ALTAMIRA DO PARANÁ /

ANTONINA /

APUCARANA /

ARAPONGAS /

ASSIS CHATEUBRIAND /

ASTORGA /

ATALAIA /

BOA ESPERANÇA /

BOM SUCESSO /

CIANORTE /

CIDADE GAÚCHA /

CRUZEIRO DO SUL /

DOUTOR CAMARGO /

ENGENHEIRO BELTRÃO /

ESTRADA DE TERRA ALTAMIRA DO PARANÁ A LARANJAL

FAROL /

FÊNIX /

FLORESTA /

GUAIRAÇÁ /

IBIPORÃ /

IGUARAÇU /

INAJÁ /

INDIANÓPOLIS /

IRETAMA /

ITAMBÉ /

IVATUBA /

JANDAIA DO SUL /

JAPURÁ /

JURANDA /

LARANJAL /

LONDRINA /

LUIZIANA /

MAMBORÊ /

MANDAGUAÇU /

MARIA HELENA /

MARIALVA /

MARINGÁ /

NOVA CANTU /

NOVA ESPERANÇA /

NOVA OLÍMPIA /

PAIÇANDU /

PALMITAL /

PARAÍSO DO NORTE /

PARANACITY /

PARANAVAÍ /

PEABIRU /

PITANGA /

QUARTO CENTENÁRIO /

QUINTA DO SOL /

RIO IVAÍ PELA BALSA /

ROLÂNDIA /

RONCADOR /

RONDON /

SABÁUDIA /

SANTO ANTONIO DO CAIUÁ /

SÃO CARLOS DO IVAÍ /

SÃO JOÃO DO CAIUÁ /

SÃO PEDRO DO IVAÍ /

SÃO TOMÉ /

SARANDI /

TAMBOARA /

TOLEDO /

TRÊS MORRINHOS (Terra Rica) /

TUNEIRAS DO OESTE /

UMUARAMA /

UNIFLOR /



























   














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A CADA DIA UMA NOVA CIDADE...EM BREVE A SUA ESTARÁ AQUI








Chopinzinho: colônia militar criada por D.Pedro II



Chopinzinho fica a 343 quilômetros de Campo Mourão. O município foi uma colônia militar chamada de Chopin, criada por D. Pedro II em 1859. O objetivo era defender o sudoeste do Paraná das investidas argentinas. Em 1909 passou para o domínio civil.




Chopinzinho foi distrito de Palmas e depois de Mangueirinha. Foi elevado a município em 1954. Tem 19 mil 343 habitantes.




O nome Chopinzinho é devido a um rio com o mesmo nome, que, desagua no rio Chopim. O rio foi batizado assim para lembrar um pássaro preto que se chama Chopim ou Chupim.




Em Chopinzinho a taxa de alfabetização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 11 por 1.000. A cidade tem 36 por cento de rede de esgoto.




A cidade tem belas praças. Em Chopinzinho encontra-se a reserva Indígena das tribos Kaygangue e Guarani. No local está a maior área do mundo com Araucária.

Devido a construção da Usina de Salto Santiago, o município perdeu grande área de terras. Hoje, o lago é uma das atrações da região, com esportes náuticos e condomínios.




O antiteatro é um dos orgulhos da população de Chopinzinho. Alí acontecem apresentações de famosas orquestras do Paraná. Espetáculos teatrais e inclusive diversos eventos da programação natalina.




Paróquia São Francisco de Assis, a principal de Chopinzinho, é administrada por franciscanos. A imagem na frente da igreja é do Frei Vito que conseguiu construir colégios e o templo.

O trânsito tem vias de mão única, semáforos, câmeras de segurança e radar.

O município é formado basicamente de pequenos produtores rurais. As maiores áreas são de soja, milho e feijão. Produz bastante leite.

Na cidade são 4 mil 356 residências ou apartamentos e na área rural 2 mil 476 moradias.

A indústria gera 1.156 empregos e o comércio 1.158






Alto Paraná: foi projetada para ser grande, mas o café...



Alto Paraná, tem 14 mil 679 moradores. A cidade está localidade a 137 quilômetros de Campo Mourão e a 25 de Paranavaí. Conta com 60 por cento de rede de esgoto. A taxa de mortalidade infantil é de 32 por 1.000, considerada alta.




A localidade foi fundada em agosto de 1948, pela Imobiliária Ypiranga, de Boralli & Held. Em 26 de setembro do mesmo ano chegaram os primeiros colonos oriundos de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A própria imobiliária construiu hospital, hotel, igreja, cemitério, poços artesianos e campo de aviação. O município foi instalado em 1954, deixando de ser distrito de Nova Esperança.




Nos anos 50, Alto Paraná chegou a ter 36 serrarias. Depois, o café deu um grande impulso ao município, mas as geadas e preços fizeram com que muitas famílias deixassem a localidade. Passou para a produção de seda, mas os preços internacionais cairam. A opção foi pecuária, a cana-de-açúcar, laranja e mandioca.




