igreja Luterana Cristo. Essa igreja faz referência ao pastor negro Martins Luter King, que nasceu em 1929 e foi assassinado em 1965. Por defender os negros ganhou o Nobel da Paz.




Marechal Cândido Rondon, município emancipado de Toledo em 1961, tem 52 mil 379 habitantes. As indústrias, no total de 248, várias grandes, empregam 6.133 pessoas. O comércio com 814 empresas geram 4.451 empregos e a prestação de serviços outros 5.263. Está na posição 52 entre os mais ricos do Paraná, de um total de 399 municípios.

Conta com frigoríficos da Frimesa e Copagril.

NA FOTO: A Sooro é a maior produtora de proteína láctea da América Latina. Essa empresa transforma o soro do leite em diversos produtos.




O território de Marechal Cândido Rondon foi um empreendimento nos anos 50, da colonizadora Madeireira Rio Paraná S/A. Em 1953, a vila General Rondon passou a ser distrito de Toledo. O nome é uma homenagem a Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958), militar, geógrafo, conhecido como “sertanista e desbravador”.




Marechal não é uma cidade com prédios altos. Tem 4 edifícios com mais de 13 andares.



Formosa do Oeste: nome e santo a pedidos da esposa do fundador



Formosa do Oeste é uma cidade localizada entre Campo Mourão (116 km) e Toledo (75 km), via Goioerê e Assis Chateubriand. Tem 7. 541 habitantes.




O forte da agricultura é soja e milho. Na cidade são 1.874 moradias e na área rural outras 1.037. No comércio são 91 empresas com 465 empregados. (Dados da Rais). A indústria gera em torno de 100 vagas. A taxa de mortalidade infantil é de 12 por 1.000 nascidos vivos. O índice de alfabetização de crianças entre 6 e 14 anos é de 96 por cento. Entre os 399 municípios do Paraná, ocupa a posiçaõ 64 entre os mais ricos. Apenas 5 por cento da cidade tem rede de esgoto.

FOTO - Gruta Nossa Senhora de Lourdes.




Foi desmembrada de Cascavel em 1961. A localidade começou a ser formada em 1958. O nome "Formosa", foi dado por Nilza Pi(e)pino, esposa do proprietário da colonizadora Sinop, que fundou a comunidade. Ela ficou admirada e com as matas e solo fértil. Nilza morreu em acidente de avião nos anos 80 em Maringá. Até 1977 era só "Formosa". Uma lei acrescentou "do Oeste".

Com a colonização, a floresta virgem foi devastada, para dar lugar à agricultura.

FOTO ACIMA: Ainda pela cidade existem algumas grandes árvores da época da colonização.




A Paróquia Santo Antonio. O nome foi um pedido do colonizador Enio Pi(e)pino. Todas as cidades que colonizou pedia esse santo. Pertence a diocese de Toledo.

Formosa do Oeste conta com atendimento do Banco do Brasil e Banco Itaú.

As principais ruas e avenidas têm nomes de capitais brasileiras.



Amaporã: cidade da Tapioca Fest



Amaporã, na região de Paranavaí, a 162 quilômetros de Campo Mourão, tem 6.181 habitantes. O município é dominado pelo plantio de cana-de-açucar e mandioca. Destaque também para a criação de frangos e bovinos. São 1.417 residências na cidade e 431 na área rural.

A cidade é plana cortada por uma grande avenida de duas pistas, que na verdade é a continuação da PR-268, que liga Paranavaí a Planaltina do Paraná. O solo é de areia.




O setor que mais emprega em Amaporã é a agricultura com 1.117 pessoas. A indústria gera 127 empregos e o comércio com apenas 23 estabelecimentos é responsável por 63 empregos. O setor de serviços registra 325 vagas.




Amaporã conta com 1.127 automóveis e 677 motocicletas. Em riqueza o município está na posição 358 dos 399. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. Apenas 20 por cento da cidade tem rede de esgoto.

A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, integra a diocese de Paranavaí.

Amaporã tem um parque estadual. O local é dotado de trilhas. É possível tomar banho nos lagos. Tem área de camping. É permitido fazer churrasco. Uma placa alerta que é proibido o consumo de bebidas alcóolicas e som alto.




