ALTAMIRA DO PARANÁ /

ALTO PARANÁ/

AMPÉRE /

ANTONINA /

APUCARANA /

ARAPONGAS /

ASSIS CHATEUBRIAND /

ASTORGA /

ATALAIA /

BOA ESPERANÇA /

BOM SUCESSO /

CIANORTE /

CHOPINZINHO /

CIDADE GAÚCHA /

CRUZEIRO DO OESTE /

CRUZEIRO DO SUL /

DIAMANTE DO NORTE /

DOUTOR CAMARGO /

ENGENHEIRO BELTRÃO /

ESTRADA DE TERRA ALTAMIRA DO PARANÁ A LARANJAL

FAROL /

FÊNIX /

FLORESTA /

GUAIRAÇÁ /

GUARATUBA /

IBIPORÃ /

IGUARAÇU /

INAJÁ /

INDIANÓPOLIS /

IRETAMA /

IRATI /

ITAMBÉ /

ITAÚNA DO SUL /

IVATUBA /

JANDAIA DO SUL /

JAPURÁ /

JURANDA /

LARANJAL /

LINDOESTE /

LOANDA /

LONDRINA /

LUIZIANA /

MAMBORÊ /

MANDAGUAÇU /

MARIA HELENA /

MARIALVA /

MARINGÁ /

MATINHOS /

MERCEDES /

MORRETES /

NOVA CANTU /

NOVA ESPERANÇA /

NOVA LONDRINA /

NOVA OLÍMPIA /

PAIÇANDU /

PALMEIRA /

PALMITAL /

PARAÍSO DO NORTE /

PARANACITY /

PARANAGUÁ /

PARANAVAÍ /

PATO BRANCO /

PEABIRU /

PITANGA /

PONTAL DO PARANÁ /

QUARTO CENTENÁRIO /

QUATRO BARRAS /

QUINTA DO SOL /

RANCHO ALEGRE DO OESTE /

RIO IVAÍ PELA BALSA /

ROLÂNDIA /

RONCADOR /

RONDON /

SABÁUDIA /

SANTO ANTONIO DO CAIUÁ /

SÃO CARLOS DO IVAÍ /

SÃO JOÃO DO CAIUÁ /

SÃO PEDRO DO IVAÍ /

SÃO TOMÉ /

SARANDI /

SAUDADE DO IGUAÇÚ /

TAMBOARA /

TOLEDO /

TRÊS MORRINHOS (Terra Rica) /

TUNEIRAS DO OESTE /

UMUARAMA /

UNIFLOR /



























   














a
-----------------------------    
----------------------
a

 

a

 

a

 

a

 

a

 

a

 

a
------------ 
 







Falecimentos em Campo Mourão (19)

Francisco Batista Sobrinho, 81 anos. Velório no Prever. Sepultamento dia 19.







Ciência nos bares

Começa nesta segunda-feira, 22, cm Campo Mourão
e prossegue até quarta, 22, o Pint of Science.
Serão proferidas 11 palestras gratuitas no Eden Beer (Rua Araruna)
e Cayenna Steak House (Rua Francisco Albuquerque).
Mais detalhes: www.pintofscience.com.br


Falecimentos em Campo Mourão (18)

Sebastião Laurindo dos Santos, 53 anos.
Velório no Prever. Sepultamento dia 19.

Nelson Teodoro de Oliveira, 79 anos
(Presidente do Sindicato Rural de Campo Mourão).

Velório no Prever. Sepultamento dia 19.








Robótica no Colégio Vicentino Santa Cruz - Os alunos do Colégio Vicentino Santa Cruz prepararam algumas surpresas utilizando a robótica e o pensamento computacional para a comemoração do Dia das Mães. Juntamente com os instrutores da 4Makers, os pequenos compartilharam um momento maker com as mães, por meio de algumas atividades lúdicas, mas desafiadoras.

Incentivou-se um encontro de gerações: por um lado, os alunos do colégio, chamados de nativos digitais – porque nasceram e estão crescendo em meio a uma revolução digital – e, de outro, as mães – imigrantes digitais – que precisam acompanhar os filhos nesse novo mundo de desafios.

Os pequenos makers propuseram um desafio para suas mães, elas decifraram uma mensagem especial repleta de pequenos corações que, na verdade, era escrita em código binário. As mães, então, tiveram que, sob a supervisão e instruções dos pequenos, ler as mensagens.

Após o desafio, os alunos mostraram às mães suas habilidades de programação de computadores usando a linguagem de blocos scratch, homenageando cada uma delas com animações. Também, mostraram como programar um robô para que ele executasse algumas tarefas.







Loanda: a capital da torneira



Loanda, município com 22 mil 927 habitantes, está localizado a 190 quilômetros de Campo Mourão, extremo noroeste do Paraná. Ocupa a posição 81 entre os maiores do Estado. Em riqueza é o 270º. Cerca de 40 por cento da cidade tem rede de esgoto. Foi distrito de Paranavai. Em 1955, foi elevado a condição de município. Prevalece o plantio de mandioca, cana-de açúcar e a criação de frangos e bovinos. Na área urbana estão 6 mil 501 domicílios e na área rural perto de 900.




Em Loanda, o setor industrial emprega cerca de 1.900 pessoas. Outras 1.100 atuam no comércio e 1.800 exercem atividades na prestação de serviços. Tem quatro agências bancárias, incluindo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. A cidade conta com duas emissoras de rádio. A quantidade de automóveis é duas vezes maior que o de motocicletas. A taxa de mortalidade é de 14 por 1.000 nascidos vivos.




Loanda foi fundada em 1952 pela empresa Colonizadora Norte do Paraná, a mesma de Londrina, Maringá, Cianorte e Umuarama. Cresceu de forma rápida com o auge do café. O nome surgiu de um concurso realizado pela companhia com os primeiros moradores.




A cidade tem 12 fábricas de torneiras. É considerada polo nacional nessa atividade. Exporta torneiras para todo o Brasil e diversos países.

O município possui instituições particulares de ensino superior como a Facinor e Unopar.

Loanda conta com aeroporto de pista asfaltada de 1.100 metros de comprimento por 23 de largura (300 metros menor que a de Campo Mourão)

Em novembro, durante as festividades do aniversário é realizada a Expo Loanda com Festa do Peão no parque de exposições.

O formato da cidade permite que praticamente todas as ruas cheguem na área mais central, porém isso acaba criando diversos cruzamentos perigosos para os motoristas.

FOTO: A Paróquia Nossa Senhora Aparecida pertence a Diocese de Paranavaí.







C.Mourão receberá Balet do Teatro Guaira

A cidade de Campo Mourão foi incluída no roteiro de espetáculos pelo Paraná que comemora os 50 anos do Balé Teatro Guaíra. A companhia vai apresentar no dia 24 de maio no Teatro Municipal uma mostra de repertório com os maiores sucessos. Junto com a apresentação haverá exposição que relata a história do grupo.



Região tem duas mortes por gripe

Uma morte provocada pela gripe H1N1 foi registrada em Campina da Lagoa e a outra em Moreira Sales. Em todo o Paraná o total de mortos está em 22.



Baile da APAE no dia 25

Para comemorar os 45 anos de fundação, a APAE de Campo Mourão realizará baile comemorativo no próximo dia 25 (sábado). Começará às 21 horas no Celebra eventos. A animação será por conta das Bandas Influência e Corda Crua. Convites na APAE e Fiorella. O preço da mesa para 8 pessoas foi fixado em 400 reais e o convite individual custa 60 reais. A renda será destinada para a manutenção da entidade.