Na foto acima a Paróquia Santo Antônio de Pádua. Alto Paraná tem agências do Bradesco, Banco do Brasil. A principal avenida tem muitas empresas. As vias são largas, com a área central nitidamente projetada. É pequena, mas estruturada. A gente percebe que se não fosse a crise do café, com certeza Alto Paraná seria uma das grandes cidade do Estado.









CLARO QUE PODE - É possível um shopping sobreviver em uma cidade que fica entre Maringá e Londrina??...É possível sim. A imagem acima é da cidade de Apucarana, fotografada da vidraça da praça de alimentação do Shopping Norte. Tem 4 pavimentos com elevador panorâmico e lojas como Americanas, Burger King, Cacau Show, Girafas e outras de marcas nacionais e internacionais. Londrina com 6 grandes shoppings fica a 54 quilômetros e Maringá com 4 grandes está localizada a 62 quilômetros. Clique aqui e veja mais situações, curiosas, engraçadas e inovadoras que encontramos no meu Paraná.





ACAMPAMENTO ENCONTRO COM A NATUREZA -

Há mais de uma década, o Projeto Encontro com a Natureza vem sendo realizado e a cada ano implementado com atividades e temáticas atuais que proporcionam aos estudantes do 5º ao 8º ano do Colégio Vicentino Santa Cruz a integração com a natureza, o lazer saudável e a reflexão, de forma lúdica e prazerosa.

Neste ano muitas novidades surpreenderam os 145 participantes.

A Direção e a Equipe de Coordenação do projeto agradecem às famílias que confiaram seus filhos aos nossos cuidados, assim como aos profissionais e aos colaboradores pela dedicação e apoio.







Rancho Alegre do Oeste: nome surgiu pelo medo de cobra



Rancho Alegre do Oeste, na região de Campo Mourão, está entre os 25 menores municípios do Paraná. Tem 2 mil 847 habitantes.




A taxa de escolarização das crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 28 por 1.000. Apenas 8 por cento da cidade tem rede de esgoto. FOTO: Posto de saúde da cidade.




Rancho Alegre já foi conhecida como "Mil Alqueires". O nome se deve ao fato de que na época da ocupação existiam muitas cobras e onças. Como prevenção, os pioneiros construíram vários ranchos de madeira. A noite, os moradores iluminavam os ranchos e entre um "gole" e outro contavam causos. Os "ranchos" tinham ambiente animado e "alegre".




Rancho Alegre do Oeste foi elevado a distrito em agosto de 1977 e no dia 4 de julho de 1990 foi criado o município. Até então era distrito de Goioerê. O termo "Oeste" foi incluído para diferenciar de outro município paranaense com o mesmo nome.




A Paróquia São José pertence a diocese de Campo Mourão.

Não existe estrada direta entre Campo Mourão e Rancho Alegre do Oeste. A cidade fica entre Goioerê e Juranda. Por Goioerê são 88 quilômetros e via BR-369, por Juranda são 93 quilômetros, mais pedágio.




O prato típico do município é a Tilápia no Tacho. O município comemora aniversário no dia 20 de março.




Na mesma quadra, lado a lado, tem Correios, Associação Comercial, Posto da Polícia Militar, Academia da Terceira Idade e praça.

No Paraná, tem outra cidade com o nome de Rancho Alegre. Fica na região de Londrina e tem pouco mais de 3 mil moradores. Em breve falaremos dela.







Saudade do Iguaçú: para quem quer pescar e descansar



Saudade do Iguaçú é uma pequena cidade de 5.459 moradores a 318 quilômetros de Campo Mourão e a 85 quilômetros de Francisco Beltrão no sudoeste do Paraná. Os trabalhadores recebem um dos melhores salários do estado. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 99 por cento.




Saudade do Iguaçú é um munícipio novo. Deixou de ser distrito de Chopinzinho em 1993. As ruas são limpas, bem sinalizadas e iluminadas.




Totens da Polícia Militar com câmeras monitoram a segurança da cidade. Eles estão instalados de forma estratégica pela cidade.




A cidade é cheia de flores. Vasos ornamentam as luminárias instaladas em cada lado da principal avenida.




Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja, realiza todos os anos as festas do Colono e do Motorista.




O município de Saudade do Iguaçú é cortado pelo Rio Iguaçú. As diversas cachoeiras, pousadas e uma barragem atraem turistas. Existe um Iate Clube e pesca esportiva.




No município encontra-se a Usina de Salto Santiago, que entrou em operação em 1980. Até 1997 ficou sob responsabilidade da Eletrosul, quando foi privatizada.




Construída no Rio Iguaçú a hidrelétrica é uma das maiores do Sul do Brasil. A barragem tem 80 metros de altura.







Cruzeiro do Oeste: geada tirou 47 mil habitantes do município



Localizado a 80 quilômetros de Campo Mourão, Cruzeiro do Oeste tem 20 mil 917 habitantes. Ocupa a posição 86 entre os 399 municípios paranaenses.