A localidade começou a ser formada em 1945, com o plantio de café. Graças as fartas colheitas a comunidade cresceu. Tornou-se distrito em 1955 com nome de Jurema. A instalação do município com o nome de Amaporã ocorreu em 1961. A geada negra de 1975 e os preços do café na década de 80, afastaram muitos moradores. Amaporã, na língua Tupi significa chuva bonita.

O prato típico do município é a "Tapioca Fest", realizada em novembro, mês do aniversário. Tem tapioca de tudo quanto é jeito: formato de pizza, com leite condensado, morango, queijo...



Marquinho: 524 moram na cidade e 4.357 na área rural



Marquinho a 226 quilômetros de Campo Mourão, tem 4 mil 981 moradores. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 99 por cento. Tem apenas 5 por cento de rede coletora de esgoto. É uma cidade pouco arborizada.

FOTO: Hotel na entrada da cidade. A cerca de 10 anos, quando passei por lá a primeira vez, era um restaurante.




A maior área agrícola é com soja chegando a 5 mil e 800 hectares. Destaque também para o rebanho bovino.

Fato curioso é que na área urbana são cerca de 200 moradias e 524 habitantes e na área rural 1.427 casas com 4.357 habitantes.

A cidade tem apenas 22 empresas comerciais e 18 de prestação de serviços. O município tem uma indústria gerando 30 empregos. Mas no campo são 930 pequenos proprietários.




A região é habitada desde 1899. Em 1942 foi fundada a atual sede. Virou distrito de Cantagalo em 1955. Em 1994 uma lei criou o município que foi instalado em janeiro de 1997, com a posse do primeiro prefeito.




A Paróquia Imaculado Coração de Maria pertence a Diocese de Guarapuava.



Não é só na região de Campo Mourão



As imagens acima são amostras da situação em que se encontra a maioria das rodovias nas regiões de Paranavaí, Toledo, Umuarama e Cascavel. Tirando as estradas com pedágio, é difícil encontrar uma em condições adequadas de tráfego. Campo Mourão a Guarapuava, Goioerê a Quarto Centenário são apenas mais duas no imenso mar do descaso com os motoristas.



Terra Rica: José Rico não nasceu lá, mas...



Muita gente acha que José Rico, da dupla com Milionário, nasceu em Terra Rica. Na verdade José Alves dos Santos, nasceu em São José do Belmonte, no Pernambuco em junho de 1946.

Ocorre que ele foi criado em Terra Rica, desde os dois anos de idade, e acabou registrando em cartório, o nome José "Rico" Alves dos Santos, em alusão à cidade onde viveu. O apelido foi inventado por um padre, ainda durante a infância.

Em 1970, Romeu (Milionário) e José foram em busca de sucesso em São Paulo e se encontraram. Ficaram hospedados no "Hotel dos Artistas". José Rico deu seu nome a Romeu, que respondeu: "se você é o José Rico, pode me chamar de Milionário". A partir daquele momento, surgiu a dupla.



FOTOS: O Centro de Eventos de Terra Rica homenageia o músico, que faleceu de infarto, aos 68 anos, em março de 2015




Embora a cidade seja totalmente plana, Terra Rica é o município onde está localizado o famoso "Três Morrinhos", ponto de encontro daqueles que praticam os vôos de asa delta ou querem curtir a natureza.

Terra Rica está localizada a 212 quilômetros de Campo Mourão e 62 de Paranavaí. Faz divisa com São Paulo. Tem 15 mil 212 moradores. Foi instalado em 1955.

VEJA AQUI O ESPECIAL E FOTOS QUE FIZEMOS EM TRÊS MORRINHOS.




Paróquia Santo Antônio de Terra Rica, pertence a diocese de Paranavaí.

O que mais se planta por lá é a cana de açucar. São 10.118 hectares contra 360 de soja e 600 de milho. Destaque também para o rebanho bovino e a mandioca.

Tem 4 mil 379 residências na área urbana e 1.136 na área rural. Cerca de 40 por cento da cidade conta com rede de esgoto.

O setor industrial emprega 1.766 pessoas e o comércio com 141 lojas representa 493 empregos, enquanto a prestação de serviços 1.060 vagas.