Francisco Alves: nome em homenagem a cantor



A cidade de Francisco Alves, está localizada a 171 quilômetros de Campo Mourão e a 40 quilômetros da divisa com o Paraguai, perto de Guaira. Tem 6 mil 418 habitantes. Está na posição 254 entre os 399 municípios paranaenses e 146º em riqueza. Não tem rede de esgoto.




A colonização começou na década de 1950. Os pioneiros foram atraídos pela cultura do café. Com a geada negra, a maior parte do espaço foi dedicado a pecuária. Hoje voltou o chamado café adensado, soja, milho e trigo e a criação de aves. Foi distrito de Iporã, e elegeu o primeiro prefeito em 1976.

O nome é em homenagem ao cantor Francisco Alves, considerado o Rei da Voz, que morreu de acidente. Em 27 de setembro de 1952, Alves dirigia seu Buick, na rodovia Presidente Dutra, São Paulo, quando colidiu com um caminhão.




Em Francisco Alves a quantidade de automóveis é quase a mesma de motocicletas.

A Escola Estadual do Campo Bairro Catarinense, possui o maior índice do Ideb no Paraná entre as escolas do Ensino Fundamental (7,3).

Na área urbana são 1.508 residências e na zona rural outras 890. O setor industrial gera cerca de 120 empregos. O comércio em torno de 200 e a prestação de serviços outros 400.

FOTO: Paróquia Nossa Senhora Aparecida, pertence a Diocese de Umuarama.



Maringá: reedição especial de aniversário



Maringá, comemorou 72 anos, no dia 10 de maio. A cidade começou a surgir nos primeiros anos da década de 40 na área hoje conhecida como "Maringá Velho". A Companhia Norte do Paraná ao demarcar a região, nomeava os rios e córregos e esses é que davam nomes às futuras cidades. Um dos córregos encontrados recebeu o nome de Maringá, inspirado na canção de Joubert de Carvalho. O nome desse córrego passou ser o da cidade. Até 1951 foi distrito de Mandaguari.



Habitantes:

Maringá - 417.010
Campo Mourão - 94.212
No Paraná:
Maringá - 3º
Campo Mourão - 21º
No Brasil:
Maringá - 63º
Campo Mourão - 320º

Economia:

No Paraná:
Maringá - 54º
Campo Mourão - 82º
No Brasil:
Maringá - 548º
Campo Mourão - 723º

Salário médio do trabalhador

Paraná:
Maringá - 17º
Campo Mourão - 29º
No Brasil:
Maringá - 325º
Campo Mourão - 502º

Mortalidade infantil:

Maringá - 9.9 por 1.000
Campo Mourão - 10.8 por 1.000

Taxa de escolarização de 6 a 14 anos:

Maringá - 98,4%
Campo Mourão - 98,2%

Rede de esgoto:

No Paraná:
Maringá - 21º
Campo Mourão - 43º
No Brasil:
Maringá - 806º
Campo Mourão - 1167º

Arborização:

No Paraná:
Maringá - 88º
Campo Mourão - 73º
No Brasil:
Maringá - 518º
Campo Mourão - 433º


Fatos e curiosidades de Maringá



A catedral de Maringá, foi inspirada no foguete russo Sputnik II, e desenhada pelo arquiteto José Augusto Bellucci. As obras começaram em 1958, mas o templo só foi inaugurado em 1972, quando Maringa comemorou 25 anos. A Catedral é o décimo monumento mais alto do mundo e o segundo da América do Sul. Sua altura é de 124 metros.



Em Pombal, interior da Paraíba, em uma rua com muitos ingazeiros, vivia a linda cabocla de nome Maria do Ingá. Era filha de retirantes nordestinos. Ela faleceu devido a seca, deixando o político Rui Carneiro desolado de tristeza. Rui pediu ao amigo Joubert de Carvalho, que fizesse uma música que exaltasse a mulher amada e sua terra natal. Na fusão das palavras de Maria mais Ingá, surgiu Maringá, dando origem a canção "Maringá, Maringá", que fez sucesso nos anos de 35 e 36.



O projeto da cidade de Maringá é datado de 1943 e assinado pelo urbanista paulista Jorge de Macedo Vieira. O planejamento dividiu a cidade por zonas, de acordo com a função. Na região central com o centro cívico, a Zona 1 ao comércio e à prestação de serviços, as Zonas 2, 4 e 5 residenciais, enquanto as Zonas 3, 6 e 7 áreas residenciais operárias, e assim por diante. Hoje vai até a zona 53. A cidade foi planejada para comportar até 200 mil habitantes. Hoje tem o dobro.




Maringá se destaca hoje pelo setor de comércio, ensino superior e prestação de serviços. O Shopping Catuaí é o segundo maior do interior do Paraná (atrás somente do Shopping Catuaí Londrina). O transporte coletivo é operado de forma radial, ou seja, as linhas têm como destino final o centro da cidade (Terminal Urbano). No trânsito falta sinalizar de forma mais visível os locais mais importantes da cidade. Com veículo perde-se muito tempo na área central.




Maringá é a terceira cidade brasileira com maior concentração de descendentes japoneses. Então nada mais justo que o "Parque do Japão", foto acima.




Em Maringá é possível tomar o café da manhã e almoçar no 25º quinto andar, com vista panorâmica de todos os lados da cidade.




Em Maringá é difícil não encontrar o que se procura: se quiser uma caricatura, por lá tem gente que faz na hora..



Na saída para Iguaraçú (com agendamento) é possível visitar o mosteiro dos Araútos do Evangelho. A obra em fase final, lembra um castelo medieval.







DOIS ARCO-ÍRIS - Nesta quinta-feira, 10/05/2019, em Campo Mourão surgiu arco-íris duplo. O mais forte, como se estivesse sobre a Catedral São José e o mais fraco, um pouco acima. Clique aqui e veja mais situações, curiosas, engraçadas e inovadoras que encontramos no meu Paraná.



Marilena: na Festa do Milho tem o "Rei do Sabugo"



Marilena, é uma cidade localizada a 232 quilômetros de Campo Mourão, e a 20 km de Rosana, na divisa com o Estado de São Paulo. Tem 7.067 moradores e o município ocupa a posição 241 entre os 399 do Paraná.

Marilena tem pontos turísticos naturais e devido a localização na chamada "tríplice fronteira" (São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul). Alí ocorre o encontro dos Rios Paranapanema e Paraná.

De acordo com o Ministério do Trabalho tem o menor salário per capita do Estado. Em rique está na posição 378 do Paraná. Apenas 10 por cento da cidade tem rede de esgoto. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento.

Tem 1.817 residências no perímetro urbano e 721 na áreal rural. As indústrias geram cerca de 100 empregos, o comércio em torno de 200 e a prestação de serviços por volta de 700.




O município de Marilena foi fundado pela colonizadora Paranapanema. O nome é uma homenagem a Maria Helena Volpato, esposa de um dos donos da empresa. O primeiro nome da comunidade foi "Feijão Cru". O inicio da colonização ocorreu no final dos anos 40. Se desenvolveu com o plantio de café. Distrito de Nova Londrina, foi elevado a município em outubro de 1967.

Hoje o município tem uma grande produção de milho. A localicade realiza em setembro a Festa do Milho e a Festa do Peixe na Telha. O evento é conhecido como Festival dos Rios. São escolhidos a Rainha do Milho e o Rei do Sabugo. Também tem muito gado e produção de leite.

A Paróquia Santa Helena pertence a Diocese de Paranavaí. A cidade tem uma indústria de jeans (Titanium Jeans).