A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. O índice de mortalidade infantil está em 14 por 1.000. Metade da cidade tem rede de esgoto.




A cidade começou a se formar em 1947 com a chegada dos primeiros moradores. Em 1951 foi elevado a condição de distrito de Peabiru e três anos depois virou município.

O nome é porque a cidade teve início a beira de uma encruzilhada de estradas. Como existiam várias localidades com o nome de Cruzeiro, adotou o termo "Oeste".




Nos anos 60 e 70, Cruzeiro do Oeste, foi o maior produtor de café do Paraná. O município chegou a ter 67 mil habitantes. Para se ter uma ideia, até 1960, Umuarama foi distrito de Cruzeiro do Oeste.

Com a geada negra de 1975, que matou todo a raiz do café, mais de 40 mil habitantes deixaram a cidade.

É possível observar na área central dezenas de edificações da época de ouro do município. Ao contrário de outras cidades que cresceram e substituiram as edificações antigas, em Cruzeiro do Oeste elas permanecem como retrato da grande crise dos anos 70.




Nos últimos 10 anos, Cruzeiro do Oeste vem buscando sua recuperação com a instalação de novas empresas e atraindo moradores.

Em agosto de 2014, entrou para a história da paleontologia mundial, quando foi anunciada a descoberta de restos fósseis de 47 pterossauros (répteis voadores, parentes dos dinossauros) de uma espécie até então desconhecida.




Cruzeiro do Oeste é sede do 7º Batalhão de Polícia Militar responsável por 15 municípios da região. Conta com penitenciária com capacidade para 950 presos, uma das maiores do Brasil.

FOTO: Parque Municipal de Cruzeiro do Oeste. É bonito, mas percebe-se no local vários atos de vandalismo.




Cruzeiro do Oeste é considerada a "Capital do Leite". Na área rural do município encontra-se o "Espaço Torres", onde é possível fazer escaladas, rapel, tirolesa, jogar paintball. Opção para quem gosta de esportes radicais. Fica na saída para Umuarama.

FOTO: Residência em Cruzeiro do Oeste tem fachada parecida com a do Palácio da Alvorada em Brasília.




A paróquia Nossa Senhora de Fátima pertence a diocese de Umuarama. A primeira missa celebrada no município aconteceu no dia 27 de novembro de 1.949, e foi celebrada pelo Padre João Vigário de Campo Mourão.







Itaúna do Sul



Itaúna do Sul, tem 3.583 moradores. Está localizada a 243 quilômetros de Campo Mourão, 18 quilômetros do Estado de São Paulo e 20 do Mato Grosso do Sul.

A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 94 por cento. Oitenta por cento da cidade tem rede de esgoto.

A localidade surgiu com o loteamento da imobiliária Ferreira e Toledo de Tupã (SP). Virou distrito de Nova Londrina em 1958, e elevado à município em 1961. O nome é indígena e significa "pedra dura".

Na foto, a Praça da Bandeira, onde um dos símbolos do Brasil, sempre está hasteado.




A paróquia Nossa Senhora da Glória pertence a diocese de Paranavaí.

As ruas no sentido norte/sul têm nomes de países e as vias de leste para oeste são nominadas com estados brasileiros.

A cidade tem agência do Bradesco e casa lotérica que presta serviços da Caixa.



Pato Branco: capital do Sudoeste



Pato Branco a 385 quilômetros de Campo Mourão, via Guarapuava ou 397 passando Pitanga e depois Palmital, tem 81.893 habitantes. Está na posição 26 entre os 399 municípios do Paraná.




Em Pato Branco paga-se o 35º melhor salário do Paraná. O índice de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos chega a 99 por cento. É a 47ª economia paranaense. O índice de mortalidade infantil é um pouco alto, na casa de 14 por 1.000 nascidos vivos. Quase toda a cidade tem rede esgoto, chegando aos 92 por cento.




Os primeiros moradores de Pato Branco vieram do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em 1919. Em 1924 já estava formada uma povoação com o nome de Vila Nova de Clevelândia.

A localidade foi elevada à categoria de distrito judiciário, em 1927, com o nome Bom Retiro. Em 1947, foi elevada a distrito de Clevelândia. Virou município em 1951.

O nome Pato Branco, é por causa do Rio que corta o município e tem esse nome.




O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), coloca Pato Branco como a 3ª melhor cidade em qualidade de vida no Paraná (Curitiba 1º, Maringá 2º, Toledo 4º) e a 113º no Brasil.




Através de incentivos fiscais, principalmente a partir de 1996, o município conquistou várias empresas de informática e eletroeletrônico.

Na imagem acima as instalações da fábrica de fogões e fornos elétricos da Atlas concorrente direta da Brastemp.