Em termos de Paraná, não é considerado um município rico, figurando na posição 313 dentre os 399.

Muita gente que visita Terra Rica vai até a Praia Municipal, também conhecida como Prainha do Garimpo, às margens do Rio Paranapanema. São dois quilômetros e meio de rio com área de camping, quiosques, banheiros e lanchonete. Local onde as pessoas passeiam de jet ski e barco e pescam. Fica a 18 quilômetros da cidade.



Ubiratã: ex-prefeitos "caminham" pela praça



Belos canteiros centrais que separam as vias das principais avenidas, chamam a atenção por quem passa em Ubiratã. Os espaços que dividem as pistas são verdadeiros jardins, inclusive com bancos. Tudo bem cuidado e limpo (MARÇO-2019).




Ubiratã tem 21.558 habitantes. Está localizada às margens da BR-369 entre Campo Mourão (96 Km) e Cascavel (87 km). Lá a taxa de alfabetização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. Está entre os 50 municípios mais ricos do Paraná. Só 30 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Em Ubiratã, outra área que merece destaque, é o sistema de trânsito. Ótima sinalização horizontal e vertical. Conta com semáforos e ruas de mão única. Para fazer o retorno na avenida principal, existem espaços nos canteiros centrais (foto). Com isso, o motorista não precisa chegar até o cruzamento, evitando um ponto de conflito.




O calçadão da Praça Vereador Horácio José Ribeiro tem 120 metros de comprimento por 40 de largura. Bem ao lado fica a prefeitura.




Na mesma praça é possível conhecer todos os ex-prefeitos através das estátuas. Elas foram feitas em bronze e de tamanho real. A forma como estão colocadas, sugere que "eles" caminham pelo local. Abaixo de cada estátua uma placa identifica o prefeito e o período da administração.




Até 1961, Ubiratã era distrito de Campo Mourão. Foi colonizada pela Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná (Sinop) em 1954, que comprou a chamada Gleba Rio Verde. Ubiratã na língua indígena significa madeira dura.




A paróquia Santo Antônio de Ubiratã, pertence a diocese de Campo Mourão.




Em Ubiratã são plantados cerca de 54 mil hectares de soja e 51 mil de milho. Em 2011, a Copacol, Coagru e Cooperflora, criaram a Cooperativa Central Unitá, inaugurando em 2013, uma unidade industrial que abate 230 mil frangos por dia e gera cerca de 1.100 empregos.

As indústrias empregam 2 e 500 pessoas e o comércio com 298 empresas gera 1.393 vagas, enquanto a área de serviços é responsável por mais 1.959 empregos.



Nova Santa Rosa: pequena, mas vai bem no ranking econômico



Nova Santa Rosa, é uma cidade pequena, mas difere de outras do seu porte. As residências, em sua maioria, são de médio e alto padrão. A economia está entre as 65 maiores do estado. Tem 6 mil 743 veículos para 8 mil 171 habitantes.

Nova Santa Rosa, está localizada na micro região de Toledo, a 224 quilômetros de Campo Mourão.

A colonização começou em 1953, com famílias de alemães e descendentes, oriundos de Santa Rosa, Rio Grande do Sul. A localidade foi fundada pela colonizadora Maripá, a mesma de Toledo.

O distrito foi elevado a município em 1977.

São 1.949 residências na área urbana e 841 na zona rural.




Em homenagem, batizaram as principais ruas com os nomes dos distritos do município gaúcho de Santa Rosa (Boa Vista, Santo Cristo, Horizontina, Três de Maio, Tucunduva, Tuparandi, Campinas, Cruzeiro, Ubiretama, Porto Lucena e Porto Mauá).

O índice de escolarização de crianças de 6 e 14 anos é de quase 100 por cento. Tem apenas 4 por cento de rede de esgoto.




A cidade tem dois templos principais. A paróquia Santa Rosa de Lima (foto), e a paróquia evangélica dos luteranos.

Na agricultura destaque para soja, milho e suinocultura.

O município tem 45 pequenas indústrias e 96 empresas comerciais.