Jesuítas: esposa de radialista cria museu do rádio



A cidade de Jesuítas está localizada a 129 quilômetros de Campo Mourão, via Goioerê (trecho precário após Goioerê) ou 154 por Ubiratã (pedágio). O município tem 9.001 habitantes. Faz divisa com Formosa do Oeste, Iracema do Oeste, Nova Aurora e Assis Chateaubriand. Em riqueza ocupa a posição 85 entre os 399 municípios paranaenses. Apenas 20 por cento da cidade tem rede de esgoto. No município, 2.306 residências estão no perímetro urbano e 1.233 na área rural. O setor industrial gera cerca de 220 empregos. No comércio são 422 vagas e 563 estão na prestação de serviços.




Até 1980, Jesuítas foi distrito de Formosa do Oeste, e elegeu o primeiro prefeito no final de 1982. O nome é homenagem aos padres jesuítas espanhóis, que a partir do final do século 19, iniciaram trabalho de catequização em mais de cem mil índios, em terras hoje paranaenses.

FOTO : Jesuítas é um dos poucos municípios brasileiros com Museu do Rádio. Tudo começou em 2015, com a morte de José Costa, fundador da Rádio Vale Verde FM. A esposa decidiu criar um espaço das centenas de peças que compõem a coleção de equipamentos e gravações que estavam na casa. Em novembro de 2017, Helena Miuara inaugurava o Museu do Rádio José Costa, no mesmo terreno da emissora. Com mais de 500 peças, o acervo aumenta a cada semana com doações oriundas de proprietários de rádios de todo o Brasil.




Uma curiosiade em Jesuítas, é que quase todas ruas e avenidas tem nomes de Papas, santos e padres. O município tem muita área com plantio de café. A maior parte das lavouras tem em média 10 hectares e é conduzida por pequenos produtores. A cidade oferece serviços do Banco do Brasil

FOTO: Paróquia Santo Inácio de Loyola.



Realeza: conflito antes da emancipação



Realeza fica a 280 quilômetros de Campo Mourão e a 27 km da divisa com Santa Catarina. Tem 16 mil 894 habitantes e ocupa a posição 108 entre os 399 do Paraná. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 97 por cento. Em riqueza é o 101º do Estado. Só 23 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Os primeiros moradores foram colonos alemães e italianos, que se dedicaram ao plantio de subsistência e à criação de suínos e galinhas. No começo era "Realeza do Pinho", pela grande quantidade da espécie. Em 24 de junho de 1963, com a emancipação, ficou apenas Realeza, mesmo porque já não existia tanto pinho. Foi distrito de Ampére.

CONFLITO - Na década de 50, Jagunços da companhia Clevelândia Industrial Territorial Ltda, lutaram incansavelmente com posseiros, na chamada batalha do “Levante dos Posseiros”, que se findou no dia 10 de outubro de 1957, com a vitória dos posseiros. A Revolta dos Posseiros (ou Revolta dos Colonos) foi um levante organizado por colonos do sudoeste paranaense que teve seu auge em outubro de 1957, quando armados de espingardas, facões, foices, enxadas os agricultores tomaram várias cidades do Sudoeste. Há quem considere a revolta como o único levante agrário armado vitorioso na história do Brasil. A disputa se deu em um território de cerca de 450 mil hectares da região. A cidade de Francisco Beltrão foi tomada por cerca de 6 mil posseiros. Além de Beltrão também foram ocupadas pelos posseiros as localidades de Capanema, Planalto, Realeza, Pranchita, Renascença, Marmeleiro, Pato Banco, Santo Antonio do Sudoeste, Verê e Dois Vizinhos. A Revolta dos Colonos ou Revolta dos Posseiros foi um levante realizado por colonos e posseiros como forma de repúdio aos sérios problemas de colonização da região que se estabeleceu entre posseiros, colonos, companhias de terras grileiras, e os governos federal e estadual.




A Igreja Matriz Cristo Rei chama a atenção pela arquitetura. No município são 4.115 residências na área urbana e 1.607 na zona rural. A indústria local emprega 646 pessoas. Outras 1.227 trabalham no comércio e mais 1.307 exercem atividades na prestação de serviços. A cidade conta com agências do Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Realeza tem a Universidade Federal da Fronteira Sul, o Centro de Ensino Superior e um Centro de Pesquisa da Embrapa.



Perobal: fim do café tirou 20 mil moradores



A cidade de Perobal está localizada a 121 quilômetros de Campo Mourão e a 20 km de Umuarama. O município tem 6.092 habitantes. Em riqueza ocupa a posição 193 entre os 399 do Paraná. A rede de esgoto está implantada em 9 por cento.




Perobal tem esse nome, porque na época da colonização, por volta de 1950, existia grande área de mata fechada, com grandes "árvores de peroba", uma conhecida madeira de lei. Foi distrito de Umuarama, elegendo o primeiro prefeito em 1996. Perobal foi fundado pela mesma companhia que colonizou Maringá, Cianorte, Londrina e Umuarama.

A cidade é conhecida no Brasil pelo tradicional "Perobal Rodeio Fest".




Paróquia São Pedro pertence a diocese de Umuarama.

No final da década de 60, auge do café, o município chegou a ter cerca de 21 mil habitantes, dos quais 18 mil na área rural. Atualmente a economia de Perobal é baseada nos plantios de soja, miho e cana de açucar. A cana começou a ser plantada na década de 80, com a instalação da Cooperativa dos Produtores Álcool e Açúcar. Na década de 1990, a Cooperbal foi vendida ao grupo Sabarálcool

A população de Perobal reclama muito da falta de segurança na cidade e também do grande número de acidentes na rodovia BR-323.

Grande parte das ruas e avenidas são denominadas com nomes de árvores.



Grande público e integração marcam abertura
da Copa Coamo 2019 na Regional Vale do Ivaí




Denominada de Regional Vale do Ivaí, teve início neste sábado, 27, a 15ª edição da Copa Coamo, que é o maior evento esportivo rural do Brasil. O ponta pé da competição reuniu milhares de cooperados, familiares e moradores dos municípios representados nas disputas.




As competições da Regional Vale do Ivaí foram disputadas nas cidades de Engenheiro Beltrão, Fênix, São João do Ivaí, Ivaiporã e Faxinal. Após 106 jogos e mais de 40 horas de bola rolando, a Copa Coamo conheceu ao final da sua primeira etapa os cinco primeiros campeões de um total de 33 que estarão na grande final dia 27 de julho em Campo Mourão.

FOTO - Time do Beija Flor campeão por Ivaiporã




Os campeões da Regional Vale do Ivaí 2019 foram: Ivaiporã (19 times), será representado na grande final em Campo Mourão pelo Beija-Flor que derrotou Ouro Verde por 3 a 0. O finalista de São João do Ivaí (9 times) será a equipe de A Província que ganhou do Santa Luzia por 3x0. O finalista de Faxinal é o Athletic Club Borrazópolis que venceu o Unidos do Barro Preto por 1 a 0. Por Fênix, Sítio do Dinho derrotou a equipe do Misto por 4x1 e estará na grande final. E em Engenheiro Beltrão, foi a única decisão comemorada após as penalidades. No tempo normal, empate por 1 gol entre Figueira do Oeste e Amigos de Quinta do Sol, mas nos pênaltis o título ficou com o Figueira por 4x3.

FOTO - A Provincia foi campeão por São João do Ivaí




A disciplina também foi destaque na primeira regional. Em 106 jogos foram distribuídos apenas 4 cartões azuis e 55 amarelos, e marcados 248 gols com média de 2,4 gol por partida.

FOTO - O representante da região de Faxinal é o Athletic Club




A diretoria da Coamo percorreu os locais dos jogos e ficou satisfeita com os resultados da primeira regional. “Foi uma grande festa, tudo muito bem organizado e uma realização com a qualidade Coamo tudo feito para a alegria e satisfação dos nossos cooperados", comemorou o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini.




Para, Gallassini que é o presidente de honra da Copa Coamo, o evento é um excelente projeto de esporte e lazer. Destacou a integração e felicidade dos cooperados e seus familiares. "Começamos muito bem e esperamos repetir o sucesso das edições anteriores”, comentou.