Quem estiver pelo centro de Pato Branco pode carregar a bateria do celular e ter Wi-Fi de graça. A estrutura metálica da foto acima, é chamada de "árvore digital". Tem algumas delas pela cidade, que captam a energia solar. Basta espetar o carregador do celular ao lado daqueles bancos azuis. A estrutura também fornece energia para o sinal Wi-Fi.




O esporte mais vitorioso de Pato Branco é o futsal. Campeão da Chave Ouro em 2006 e 2017. Campeão Nacional em 2018, além de vários títulos nos jogos abertos.

Nasceram em Pato Branco o ex-goleiro do São Paulo, Rogério Ceni e o futebolista Alexandre Pato.

A cidade tem dois canais próprios de televisão: TV Sudoeste que retransmite a Rede TV, e TV Nova Conexão. São seis emissoras de rádio. Três Fms e 3 Ams.

A taxa de homícidios por ano é de 7 por 100 mil habitantes.




A paróquia São Pedro Apóstolo pertece a Diocese de Francisco Beltrão/Palmas. O templo atual foi inaugurado em 1965. Os relógios foram montados um ano antes por uma empresa de Estrela no Rio Grande do Sul. A torre tem 50 metros de altura e 8 metros de largura, com quatro andares. A cada meia hora o relógio toca e o sino avisa as horas inteiras. O sino ainda é o mesmo que foi instalado na primeira capela.

O sistema de trânsito de Pato Branco é dotado de vias de mãos únicas, semáforos, câmeras de segurança, radares e estacionamento rotativo.




Pato Branco tem 4 salas de cinema.

A cidade tem a Universidade Federal do Paraná (UTFPR), Faculdade local (FADEP), Faculdade Mater Dei e campos da Unicentro, UFPR e UEPG.

BRIGA:
Pato Branco e a vizinha Francisco Beltrão estão sempre brigando pelo título de Capital do Sudoeste. Pato Branco ganhou reforços importantes: A Havan da região e o aeroporto regional com vôos para Curitiba foram instalados na cidade pato-branquense.





BEM LEGAL - No centro de Paranaguá várias ruas e avenidas contam com faixas para os ciclistas. Mas não é só. Tem sinaleiro exclusivo para quem anda de bicicleta. Clique aqui e veja mais situações, curiosas, engraçadas e inovadoras que encontramos no meu Paraná.



Quatro Barras: Câmara com bibliotecas e capela para moradores



Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba, está a 489 quilômetros de Campo Mourão. Para chegar lá via Guarapuava são 4 pedágios. Tem 23.199 moradores. Ocupa a posição 88 entre os 399 municípios do Paraná.




É uma cidade industrial com o 9º melhor salário do Estado. Ocupa a décima nona posição entre os municípios mais ricos do Paraná. A taxa de mortalidade infantil é de 5 em cada 1.000, considerada baixa. Cerca de 90 por cento da cidade tem rede de esgoto.

Em volta da cidade muitas serras, como as que compõem a Serra da Graciosa, Serra da Baitaca e Serra da Farinha Seca.




Quatro Barras tem dois sítios arqueológicos de tribos indígenas. A localidade começou a crescer por volta de 1887, principalmente com imigrantes italianos. Depois vieram austríacos, poloneses e alemães. Quatro Barras foi distrito de Curitiba, Campina Grande do Sul, e Piraquara. Embora com quase 200 anos, a localidade só virou municípioi em 1961.

Quatro Barras conta com mais de 42% de seu território preservado e possui inúmeros atrativos naturais e históricos.




Fato que é registrado em placas, foi a passagem de Dom Pedro II pelo município, em 1880. A principal avenida da cidade leva o nome do imperador, como homenagem.

A paróquia São Sebastião pertece a diocese de São José dos Pinhais.




A Câmara dos Vereadores inaugurada em 2008, chama a atenção pela cúpula e pelos livros. São 18 salas biblioteca para uso da comunidade e capela ecumênica.

O Paraná Clube tem seu centro de treinamento em Quatro Barras, denominado "Ninho da Gralha".

Entre as indústrias está a BERTRAND que produz peças e acessórios para automóveis, picapes e caminhões.



Diamante do Norte: diamante era fake



A 254 quilômetros de Campo Mourão, e apenas 8 quilômetros da divisa com São Paulo e 25 do Mato Grosso do Sul, está Diamante do Norte. Tem 5.516 moradores. A taxa de mortalidade é de 20 por 1.000, considerada muito alta. Só 15 por cento da cidade tem rede de esgoto. O índice de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 97 por cento.

Em Diamante do Norte é possível estudar no Colégio Agrícola Estadual do Noroeste.

A paróquia leva o nome de São José.




Diamante do Norte teve início em 1953, com um povoado chamado de "Macuco". O nome é devido ao córrego nas imediações. Pioneiros encontraram pedras brilhantes que acreditavam ser diamantes. Sairam contando para todo mundo. Na verdade eram cristais de rocha e o rio acabou tendo esse nome, que depois também ficou para a cidade. O município foi instalado em 1964. Até então era distrito de Nova Londrina.