Palmeira: cidade com 200 anos e que surpreende



Quando viajamos até Curitiba, ou ao litoral, passamos por Palmeira, na região de Ponta Grossa. Ocorre que enxergamos uma pequena parte da cidade, que fica mais no alto. O centro, com prédios históricos e bastante movimento, fica na região mais baixa e que não aparece para quem está na rodovia.




Palmeira tem 33 mil 757 moradores. O trânsito e o comércio são bem movimentados. Tem semáforos, ruas de mão única e câmeras de segurança. Está localizada a 375 quilômetros de Campo Mourão e a 46 de Ponta Grossa.




Nos bairros ou área central, a arborização faz jus ao nome. O lugar é antigo. O povoado fundado em 1819, tem 200 anos (abril 2019). Foi a partir de 1870 que ganhou impulso com a chegada de colonos russos e alemães.




Palmeira tem vários prédios históricos, além da Casa Fazenda Cancela, um museu e edifício histórico na Colônia Witmarsum.




O prato típico é o Pão no Bafo, considerado como patrimônio cultural do município. É um pão com repolho e carne de porco da culinária alemã.




Quase 80 por cento da cidade tem rede de esgoto. Na área urbana são 6.439 residências e na zona rural outras 4.544. As indústrias locais geram 2.437 empregos. O comércio com 379 empresas são responsáveis por outros 1.341. O setor de serviços emprega 2.570 pessoas. A taxa de mortalidade infantil é de 13 por 1.000.




Em uma parte alta da cidade, encontramos em exposição, um tanque de guerra e um canhão. Na segunda Guerra Mundial, a cidade de Palmeira, mandou para a Itália dezenas de soldados (pracinhas da Força Expedicionária Brasileira).

A cidade tem 3 emissoras de rádio e cerca de 12 mil veículos.

Palmeira mistura o antigo e moderno.




Igreja Nossa Senhora Imaculada Conceição, dedicada à padroeira foi concluída em 1837, tendo passado por algumas reformas. Detalhe: a torre sem relógio foi construída vários anos depois.




O acervo da igreja possui é uma valiosa relíquia histórica. Uma imagem da Santa em madeira que pertenceu a esposa do povoador Mateus Leme, obra do século XVII. O relógio foi instalado em 1911.



Mercedes: bem vindo à terra da cuca



Em Mercedes, a 256 quilômetros de Campo Mourão, na divisa com o Paraguai, a população saboreia mais uma deliciosa cuca do que o tradicional pão frances. As padarias estão repletas delas com os mais diferentes sabores. Lá o bolo inspirado na cozinha alemã, é servido no café, almoço e até no jantar. E em qualquer festa, a cuca não pode faltar.




Mercedes que tem como padroeira, Nossa Senhora Aparecida, tem 5 mil 493 habitantes. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de quase 100 por cento, ficando entre as 20 melhores do Paraná. Apenas 15 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Na avenida João XXIII, a principal da cidade, tem ciclovia. Até 1992, Mercedes foi distrito de Marechal Cândido Rondon. Em 93, elegeu o primeiro prefeito.




A imagem da foto acima é da prefeitura de Mercedes. Parece um daqueles prédios governamentais dos Estados Unidos.




O que mais se planta por lá é soja e milho. Metade da população mora na cidade e a outra na área rural. A área urbana tem cerca de 900 casas.




O parque da cidade tem wi-fi de graça através da chamada árvore digital (canto esquerdo da foto). A energia é captada pela luz solar. Você também carrega o celular.

Mercedes tem 25 pequenas indústrias, a maioria de alimentos e bebidas alcoólicas. Conta com 64 estabelecimentos comerciais e agência do Banco do Brasil.



Chopinzinho: colônia militar criada por D.Pedro II



Chopinzinho fica a 343 quilômetros de Campo Mourão. O município foi uma colônia militar chamada de Chopin, criada por D. Pedro II em 1859. O objetivo era defender o sudoeste do Paraná das investidas argentinas. Em 1909 passou para o domínio civil.




Chopinzinho foi distrito de Palmas e depois de Mangueirinha. Foi elevado a município em 1954. Tem 19 mil 343 habitantes.




O nome Chopinzinho é devido a um rio com o mesmo nome, que, desagua no rio Chopim. O rio foi batizado assim para lembrar um pássaro preto que se chama Chopim ou Chupim.