FOTO - Equipe de Figueira do Oeste, município de Engenheiro Beltrão.




Nesta terça-feira, 30 de abril, serão encerradas as inscrições da próxima etapa da Copa Coamo 2019, na regional Sul e Centro-Sul. Os jogos estão programados para o dia 18 de maio nos Municípios paranaenses de Candói, Cantagalo, Mangueirinha e Coronel Vivida, e nos catarinenses São Domingos e Abelardo Luz. Após o Sul e Centro-Sul, a terceira etapa será na regional Oeste com jogos em Vila Nova, São Pedro do Iguaçu, Toledo, Goioerê e Juranda.

FOTO - Sítio do Dinho vai representar Fênix na grande final em Campo Mourão



Laranjeiras do Sul: já foi capital e tem a lenda da "Noiva do Tapera"



Laranjeiras do Sul é um município de 32.006 habitantes (posição 56 no Paraná), localizado a 270 quilômetros de Campo Mourão, na região Sudoeste. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 96 por cento. Em riqueza está em 275º entre os 399 municípios paranaenses. Tem um dos menores índices de mortalidade infantil: 3,7 por 1.000. Trinta e cinco por cento da cidade é servida por rede de esgoto.




A comunidade de Laranjeiras do Sul começou a se formar em 1898 com a criação do Distrito Policial. Em 1901, foi instalada a Colônia Militar Mallet, cujo objetivo era a instalação de uma linha de telégrafo entre Guarapuava e Foz do Iguaçú. O decreto que criou o município foi assinado em 1946. O até então distrito de Guarapuava com o nome de Iguaçú, recebeu o nome de Laranjeiras, e em 1947 rebatizado para Laranjeiras do Sul.




O que pouca gente sabe, é que Laranjeiras do Sul foi capital. Sim... Capital do Território Federal do Iguaçu, instalada no dia 7 de setembro de 1944. A extinção do Território Federal foi promulgada no dia 18 de setembro de 1946. Laranjeiras perdeu o status de capital e voltou à condição de distrito de Guarapuava. Na cidade, ainda existe o prédio que serviu de Palácio do Governo. Hoje funciona a Câmara dos Vereadores.




Em Laranjeiras do Sul 23.778 habitantes moram na área urbana e 6.462 na área rural (IBGE 2010). A cidade conta com campus Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro); campus da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e Faculdade Alto Iguaçu (FAI). O município planta em média 19 mil hectares de soja. Destaque também para o rebanho bovino e criação de frangos.

A Paróquia Nossa Senhora de Santa Ana, pertece a diocese de Guarapuava.




O setor industrial de Laranjeiras do Sul emprega cerca de 1.000 pessoas. No comércio 320 empresas têm 1.500 funcionários. A prestação de serviços gera 2.173 vagas de trabalho.

Na primeira quinzena de abril acontece a Expoagro, evento organizado pela Sociedade Rural.

Existe uma lenda por lá da "Noiva do Tapera". A mulher vestida de noiva foi estuprada e morta no dia do seu casamento na ponte do Rio Tapera na BR-277. O crime aconteceu há muito tempo, mas motoristas contam histórias do aparecimento dela pedindo carona e chegam a acionar a Polícia Rodoviária.

Na foto: o interior da paróquia Santa Ana, com imagens de madeira no altar.



Iporã: cidade country e do handebol



Iporã está localizada a 156 quilômetros de Campo Mourão e a 61 km de Guaira. Tem 14 mil 981 habitantes. Em riqueza ocupa a posição 223 dos 399 municípios paranaenses. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento e a cidade tem 23 por cento de rede de esgoto. Até 1961 foi distrito de Cruzeiro do Oeste. Milho e soja dominam a agricultura.




Iporã tem 4 mil 156 residências na área urbana e 1.317 na zona rural. Conta com 43 indústrias que empregam 691 pessoas. No comércio 173 empresas geram 618 vagas. Outros 855 empregos são oriundos da prestação de serviços. Possui agências do Banco do Brasil e Caixa Economica Federal e duas emissoras de rádio.

A cidade está ganhando uma unidade de processamento de frangos. É uma forma de contornar o fechamento da empresa Averama (Umuarama) que deixou muitos produtores e trabalhadores desamparados.




Iporã foi fundada pela SINOP (Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná). Nome de origem indígena, significa Àgua Boa.




Quem nasceu em Iporã, em 1989, é a jogadora de Handebol, Amanda de Andrade, campeã mundial pela seleção brasileira. Outro destaque do Handebol da cidade é Haniel que atua na França e foi convidado para atuar no Barcelona. O município tem tradição de muitos anos na modalidade.

Iporã tem várias indústrias de confecções de moda "country". É chamada de cidade country, e tem até uma festa chamada Iporã Country Fest, em outubro, mês do aniversário.

A Paróquia Santo Antonio, pertece a diocese de Umuarama.



Porto Rico: praia, pesca, famosos, mansões e pousadas



Porto Rico, a 214 quilômetros de Campo Mourão, no extremo noroeste do Estado, às margens do Rio Paraná, na divisa com o Mato Grosso do Sul, conta com apenas 2.561 habitantes.

Não tem nenhuma indústria e apenas 112 empresas comerciais e de prestação de serviços. Fica entre os 15 menos habitados do Paraná.

Não está entre os 230 mais ricos. Mas isso não é problema. É lá que o pessoal do dinheiro investe em compra de terrenos e imóveis de alto padrão....




Até 1964, Porto Rico, foi distrito de Loanda. A cidade atrai pessoas de todo o Brasil por causa das suas praias de água doce. O município é banhado pelo Rio Paraná que em alguns pontos tem quase 2 quilômetros de largura.




A padroeira de Porto Rico não poderia ser outra a não ser Nossa Senhora dos Navegantes. Em agosto é realizada a Festa dos Navegantes, que já tem mais de 50 anos. A prefeitura programa shows às margens do Rio Paraná e autoriza barracas de comidas típicas e parque infantil.




Porto Rico também conta com diversão na água, mas fora do Rio Paraná. Um fato que chama a atenção na cidade é a quantidade de lanchas. Principalmente no verão, é comum tratores e automóveis puxando os barcos pelas ruas com o povo em cima. "Parece que barco por lá é uma circular".




Porto Rico também conta com boas pousadas, mas no comércio são poucas opções. Na avenida principal, por exemplo, só tem uma farmácia.

Vá preparado, tem muito pernilongo, e um que eles chamam por lá de "mutanga", um mosquitinho que pica mesmo.




É impressionante o que tem de loteamentos, imóveis em construção e condomínios fechados. Mas praticamente todos são de pessoas que moram em outras cidades.




O local que mais atrai em Porto Rio é a praia de água doce. Para chegar lá só de barco. São 3 quilômetros pelo Rio Paraná. O valor ida e volta é de 40 reais (Março/2019).




Não tem quase diferença entre a praia do mar e a de Porto Rico. É um festival de lanchas. Você também pode contratar um passeio de barco pelo Rio Paraná, ou ainda se divertir no banana boat. Na prainha tem bares servindo bebidas e porções. As instalações são de madeira. No local você pode alugar ou comprar o guarda sol.




O "Zóio", ou "Zóinho", é uma das pessoas mais conhecidas em Porto Rico. Há mais de 30 anos, ele conduz barcos pelo Rio Paraná, e agora atende turistas. Disse que vira e mexe tem gente famosa por lá. "Aquele narrador de futebol, Fiori Gigliotti (já falecido), passava por aqui uma vez a cada seis meses. Tem artista de novela, cantor sertanejo e muita mulher bonita". Contou que a maioria dos famosos chega de helicóptero.