O principal ponto de encontro é o Posto Ipiranga (antigo posto Sahara) no centro (foto). Tem chopp, cerveja, sorvete, coxinha, pastel e muitas mesas ao redor.

Tem casa lotérica e serviços do Banco Itaú.

Em dezembro acontece A Festa das Frutas com eleição da rainha.



Lindoeste: uma cidade dividida em duas, e anos de polêmica



Lindoeste, está localizada a 211 quilômetros de Campo Mourão, e apenas 46 de Cascavel. São 5 mil 362 moradores. Distrito de Cascavel, o município foi instalado em 1990.




A cidade é cortada pela BR-163 em fase de duplicação (2019). Essa rodovia liga a região de Toledo ao Sudoeste do Estado (Francisco Beltrão). O trecho urbano da BR leva o nome de Avenida Souza Naves.

Um dos estabelecimentos mais antigos e conhecidos da localidade é a Casa do Juca. Mistura mercado, confecções e açouque.





O curioso de Lindoeste, é que a cidade é dividida em duas partes. A primeira (maior) é para quem sai de Cascavel. Após 2 quilômetros pela rodovia, quando você pensa que a cidade acabou, chega a segunda parte (menor). Detalhe: a prefeitura fica entre as duas, como se estivesse isolada.

Fomos pesquisar o motivo. No começo dos anos 60, foi criado um núbleo para trabalhadores das madereiras. Quatro anos depois, surgiu um novo loteamento para vender terrenos aos mesmos trabalhadores. Várias foram as polêmicas com a prefeitura de Cascavel. As duas partes queriam a mesma escola ou posto de saúde.

A necessidade de unir as duas vilas vem desde 1976. Por isso após a emancipação, a prefeitura foi construída entre as duas partes, como forma de atrair investimentos nesse espaço e não dar a entender que estaria privilegiando um lado o outro. Pois é, que coisa..!! Por isso cada parte tem até a sua igreja católica.


A Paróquia Cristo Rei fica na parte maior da cidade.




Lindoeste tem uma outra igreja na parte menor (foto), que eles também consideram como "matriz".

No município está instalada a Fábrica de Pregos "Tapemi".



Irati: a maior imagem de santa do mundo



Irati, tem 60 mil 357 habitantes. É o trigésimo primeiro mais populoso do Paraná. Está localizado a 284 quilômetros de Campo Mourão. Figura entre os 50 com os melhores salários do Estado. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. O índice de mortalidade infantil de 12 por 1.000 é considerado alto. A cidade dispõe de 73 por cento de rede coletora de esgoto.




Irati é um dos municípios mais antigos do Paraná. Até 1865, início da Guerra, era pura mata. Muitas famílias com receio de serem convocadas para o conflito, foram se refugiar naquela área, surgindo o pequeno povoado.





Em 1903, passou a ser distrito administrado por Santo Antônio de Imbituva. Elevado à condição de cidade com a denominação de Irati em 1929. O nome se deve ao fato do município estar localizado sobre a Bacia sedimentar do Paraná. Uma das formações geológicas é denominada de Irati. A Formação Irati, foi depositada entre 250 e 270 milhões de anos.




A população em sua grande parte é formada por poloneses e ucranianos que buscam manter costumes e tradições.

Festa é o que não falta em Irati: Festa Polonesa (1º domingo de maio); Feira do Kiwi (maio); Aniversário do Município (julho); Rodeio de Irati (julho); Festa de São Cristóvão (julho); Festa das Nações (agosto); Deutsches Fest - Baile do Chope e da Linguiça (outubro); Festa do Pêssego (dezembro); Borrego no Rolete (dezembro); Feira Regional de Sabores (dezembro).





A estátua de Nossa Senhora das Graças é maior do mundo (da santa), com 22 metros de altura. Ponto turístico localizado em uma das áreas mais altas cidade. É possível chegar ao local de automóvel ou então à pé subindo uma escadaria. Tem estacionamento, sanitários e loja de lembranças.




A cidade tem várias igrejas. Conversando com os fiéis, percebi que eles não escolheram uma "igreja matriz". Entendem que todas são importantes. A maior, é a Paróquia Nossa Senhora da Luz (foto acima). Tem 88 anos (2019), e ficou muito conhecida nos anos 60, 70 e 80 por aparecer nas caixinhas de fósforos, cuja fábrica é lá.




Outro templo bem antigo é da Paróquia São Miguel com mais de 70 anos.




A fábrica de fósforos de Irati foi inaugurada em 1952. No ano 2000, foi comprada por um grupo de investidores, e mudou a razão social para (Folbras) Fosforeira Brasileira S.A. A sede administrativa foi para Curitiba. É uma das maiores produtoras de fósforos do Brasil. A fachada e os produtos levam no nome Paraná, o mesmo da inauguração.