Em Chopinzinho a taxa de alfabetização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 11 por 1.000. A cidade tem 36 por cento de rede de esgoto.




A cidade tem belas praças. Em Chopinzinho encontra-se a reserva Indígena das tribos Kaygangue e Guarani. No local está a maior área do mundo com Araucária.

Devido a construção da Usina de Salto Santiago, o município perdeu grande área de terras. Hoje, o lago é uma das atrações da região, com esportes náuticos e condomínios.




O antiteatro é um dos orgulhos da população de Chopinzinho. Alí acontecem apresentações de famosas orquestras do Paraná. Espetáculos teatrais e inclusive diversos eventos da programação natalina.




Paróquia São Francisco de Assis, a principal de Chopinzinho, é administrada por franciscanos. A imagem na frente da igreja é do Frei Vito que conseguiu construir colégios e o templo.

O trânsito tem vias de mão única, semáforos, câmeras de segurança e radar.

O município é formado basicamente de pequenos produtores rurais. As maiores áreas são de soja, milho e feijão. Produz bastante leite.

Na cidade são 4 mil 356 residências ou apartamentos e na área rural 2 mil 476 moradias.

A indústria gera 1.156 empregos e o comércio 1.158



Alto Paraná: foi projetada para ser grande, mas o café...



Alto Paraná, tem 14 mil 679 moradores. A cidade está localidade a 137 quilômetros de Campo Mourão e a 25 de Paranavaí. Conta com 60 por cento de rede de esgoto. A taxa de mortalidade infantil é de 32 por 1.000, considerada alta.




A localidade foi fundada em agosto de 1948, pela Imobiliária Ypiranga, de Boralli & Held. Em 26 de setembro do mesmo ano chegaram os primeiros colonos oriundos de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A própria imobiliária construiu hospital, hotel, igreja, cemitério, poços artesianos e campo de aviação. O município foi instalado em 1954, deixando de ser distrito de Nova Esperança.




Nos anos 50, Alto Paraná chegou a ter 36 serrarias. Depois, o café deu um grande impulso ao município, mas as geadas e preços fizeram com que muitas famílias deixassem a localidade. Passou para a produção de seda, mas os preços internacionais cairam. A opção foi pecuária, a cana-de-açúcar, laranja e mandioca.




Na foto acima a Paróquia Santo Antônio de Pádua. Alto Paraná tem agências do Bradesco, Banco do Brasil. A principal avenida tem muitas empresas. As vias são largas, com a área central nitidamente projetada. É pequena, mas estruturada. A gente percebe que se não fosse a crise do café, com certeza Alto Paraná seria uma das grandes cidade do Estado.



Rancho Alegre do Oeste: nome surgiu pelo medo de cobra



Rancho Alegre do Oeste, na região de Campo Mourão, está entre os 25 menores municípios do Paraná. Tem 2 mil 847 habitantes.




A taxa de escolarização das crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 28 por 1.000. Apenas 8 por cento da cidade tem rede de esgoto. FOTO: Posto de saúde da cidade.




Rancho Alegre já foi conhecida como "Mil Alqueires". O nome se deve ao fato de que na época da ocupação existiam muitas cobras e onças. Como prevenção, os pioneiros construíram vários ranchos de madeira. A noite, os moradores iluminavam os ranchos e entre um "gole" e outro contavam causos. Os "ranchos" tinham ambiente animado e "alegre".




Rancho Alegre do Oeste foi elevado a distrito em agosto de 1977 e no dia 4 de julho de 1990 foi criado o município. Até então era distrito de Goioerê. O termo "Oeste" foi incluído para diferenciar de outro município paranaense com o mesmo nome.




A Paróquia São José pertence a diocese de Campo Mourão.

Não existe estrada direta entre Campo Mourão e Rancho Alegre do Oeste. A cidade fica entre Goioerê e Juranda. Por Goioerê são 88 quilômetros e via BR-369, por Juranda são 93 quilômetros, mais pedágio.




O prato típico do município é a Tilápia no Tacho. O município comemora aniversário no dia 20 de março.




Na mesma quadra, lado a lado, tem Correios, Associação Comercial, Posto da Polícia Militar, Academia da Terceira Idade e praça.