Marmeleiro: cidade monitorada por câmeras



Marmeleiro está localizada no Sudoeste do Paraná a 371 quilômetros de Campo Mourão, grudadinha com Francisco Beltrão. O município tem 14 mil 346 moradores. Em riqueza ocupa a posição 170, entre os 399 municípios paranaenses. Apenas 26 por cento da cidade tem rede de esgoto.

O que mais se planta por lá é soja. São 3 mil 106 moradias na área urbana e 1.683 na área rural. Conta com 40 indústrias que geram 644 empregos. No comércio são 168 empresas e 755 vagas de trabalho. As 147 empresas prestadoras de serviços empregam 964 pessoas. Possui agências da Caixa e Banco do Brasil. Tem duas emissoras de rádio.




Paróquia de Santa Rita de Cássia, promove grande festa no dia 22 de maio em homenagem a padroeira.

Até 1915, quem habitava a localidade eram índios. O auge da colonização ocorreu nos anos 40, com grande fluxo de gaúchos e catarinenses. O nome do município se deve a árvore encontrada nas barrancas do rio do mesmo nome, o qual banha a cidade.

Uma empresa de Carazinho, no Rio Grande do Sul, que vendeu lotes na cidade, fornecia madeira para construir as casas. Até 1960 foi distrito de Francisco Beltrão.

A cidade de Marmeleiro tem sistema de monitoramento por câmeras de segurança. São onze câmeras de alta resolução na cidade e no Distrito de Alto São Mateus. O controle é feito pela Polícia Militar.

A cidade tem indústria de baterias, artefatos de inox e laticínios.



Santa Isabel do Ivaí: cidade onde nasceu o dono da Rede Nissei



Santa Isabel do Ivaí, está localizada no Noroeste do Paraná, a 190 quilômetros de Campo Mourão e a 37 km da divisa com o Mato Grosso do Sul. A população é de 8.760 habitantes, dos quais 7.062 estão na área urbana. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 100 por cento, a maior do Paraná. Em riqueza ocupa a posição 318 entre os 399 municípios paranaenses. A cidade conta com 46 por cento de rede de esgoto




Santa Isabel do Ivaí, teve início nos anos 40, como um povoado formado por produtores de café. Em 1953 foi elevado a distrito de Paranavaí e dois anos depois era município. Isabel é o nome da mãe de um dos sócios da colonizadora




A Paróquia Santa Isabel Mãe do Precursor pertence a Diocese de Paranavaí.

Santa Isabel do Ivaí realiza a festa de aniversário no mês de julho. A população escolhe os shows através de uma enquete no site da prefeitura.

Um fato que os moradores não esquecem foi o surto de toxoplasmose ocorrido em novembro de 2001, quando 462 pessoas contrairam a doença. O surto é considerado o maior do mundo e ocorreu devido a fezes de gatos perto do reservatório de água responsável pelo abastecimento (o sistema é municipal sem participação da Sanepar).

VOCÊ SABIA?? ....O fundador da Rede Nissei de Farmácias, Sérgio Maeoka, nasceu lá em 1960. Com a crise do café a família decidiu morar em Apucarana, onde Maeoka, adolescente, foi entregador de uma farmácia. Nunca mais deixou esse ramo. Já adultou vendeu o seu automóvel Chevette e montou a primeira farmácia em Curitiba.




Santa Isabel do Ivaí tem 2.571 residências na cidade e 747 na área rural.

O município tem 34 indústrias de pequeno porte que empregam 324 pessoas. No comércio são 96 empresas e e 285 empregos. A prestação de serviços é responsável por 526 vagas.

Tem agências do Banco do Brasil e Bradesco Dia e Noite. O município é sede de comarca.



Maripá: o décimo mais rico do Paraná, e tem tratoródromo



A 183 quilômetros de Campo Mourão e 42 km de Toledo, está a cidade de Maripá. Tem 5 mil 684 habitantes. Ocupa a posição 279 em moradores. O município tem o 17º melhor salário dentre os 399 municípios do Paraná. E acredite. É o décimo mais rico do Estado. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de quase 100 por cento. Trinta por cento da cidade tem rede de esgoto.

Maripá é conhecida como a Cidade das Orquídeas, pelo cultivo nas árvores da cidade.

Em abril durante os festejos do município é realizado o "arrancadão de tratores". A cidade tem o tratoródromo para disputa de tratores modificados. Tem trator que chega perto dos 150 quilômetros por hora.




O local começou a ser povoado nos anos 50 pela Industrial Madeireira Colonizadora Rio - Paraná (Maripá), mesmo nome da cidade. Em 1964 , o plantio de soja foi intensificado, e desde então é o carro chefe. Distrito de Palotina, o município foi instalado em 1993.

FOTO Igreja Nossa Senhora de Fátima, pertence a diocese de Toledo.




Maripá tem 1.202 moradias na cidade e 874 na área rural. As 35 indústrias geram 432 empregos. O comércio conta com 57 empresas que proporcionam 274 empregos. O setor de serviços com 50 estabelecimentos proporcionam 439 vagas de trabalho.

A cidade tem agências da Caixa e Banco do Brasil.



Expo-Londrina: quanto custa para se divertir?



A Expo Londrina é uma feira agroindustrial realizada pela Sociedade Rural do Paraná. Atrai pessoas de todas as regiões do Brasil e do exterior. É anunciada como a maior feira agroindustrial da América Latina.




Quem vai de carro, o preço para estacionar no Parque de Exposições de Londrina é 25 reais. Muito caro. O valor é tão elevado, que muitos motoristas deixam os veículos em estacionamentos particulares por 15 reais e percorrem até 1 quilômetro à pé. Para entrar no parque são mais 14 reais por pessoa. Quem quiser assistir aos shows e rodeios precisa pagar de 50 a 100 reais dependendo do dia.

FOTO: Em várias barracas de alimentação tem música ao vivo. O repertório é sertanejo ou nordestino




O parque de diversões tinha dois valores para a Expo-Londrina 2019. Na roda gigante (duas) era cobrado 15 reais e nos demais brinquedos 10 reais. Vamos somar: estacionamento R$ 25, entrada R$ 15 por pessoa, 1 brinquedo 10 reais. Total: 50 reais.

No momento em que estávamos no parque, um cavalo que havia participado de um julgamento, ficou furioso e avançou sobre a multidão. Nove pessoas ficaram feridas entre elas uma criança.




Um problema sério na exposição de Londrina, é que não existe sistema único de som. Cada barraca tem seu equipamento, o parque tem o dele, os estantes das emissoras de rádio fazem suas programações, o leilão tem outro. Cá entre nós, uma bagunça o sistema sonoro. Quando alguém perde a chave do veículo ou precisa encontrar uma criança não tem a quem recorrer.

FOTO:
Estande do Exército com vários armamentos, entre eles uma metralhadora que dispara 100 tiros por minuto é chamada de "ponto 50".




Além dos armamentos, o Exército também apresentou blindados e veículos de transporte militar.




A RIC TV, afiliada da Rede Record, movimentou um estante com auditório. Várias apresentações de artistas locais e também da região como uma Orquestra da Viola de Maringá.




Pelas ruas do parque de exposições muitos passeios em cima de mini touros, touros enormes e cavalos. Mas o que chamou mesmo a atenção da piazada foram os carros elétricos que estavam à venda. Modeles iguais aos de verdade, só que com tamanho reduzido.




Para os adultos tinha uma exposição de carros de passeio modificados. Na foto acima, um Chevette dos anos 80 com um motor turbo 2.0 da Volkswagen.