O sistema de trânsito de Irati é muito bem resolvido. Ruas e avenidas de mão única, bem sinalizadas, semáforos que informam a duração de cada cor. Pontos de conflito resolvidos com pequenas rotatórias ou áreas exclusivas de passagem. Possue câmeras e radares de velocidade. Falta um pouco de sinalização nos bairros mais afastados.



Ampére: nome ligado a energia



Ampére, na região de Francisco Beltrão, Sudoeste do Estado, está localizada a 280 quilômetros de Campo Mourão. Tem 18 mil 989 habitantes. Está na posição 100 entre os 399 municípios do Paraná.

É sede da indústria de confecções Krindges, que atua na fabricação de roupas masculinas para o mercado varejista através de várias marcas, entre elas a Docthos e Guilherme Ludwer. Emprega mais de mil pessoas.




Em Ampére, a taxa de escolarização de crianças entre 6 e 14 anos é de 99 por cento. O índice de mortalidade infantil é 7 por 1.000, um dos mais baixos do Paraná. Em torno de 60 por cento da cidade tem rede de esgoto.

A cidade tem vários prédios de 3 e 4 andares. Ruas bem sinalizadas. Conta com agências da Caixa, Banco do Brasil e Itaú






Ampére foi elevado à município em 1961. A colonização começou por famílias que deixaram Pato Branco e Francisco Beltrão. Outras vieram do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Moradores pioneiros, contaram que o nome da cidade surgiu de um grupo de pescadores, que em um rio que tem o nome da cidade, começaram a discutir quantos ampéres de energia seriam produzidos se no local fosse construída uma barragem.

A Paróquia é denominada de Santa Terezinha e Santo Agostinho. Pertence a diocese de Francisco Beltrão.



Nova Londrina: criatividade pelas ruas



Nova Londrina está localizada a 228 quilômetros de Campo Mourão, via Maringá. São dois pedágios: Floresta e Nova Esperança. Por Cianorte e Loanda o percurso é de 222 quilômetros, sem pedágio, mas a rodovia é inferior.




Nova Londrina tem 13 mil 225 moradores. Ocupa a posição 149 entre os 399 municípios do Paraná. A taxa de escolarização é de 99 por cento entre crianças de 6 a 14 anos. A mortalidade infantil é de 10 por 1.000. Quase 80 por cento da cidade tem rede de esgoto. Está entre as 40 do Paraná nesse quesito. É bem arborizada.




O loteamento que deu origem a Nova Londrina surgiu em 1952. O nome é em homenagem a Londrina. Desmembrado de Paranavaí, o município foi instalado em 1954.

FOTO: Em um muro da cidade, moradores deixam roupas que não usam mais. Quem precisar pode pegar




Nova Londrina tem semáforos e ruas de mão única. A principal rua tem o nome de Londrina. Conta com filiais do Magazine Luiza, Lojas Colombo, e agências do Bradesco, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Para o seu porte, é uma cidade bem movimentada de automóveis e pedestres.

FOTO: No final da Avenida Londrina, pneus, rodas e carlotas sem utilidade enfeitam o canteiro.




A Paróquia de Nova Londrina tem dois nomes: São Pio X e Santa Rita de Cássia.

Nova Londrina está a apenas 19 quilômetros da divisa com o Mato Grosso do Sul e a 30 da divisa com São Paulo.

Nova Londrina tem uma música gravada pela antiga dupla Vieira e Vieirinha que começa assim: "Prá correr o norte do Paraná eu comprei uma mula argentina. Por ser besta boa pra marchar pus o nome de Campolina. Vou cortá trinta léguas de mata no dobrar daquelas colinas. Quatro ferraduras de prata e uma fita amarrada na crina. Me veio na lembrança os tres par de frança, seis home valente matô muita gente. Eu, avanço naquele sertão de Nova Londrina".



Guaratuba: segunda mais antiga do Paraná



Guaratuba, é o município do Paraná, mais distante de Campo Mourão. São 569 quilômetros para chegar até lá, incluindo pouco mais de 1 quilômetro em ferryboat em trecho de mar, após deixar o município de Matinhos. A travessia da baía de Guaratuba pelo sistema de ferry boat foi implantado em 1960. Até então, era preciso dar a volta por Garuva, em estrada de terra. O asfalto só chegou em 1966.




Para o turista, o ferryboat é uma atração a mais, porém a população de Guaratuba quer uma ponte. A reinvindicação tem mais de 50 anos. A ponte em seu trecho mais curto teria cerca de 700 metros. Várias lideranças políticas já prometeram a obra. O ferryboat é administrado por uma empresa por concessão cedida pelo DER (Departamento de Estradas de Rodagem). A travessia de automóvel custa 6 reais e 90 centavos (2019). Para motocicletas a tarifa é de 3,50.




Guaratuba tem 36 mil 596 moradores. Ocupa a posição 52 entre os 399 municípios do Paraná. A taxa de escolarização de crianças de 6 a 14 anos é de 98 por cento. O índice de mortalidade infantil é alto, chegando a 18 por 1.000. Cerca de 80 por cento da cidade tem rede de esgoto. É bem arborizada.