No Paraná, tem outra cidade com o nome de Rancho Alegre. Fica na região de Londrina e tem pouco mais de 3 mil moradores. Em breve falaremos dela.



Saudade do Iguaçú: para quem quer pescar e descansar



Saudade do Iguaçú é uma pequena cidade de 5.459 moradores a 318 quilômetros de Campo Mourão e a 85 quilômetros de Francisco Beltrão no sudoeste do Paraná. Os trabalhadores recebem um dos melhores salários do estado. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento.




Saudade do Iguaçú é um munícipio novo. Deixou de ser distrito de Chopinzinho em 1993. As ruas são limpas, bem sinalizadas e iluminadas.




Totens da Polícia Militar com câmeras monitoram a segurança da cidade. Eles estão instalados de forma estratégica pela cidade.




A cidade é cheia de flores. Vasos ornamentam as luminárias instaladas em cada lado da principal avenida.




Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja, realiza todos os anos as festas do Colono e do Motorista.




O município de Saudade do Iguaçú é cortado pelo Rio Iguaçú. As diversas cachoeiras, pousadas e uma barragem atraem turistas. Existe um Iate Clube e pesca esportiva.




No município encontra-se a Usina de Salto Santiago, que entrou em operação em 1980. Até 1997 ficou sob responsabilidade da Eletrosul, quando foi privatizada.




Construída no Rio Iguaçú a hidrelétrica é uma das maiores do Sul do Brasil. A barragem tem 80 metros de altura.



Cruzeiro do Oeste: geada tirou 47 mil habitantes do município



Localizado a 80 quilômetros de Campo Mourão, Cruzeiro do Oeste tem 20 mil 917 habitantes. Ocupa a posição 86 entre os 399 municípios paranaenses.

A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. O índice de mortalidade infantil está em 14 por 1.000. Metade da cidade tem rede de esgoto.




A cidade começou a se formar em 1947 com a chegada dos primeiros moradores. Em 1951 foi elevado a condição de distrito de Peabiru e três anos depois virou município.

O nome é porque a cidade teve início a beira de uma encruzilhada de estradas. Como existiam várias localidades com o nome de Cruzeiro, adotou o termo "Oeste".




Nos anos 60 e 70, Cruzeiro do Oeste, foi o maior produtor de café do Paraná. O município chegou a ter 67 mil habitantes. Para se ter uma ideia, até 1960, Umuarama foi distrito de Cruzeiro do Oeste.

Com a geada negra de 1975, que matou todo a raiz do café, mais de 40 mil habitantes deixaram a cidade.

É possível observar na área central dezenas de edificações da época de ouro do município. Ao contrário de outras cidades que cresceram e substituiram as edificações antigas, em Cruzeiro do Oeste elas permanecem como retrato da grande crise dos anos 70.




Nos últimos 10 anos, Cruzeiro do Oeste vem buscando sua recuperação com a instalação de novas empresas e atraindo moradores.

Em agosto de 2014, entrou para a história da paleontologia mundial, quando foi anunciada a descoberta de restos fósseis de 47 pterossauros (répteis voadores, parentes dos dinossauros) de uma espécie até então desconhecida.




Cruzeiro do Oeste é sede do 7º Batalhão de Polícia Militar responsável por 15 municípios da região. Conta com penitenciária com capacidade para 950 presos, uma das maiores do Brasil.

FOTO: Parque Municipal de Cruzeiro do Oeste. É bonito, mas percebe-se no local vários atos de vandalismo.




Cruzeiro do Oeste é considerada a "Capital do Leite". Na área rural do município encontra-se o "Espaço Torres", onde é possível fazer escaladas, rapel, tirolesa, jogar paintball. Opção para quem gosta de esportes radicais. Fica na saída para Umuarama.

FOTO: Residência em Cruzeiro do Oeste tem fachada parecida com a do Palácio da Alvorada em Brasília.




A paróquia Nossa Senhora de Fátima pertence a diocese de Umuarama. A primeira missa celebrada no município aconteceu no dia 27 de novembro de 1.949, e foi celebrada pelo Padre João Vigário de Campo Mourão.



 
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