Muitas revendedoras de veículos na Expo-Londrina. As atenções ficaram no estande da Chevrolet, que colocou para vender, nada mais nada menos que o Camaro SS (foto). O carro é o top dos Camaros. Tem 460 cavalos e 62 de torque. Chega a 320 por hora e estava à venda por 350 mil reais. DETALHE: As revendas de veículos apresentavam grandes descontos para produtores rurais, mas essa redução de preços não valia para os demais consumidores.




A atração que mais emocionou na Expo-Londrina 2019, foi a da Esquadrilha da Fumaça. Quem estava no parque sábado (13/04/2019) à tarde, parou o que fazia para assistir ao espetáculo.







ÁRVORE PRESERVADA - Percorrendo algumas localidades na divisa do Paraná com Mato Grosso do Sul, encontramos uma árvore bem no meio desta estrada sem asfalto. Pelo jeito, deve ter muito significado para os sitiantes que moram alí por perto. Clique aqui e veja mais situações, curiosas, engraçadas e inovadoras que encontramos no meu Paraná.



Santa Mônica: mais moradores na área rural que na cidade



No extremo noroeste do Paraná, a 161 quilômetros de Campo Mourão, e a 50 km da divisa com Mato Grosso do Sul, está a cidade de Santa Mônica. Tem apenas 3.944 moradores. A taxa de escolaridade de crianças de 6 a 14 anos é de quase 100 por cento. Em riqueza está na posição 325 dos 399 municípios do Paraná. Apenas 2 por cento da cidade tem rede de esgoto.

Na cidade são 518 moradias e na área rural outras 756. O comércio é formado por cerca de 30 pequenas empresas.




A localidade começou a ser formada no começo dos anos 50, principalmente por Nordestinos que procuravam no Sul do Brasil, áreas para o plantio de café. Santa Mônica, foi o nome escolhido pelo proprietário da primeira indústria madereira instalada no local, em homenagem a filha dele. Até 1993 foi distrito de Santa Isabel do Ivaí.

A maior área do município é destinada ao plantio de cana-de-açúcar. Destaque também para a produção de frangos.

NA FOTO: prédio da prefeitura.




A Paróquia Santa Mônica pertence a Diocese de Paranavaí.

Moradores nos disseram que de vez em quando encontram capivaras pelas ruas da cidade.

Dois fatos que pelo jeito a população de lá não esquece foi o aparecimento de uma onça dentro de uma casa e a queda de um helicóptero em janeiro de 2015. A aeronave faria vôos panorâmicos durante a festa do município, e caiu quando chegava à cidade, matando o piloto.

Grande parte das edificações da rua central da cidade ainda é dos anos 60 e 70.



Iracema do Oeste: estádio com espaço para visitante e não visitante



Iracema do Oeste, é uma cidade localizada a 145 quilômetros de Campo Mourão e a 67 km de Toledo. Desmembrado de Formosa do Oeste, foi elevado à município em 1993. Tem 2.578 habitantes. Em quantidade de moradores está na posição 384 entre os 399 do Paraná, mas situa-se em 127ª entre os mais ricos. Não tem rede de esgoto.




Gostei do estádio. Tem arquibancada e vestiários para os visitantes e outra só para o time local.

O nome da localidade foi sugerido, em 1964, pelo colonizador do primeiro loteamento da vila, Paulo Tricário, em homenagem a sua filha Iracema. Em todo o município são 961 residências.




A Paróquia São João Batista, pertence a Diocese de Toledo. As empresas locais geram 383 empregos. Tem fábrica de biscoitos, bolachas e roupas.



Quatro pontes: pequena, mas entre as 3 melhores do Paraná



No dia em que visitamos Quatro Pontes, chovia e tinha muita neblina. As fotos foram feitas em raros momentos em que o Sol apareceu de forma "tímida".

Quando o assunto é o número de habitantes, Quatro Pontes está na posição 347, entre os 399 municípios do Paraná. São apenas 3.803 moradores. Mas em riqueza, o município ocupa a posição 56.

O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) sempre está entre os três primeiros do Estado só perdendo para Curitiba e Maringá. E em alguns anos ficou à frente de Maringá.

Quatro Pontes é uma cidade localizada a 258 quilômetros de Campo Mourão e 34 km de Toledo. Até 1993 foi distrito de Marechal Cândido Rondon.




Com a taxa de escolarização perto de 100%, Quatro Pontes tem o título de melhor educação do Brasil.

O que mais se planta por lá é milho e soja. É muito grande a criação de frangos e bois.

São 891 moradias na cidade e 462 na área rural. Conta com 42 indústrias gerando 351 empregos. No comércio 51 empresas e 223 empregos. Outras 357 vagas de trabalho estão na prestação de serviços.

CURIOSIDADE: De cada 10 moradores, 8 são alemães ou descendentes. A meta da prefeitura é passar Toledo em quantidade de estradas rurais asfaltadas. Conta com serviços do Banco do Brasil. A cidade tem centro de eventos e clube social com piscina.

FOTO: Praça da cidade. Ao fundo, em estílo alemão, o prédio da prefeitura de Quatro Pontes.




A localidade de Quatro Pontes surgiu na década de 50, pela mesma empresa madereira que fundou Toledo. A extração da madeira foi uma das primeiras atividades.

CURIOSIDADES: Na cidade acontece a eleição de Miss e Mister Terceira Idade, Festival de Danças e Eventos para a decoberta de novos valores artísticos.

FOTO: Imagem da Paróquia Nossa Senhora da Glória.



Presidente Castelo Branco



A cidade de Presidente Castelo Branco está situada a 112 quilômetros de Campo Mourão, às margens da BR-376, que liga Maringá e Paranavaí. O município tem 5 mil 260 moradores. A taxa de escolarização das crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento. Em riqueza, está na posição 288 dos 399 municípios do Estado. Só 9 por cento da cidade tem rede de esgoto.

A maior área agrícola é com o plantio da cana-de açucar. Na cidade são 1.369 moradias e na área rural outras 186. A cidade tem 34 empresas comerciais gerando 124 empregos. Na prestação de serviços são 369 empregos em 21 empresas.

A cidade tem fábricas de móveis, panos de prato, carrocerias e redes esportivas.




Presidente Castelo Branco é uma localidade fundada pela mesma companhia de Maringá, Cianorte, Umuarama e Londrina. Distrito de Nova Esperança, virou município em 29 de novembro de 1965. O nome é em homenagem ao Presidente da República Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco.

FOTO: Paróquia Nossa Senhora Mãe de Deus. Pertence a arquidiocese de Maringá.



Coronel Vivida: queda de meteorito e coronel gago



Coronel Vivida, no Sudoeste do Estado, tem 21 mil 749 habitantes. Está localizada a 357 quilômetros de Campo Mourão. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. Em riqueza, ocupa a posição 144 entre os 399 municípios do Paraná. Cerca de 40 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Até 1955, Coronel Vivida foi distrito de Mangueirinha. O maior espaço agrícola é ocupado pela soja. Destaque também para a criação de frangos e pecuária. Na cidade são 5 mil 273 residências e na área rural mais 2.379.

A cidade tem campus do Instituto Federal do Paraná, Unopar




O município de Mangueirinha conta com 90 indústrias que empregam cerca de 1.200 pessoas. No comércio são 290 empresas gerando 1.400 vagas. A prestação de serviços é responsável por 1.200 empregos.

Tem fábrica de laticínios e indústria de plásticos




Coronel Vivida tem agências da Caixa, Bradesco e Banco do Brasil. Tem 3 emissoras de rádio. São 8 mil 486 automóveis e 1.753 motocicletas.

O município tem mais de 200 cachoeiras.

Geólogos da Universidade de Campinas, descobriram através de imagens de satélite, que na área rural do município tem uma cratera de quase 10 metros de diâmetro, formada pela queda de meteorito.




Paróquia São Roque pertence a diocese de Palmas. O santo é celebrado todos os anos com grande festa no mês de agosto.