Guaratuba é um nome indígena que significa "muitas aves". No caso, uma alusão a grande quantidade de garças. O local é antigo. Já existia em 1656 como "frequesia" de Paranaguá. Foi elevado a categoria de vila em 1771, mas só conseguiu se emancipar de Paranaguá nos anos de 1950.




Guaratuba é uma localidade bem antiga, fundada no regime colonial. É a segunda mais antiga depois de Paranaguá. A igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Sucesso (foto acima), tem fachada simples, e começou a ser construída 1768.




A igreja foi construída pelos escravos e comunidade, e desenhada pelo tenente coronel Afonso Botelho. O interior é simples, com piso de tábua e ornamentada por um retábulo discreto. O templo foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1985.




A nova igreja matriz de Guaratuba, fica ao lado da antiga. E passou por várias reformas.




Além da praia, os turistas gostam do Morro do Brejatuba, mais conhecido como "Morro do Cristo". A estátua está voltada para à praia e cidade. A imagem foi doada ao município em 1952 pela família João Cândido Ferreira. Para chegar lá é preciso subir 197 degraus de cimento.




Quem não estiver em forma vai cansar para chegar no topo do Morro do Cristo, mas é possível ir descansando pelo caminho. A visão recompensa o esforço. A FOTO ACIMA FOI FEITA NO MEIO DA TARDE CONTRA O SOL. Acho que o melhor horário para subir é pela manhã.




Quem for na alta temporada precisa ter paciência. Tem congestionamento para entrar e sair do ferryboat e também na cidade cujas ruas são estreitas.




Mas ao ver essas paisagens a gente entende porque tanto sacrifício. A Baia de Guaratuba é a segunda maior do Paraná, com 48 quilômetros quadrados de área. Rica em fauna e flora, é hoje uma área de proteção ambiental.




A praia central omeça nas pedras das Caieiras e vai até o Morro do Cristo, sua extensão é em formato de uma meia lua, formando a praia dos turcos, dos pescadores e a Praia do Cristo.




Lá, a prefeitura não permite que ambulantes vendam seus produtos na areia.

Guaratuba tem aeroporto, mas não tem linha comercial. Pousos de aviões particulares só durante o dia. Não tem o balizamento noturno.

Percebi que acumula muito lixo na cidade.

As praias são consideradas as mais limpas do litoral paranaense.



Paranaguá: Cidade Mãe do Paraná



Paranaguá, sede de um dos mais importantes portos do América do Sul, tem 153 mil 666 moradores. Está localizada a 543 quilômetros de Campo Mourão. É o décimo município mais populoso do Paraná.




O salário é o 9º melhor do Paraná. A taxa de escolarização de crianças entre 7 e 14 anos é de 98 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 12 a cada 1.000. Cerca de 80 por cento da cidade tem rede de esgoto. É pouco arborizada.




O nome em tupi-guarani significa “Grande Mar Redondo”. O local começou a ser povoado em 1570. Portugal e suas colônias passam para o domínio espanhol e Paranaguá aparece nos mapas como “Baya de la Corona de Castilha”. A povoação cresce, instala sua Câmara Municipal e vira vila com pelourinho e escrivão juramentado. Em 1640, chega o capitão provedor Gabriel de Lara e a família, com investidura de governo militar.




Em 1646, Gabriel de Lara, mandou construir o Pelourinho, símbolo de poder e justiça. Após dois anos a povoação tornou-se vila (distrito) com o nome de Vila de Nossa Senhora do Rocio de Paranaguá.




Morrem os Felipes de Espanha e os portugueses retomam a coroa. Em 1660, Paranaguá tornou-se capitania, passando à condição de cidade em 1842.




Ao ser criada a Província do Paraná, também se criou a Capitania dos Portos, que passou a funcionar em 1854.




Fato marcante para Paranaguá foi a visita de D. Pedro II, em 1880, para o lançamento da pedra fundamental do edifício da estação ferroviária. (FOTO ACIMA). Obra em restauração (MARÇO DE 2019). A estrada de ferro foi tão rapidamente construída que já em 1885 era inaugurada e, até hoje, é motivo de grande orgulho na engenharia nacional.




Em 1935 Paranaguá ganhou o porto Dom Pedro II. Hoje o segundo maior em volume de exportações e o primeiro da América Latina em movimentação de grãos.




Igreja de São Benedito, construída por volta de 1600 a 1650 pela irmandade composta por escravos e alforriados que desejavam frequentar as celebrações litúrgicas da Igreja Católica e cultuar sua crença em São Benedito, santo não aceito pela Igreja Católica, mas escolhido pelo povo como o “Santo dos Pretos”. Possui magnífico acervo.

Paranaguá é dividida em duas: parte nova e parte velha. Guarda quase 400 anos de história. Ladeiras, prédios azulejados, casarões e igrejas.