O nome do município é em homenagem a um coronel de Palmas, chamado Firmino Teixeira Baptista. Ele tinha a mania de falar "QUE VIDA". Ele era gago, e acabava em “que vivida!”.



Marechal Cândido Rondon: tome um chopp produzido na hora



Em Marechal Cândido Rondon tem chopp em praticamente todos os restaurantes, bares, lanchonetes e outras casas do gênero, mas se quiser tome um feito na hora, produzido ali do seu lado. A foto acima é de uma fábrica de chopp no centro da cidade. Ao lado, o estabelecimento onde é servido. Sai da produção direto para o consumidor. A parede é de vidro e mostra como é feito.




Marechal é assim mesmo. Tem até uma casa de um combatente nazista que virou ponto de encontro para tomar um drink e saborear um lanche ou porção. A casa, que chegou a ser um espaço cultural, acabou transformada em pub e pertenceu ao alemão Heribert Hans Gasa. Era um graduado militar que atuou na Segunda Guerra Mundial, e após o conflito decidiu se refugir em Marechal. O imóvel foi construído em 1961. São vários cômodos com decoração, incluindo passagens secretas e até piscina.




Em Marechal, para cada lado que você olhar, tem alguma coisa no estilo alemão.

FOTO ACIMA: O Fórum que fica perto da prefeitura, é uma amostra de quanto é forte a tradição alemã.




E o que não dizer da fachada do Centro de Eventos, que fica no Parque de Exposições. Tem quase uma quadra e é todo coberto. Alí durante a Expo-Rondon é servido o tão famoso Boi no Rolete. A festa é uma das maiores do Brasil, realizada em julho, durante os festejos de aniversário do município....Claro, alemão prefere o porquinho, mas ali perto, Toledo já registrou o "Porco no Rolete".




O Parque do Lago de Marechal Cândido Rondon, é um cartão postal. Pista de caminhada, espaço para exercícios, tem sanitários, água gelada, sinal de wi-fi de graça. Tem um mirante, mas estava interditado. Muitas capivaras, bastante peixe, patos e bonitas aves. É muito bem cuidado. A noite é todo iluminado. Tem até funcionário da prefeitura para dar orientação, mas faltam brinquedos para as crianças e árvores ao redor da pista de caminhada. Com sol forte é complicado.




E se tem uma obra que chama a atenção em Marechal, é a do Teatro Municipal. Um dos maiores do Brasil, bem ao estilo alemão. Terá capacidade para 900 pessoas. A obra está orçada em mais de 13 milhões de reais. O problema é a demora na construção. Começou em 2009. É feito em etapas. Alguns moradores me contaram que vez ou outra a obra paralisa por vários meses.




O trânsito de Marechal Cândido Rondon é bem sinalizado. Tem radar, semáforos, câmeras e vias de mão única. Apresenta algumas curiosidades: em vários trechos o estacionamento foi recuado para permitir ciclovias. Em várias quadras da área central existem estrutura de ferro para colocar bicicletas e cadear. Em alguns cruzamentos o nível da rua foi elevado para redução da velocidade. O trânsito é complicado nas entradas e saídas da cidade.




Quanto o assunto é religião, a grande parte dos moradores se divide entre duas igrejas. A católica representada pela Paróquia Sagrado Coração de Jesus (primeira foto), que pertence a diocese de Toledo. E a Igreja Luterana Cristo. Essa igreja faz referência ao pastor negro Martins Luter King, que nasceu em 1929 e foi assassinado em 1965. Por defender os negros ganhou o Nobel da Paz.




Marechal Cândido Rondon, município emancipado de Toledo em 1961, tem 52 mil 379 habitantes. As indústrias, no total de 248, várias grandes, empregam 6.133 pessoas. O comércio com 814 empresas geram 4.451 empregos e a prestação de serviços outros 5.263. Está na posição 52 entre os mais ricos do Paraná, de um total de 399 municípios.

Conta com frigoríficos da Frimesa e Copagril.

NA FOTO: A Sooro é a maior produtora de proteína láctea da América Latina. Essa empresa transforma o soro do leite em diversos produtos.




O território de Marechal Cândido Rondon foi um empreendimento nos anos 50, da colonizadora Madeireira Rio Paraná S/A. Em 1953, a vila General Rondon passou a ser distrito de Toledo. O nome é uma homenagem a Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958), militar, geógrafo, conhecido como “sertanista e desbravador”.




Marechal não é uma cidade com prédios altos. Tem 4 edifícios com mais de 13 andares.



Formosa do Oeste: nome e santo a pedidos da esposa do fundador



Formosa do Oeste é uma cidade localizada entre Campo Mourão (116 km) e Toledo (75 km), via Goioerê e Assis Chateubriand. Tem 7. 541 habitantes.




O forte da agricultura é soja e milho. Na cidade são 1.874 moradias e na área rural outras 1.037. No comércio são 91 empresas com 465 empregados. (Dados da Rais). A indústria gera em torno de 100 vagas. A taxa de mortalidade infantil é de 12 por 1.000 nascidos vivos. O índice de alfabetização de crianças entre 6 e 14 anos é de 96 por cento. Entre os 399 municípios do Paraná, ocupa a posiçaõ 64 entre os mais ricos. Apenas 5 por cento da cidade tem rede de esgoto.

FOTO - Gruta Nossa Senhora de Lourdes.




Foi desmembrada de Cascavel em 1961. A localidade começou a ser formada em 1958. O nome "Formosa", foi dado por Nilza Pi(e)pino, esposa do proprietário da colonizadora Sinop, que fundou a comunidade. Ela ficou admirada e com as matas e solo fértil. Nilza morreu em acidente de avião nos anos 80 em Maringá. Até 1977 era só "Formosa". Uma lei acrescentou "do Oeste".

Com a colonização, a floresta virgem foi devastada, para dar lugar à agricultura.

FOTO ACIMA: Ainda pela cidade existem algumas grandes árvores da época da colonização.




A Paróquia Santo Antonio. O nome foi um pedido do colonizador Enio Pi(e)pino. Todas as cidades que colonizou pedia esse santo. Pertence a diocese de Toledo.

Formosa do Oeste conta com atendimento do Banco do Brasil e Banco Itaú.

As principais ruas e avenidas têm nomes de capitais brasileiras.



Amaporã: cidade da Tapioca Fest



Amaporã, na região de Paranavaí, a 162 quilômetros de Campo Mourão, tem 6.181 habitantes. O município é dominado pelo plantio de cana-de-açucar e mandioca. Destaque também para a criação de frangos e bovinos. São 1.417 residências na cidade e 431 na área rural.

A cidade é plana cortada por uma grande avenida de duas pistas, que na verdade é a continuação da PR-268, que liga Paranavaí a Planaltina do Paraná. O solo é de areia.




O setor que mais emprega em Amaporã é a agricultura com 1.117 pessoas. A indústria gera 127 empregos e o comércio com apenas 23 estabelecimentos é responsável por 63 empregos. O setor de serviços registra 325 vagas.




Amaporã conta com 1.127 automóveis e 677 motocicletas. Em riqueza o município está na posição 358 dos 399. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. Apenas 20 por cento da cidade tem rede de esgoto.

A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, integra a diocese de Paranavaí.

Amaporã tem um parque estadual. O local é dotado de trilhas. É possível tomar banho nos lagos. Tem área de camping. É permitido fazer churrasco. Uma placa alerta que é proibido o consumo de bebidas alcóolicas e som alto.




A localidade começou a ser formada em 1945, com o plantio de café. Graças as fartas colheitas a comunidade cresceu. Tornou-se distrito em 1955 com nome de Jurema. A instalação do município com o nome de Amaporã ocorreu em 1961. A geada negra de 1975 e os preços do café na década de 80, afastaram muitos moradores. Amaporã, na língua Tupi significa chuva bonita.

O prato típico do município é a "Tapioca Fest", realizada em novembro, mês do aniversário. Tem tapioca de tudo quanto é jeito: formato de pizza, com leite condensado, morango, queijo...



Marquinho: 524 moram na cidade e 4.357 na área rural



Marquinho a 226 quilômetros de Campo Mourão, tem 4 mil 981 moradores. A taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 99 por cento. Tem apenas 5 por cento de rede coletora de esgoto. É uma cidade pouco arborizada.

FOTO: Hotel na entrada da cidade. A cerca de 10 anos, quando passei por lá a primeira vez, era um restaurante.




A maior área agrícola é com soja chegando a 5 mil e 800 hectares. Destaque também para o rebanho bovino.

Fato curioso é que na área urbana são cerca de 200 moradias e 524 habitantes e na área rural 1.427 casas com 4.357 habitantes.

A cidade tem apenas 22 empresas comerciais e 18 de prestação de serviços. O município tem uma indústria gerando 30 empregos. Mas no campo são 930 pequenos proprietários.




A região é habitada desde 1899. Em 1942 foi fundada a atual sede. Virou distrito de Cantagalo em 1955. Em 1994 uma lei criou o município que foi instalado em janeiro de 1997, com a posse do primeiro prefeito.




A Paróquia Imaculado Coração de Maria pertence a Diocese de Guarapuava.



Terra Rica: José Rico não nasceu lá, mas...



Muita gente acha que José Rico, da dupla com Milionário, nasceu em Terra Rica. Na verdade José Alves dos Santos, nasceu em São José do Belmonte, no Pernambuco em junho de 1946.

Ocorre que ele foi criado em Terra Rica, desde os dois anos de idade, e acabou registrando em cartório, o nome José "Rico" Alves dos Santos, em alusão à cidade onde viveu. O apelido foi inventado por um padre, ainda durante a infância.

Em 1970, Romeu (Milionário) e José foram em busca de sucesso em São Paulo e se encontraram. Ficaram hospedados no "Hotel dos Artistas". José Rico deu seu nome a Romeu, que respondeu: "se você é o José Rico, pode me chamar de Milionário". A partir daquele momento, surgiu a dupla.



FOTOS: O Centro de Eventos de Terra Rica homenageia o músico, que faleceu de infarto, aos 68 anos, em março de 2015




Embora a cidade seja totalmente plana, Terra Rica é o município onde está localizado o famoso "Três Morrinhos", ponto de encontro daqueles que praticam os vôos de asa delta ou querem curtir a natureza.

Terra Rica está localizada a 212 quilômetros de Campo Mourão e 62 de Paranavaí. Faz divisa com São Paulo. Tem 15 mil 212 moradores. Foi instalado em 1955.

VEJA AQUI O ESPECIAL E FOTOS QUE FIZEMOS EM TRÊS MORRINHOS.




Paróquia Santo Antônio de Terra Rica, pertence a diocese de Paranavaí.

O que mais se planta por lá é a cana de açucar. São 10.118 hectares contra 360 de soja e 600 de milho. Destaque também para o rebanho bovino e a mandioca.

Tem 4 mil 379 residências na área urbana e 1.136 na área rural. Cerca de 40 por cento da cidade conta com rede de esgoto.

O setor industrial emprega 1.766 pessoas e o comércio com 141 lojas representa 493 empregos, enquanto a prestação de serviços 1.060 vagas.

Em termos de Paraná, não é considerado um município rico, figurando na posição 313 dentre os 399.

Muita gente que visita Terra Rica vai até a Praia Municipal, também conhecida como Prainha do Garimpo, às margens do Rio Paranapanema. São dois quilômetros e meio de rio com área de camping, quiosques, banheiros e lanchonete. Local onde as pessoas passeiam de jet ski e barco e pescam. Fica a 18 quilômetros da cidade.



Ubiratã: ex-prefeitos "caminham" pela praça



Belos canteiros centrais que separam as vias das principais avenidas, chamam a atenção por quem passa em Ubiratã. Os espaços que dividem as pistas são verdadeiros jardins, inclusive com bancos. Tudo bem cuidado e limpo (MARÇO-2019).




Ubiratã tem 21.558 habitantes. Está localizada às margens da BR-369 entre Campo Mourão (96 Km) e Cascavel (87 km). Lá a taxa de alfabetização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. Está entre os 50 municípios mais ricos do Paraná. Só 30 por cento da cidade tem rede de esgoto.




Em Ubiratã, outra área que merece destaque, é o sistema de trânsito. Ótima sinalização horizontal e vertical. Conta com semáforos e ruas de mão única. Para fazer o retorno na avenida principal, existem espaços nos canteiros centrais (foto). Com isso, o motorista não precisa chegar até o cruzamento, evitando um ponto de conflito.




O calçadão da Praça Vereador Horácio José Ribeiro tem 120 metros de comprimento por 40 de largura. Bem ao lado fica a prefeitura.




Na mesma praça é possível conhecer todos os ex-prefeitos através das estátuas. Elas foram feitas em bronze e de tamanho real. A forma como estão colocadas, sugere que "eles" caminham pelo local. Abaixo de cada estátua uma placa identifica o prefeito e o período da administração.




Até 1961, Ubiratã era distrito de Campo Mourão. Foi colonizada pela Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná (Sinop) em 1954, que comprou a chamada Gleba Rio Verde. Ubiratã na língua indígena significa madeira dura.




A paróquia Santo Antônio de Ubiratã, pertence a diocese de Campo Mourão.




Em Ubiratã são plantados cerca de 54 mil hectares de soja e 51 mil de milho. Em 2011, a Copacol, Coagru e Cooperflora, criaram a Cooperativa Central Unitá, inaugurando em 2013, uma unidade industrial que abate 230 mil frangos por dia e gera cerca de 1.100 empregos.

As indústrias empregam 2 e 500 pessoas e o comércio com 298 empresas gera 1.393 vagas, enquanto a área de serviços é responsável por mais 1.959 empregos.



Nova Santa Rosa: pequena, mas vai bem no ranking econômico



Nova Santa Rosa, é uma cidade pequena, mas difere de outras do seu porte. As residências, em sua maioria, são de médio e alto padrão. A economia está entre as 65 maiores do estado. Tem 6 mil 743 veículos para 8 mil 171 habitantes.

Nova Santa Rosa, está localizada na micro região de Toledo, a 224 quilômetros de Campo Mourão.

A colonização começou em 1953, com famílias de alemães e descendentes, oriundos de Santa Rosa, Rio Grande do Sul. A localidade foi fundada pela colonizadora Maripá, a mesma de Toledo.

O distrito foi elevado a município em 1977.

São 1.949 residências na área urbana e 841 na zona rural.




Em homenagem, batizaram as principais ruas com os nomes dos distritos do município gaúcho de Santa Rosa (Boa Vista, Santo Cristo, Horizontina, Três de Maio, Tucunduva, Tuparandi, Campinas, Cruzeiro, Ubiretama, Porto Lucena e Porto Mauá).

O índice de escolarização de crianças de 6 e 14 anos é de quase 100 por cento. Tem apenas 4 por cento de rede de esgoto.




A cidade tem dois templos principais. A paróquia Santa Rosa de Lima (foto), e a paróquia evangélica dos luteranos.

Na agricultura destaque para soja, milho e suinocultura.

O município tem 45 pequenas indústrias e 96 empresas comerciais.



 
COLUNA DO ELY
a
COLUNA DO ELY
Campo Mourão - Paraná - Brasil - e-mail elyrodriguesdaniel@outlook.com / Rádio T FM - 44- 3523-5248