Paranaguá foi o primeiro município fundado no Paraná, através de Carta Régia, de 29 de julho de 1648. Por isso é considerada como "Cidade Mãe".




Em 1902, foi inaugurada a iluminação elétrica. Em 1908 foi instalado o serviço telefônico e em 1914 o serviço de abastecimento de água e rede de esgotos.




As atrações turísticas estão por toda a parte. Uma delas é o Mercado Municipal, localizado na parte velha. Tem Museu de Arqueologia e Etnologia; Museu do Instituto Histórico e Geográfico. Também possui a linha turismo, um ônibus com visual diferenciado que passa por 26 pontos turísticos.




O fandango é uma dança típica da região de Paranaguá. Chegou ao Paraná por volta de 1750. Aos finais de semana tem apresentações na Ilha de Valadares (foto acima).




Paranaguá realiza todos os anos o desfile das Escolas de Samba, incluindo desfile das campeãs no feriado da terça-feira. A programação de Carnaval é recheada com outras atrações.




Paranaguá tem uma bela mesquita.

A cidade tem aeroporto, mas não conta com linhas comerciais.

O que chama a atenção em Paranaguá é a grande quantidade de andarilhos e pessoas que dormem nas ruas.

Também achei que, muitos prédios prédios públicos ou históricos, precisam de manutenção.




A catedral de Nossa Senhora do Rosário. Em estilo colonial português, é datada do século 18. O templo, construído por escravos e devotos, é uma das edificações mais antigas do Paraná.




A baía de Paranaguá possui cerca de 30 ilhas. Algumas comunidades são costeiras, mas o acesso se dá somente por barcos. Na foto acima, a Ilha de Valadares, ganhou acesso por ponte.




Mas tem um detalhe: na Ponte de Valadares, não passam automóveis. Motocicletas só empurrando. A travessia é a pé. A ilha é habitada por praieiros e pescadores. O acesso de veículos é feito por uma balsa que parte diariamente das 6 da manhã à meia noite, conforme lotação.




Algumas lojas tradicionais como Casas Bahia e Casas Pernambucanas estão instaladas em prédios históricos, que não podem ter as fachadas alteradas.



Pontal do Paraná: o mais novo município do litoral



Pontal do Paraná, cidade do litoral, com 26 mil 636 habitantes. Está localizada a 553 quilômetros de Campo Mourão.




Os salários pagos em Pontal estão entre os 10 melhores do estado. A taxa de escolarização de crianças entre 7 e 14 anos é de 97 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 5 a cada 1.000. Um dos mais baixos do Paraná. Cerca de 70 por cento da cidade tem rede de esgoto. É bem arborizada.




Há muito tempo, a localidade era chamada de Pontal do Sul. A origem do nome é porque a localização da cidade fica em uma ponta feita de terra e areia que vai em direção às águas marítimas. O termo "Paraná" é o nome do município.




O município é praticamente novo. Distrito de Paranaguá, desde 1988, a luta pela emancipação começou bem antes, em 1983. Foi elevado à município em 1995. Por várias vezes, Paranaguá tentou evitar oa processo de emancipação.




Os principais balneários do município são Pontal do Sul, Ipanema, Grajaú, Santa Terezinha, Atami e Shangri-lá e Praia de Leste. A economia do muncípio vem do turismo. Na chamada baixa temporada, a acontecem várias festas como da Tainha, do Camarão e Camacho (festa do camarão e do chope)




Pontal do Paraná, tem 22 dos 100 quilômetros de praias do Estado. E todas com qualidade de balneabilidade. A Ilha do Mel é como se fosse de Pontal (foto acima),




A Ilha do Mel continua pertencendo a Paranaguá. São as melhores praias do Estado. A ilha é administrada pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). No local os pontos turísticos são: a Fortaleza, no centro Nova Brasília e o Farol das Conchas e ao Sul Encantadas.




A Ilha do Mel é rigorosa. É proibido veículos com motor ou tração animal. Na maior parte não é permitida nem a presença de visitantes. As edificações como pousadas, bares e restaurantes são de madeira. Quem tiver bagagem, paga para ser levada por um carrinho de mão puxado por um funcionário do local.




A travessia para a Ilha do Mel é feita por barcos (circular) que saem de Pontal do Sul (30min) ou de Paranaguá (1h45min). Durante a temporada, os barcos partem a cada 30 minutos, e fora de temporada a cada hora cheia.




Existem também os barcos mais rápidos (foto acima), geralmente são oferecidos por empresas que administram o estacionamento. E, claro tem ainda opções mais rápidas e mais caras, chamadas de "táxi náutico".




Ao sair de Pontal com destino à Ilha do Mel, ou chegar de lá, tem congestionamento de barcos. É preciso muita perícia do "motorista" principalmente para "estacionar".




Pontal do Paraná conta com campus da Universidade Federal do Paraná dedicado à ciências marinhas. Também no município existe uma unidade offshore da companhia italiana Techint Engenharia e Construção S/A (foto acima), que fabrica plataformas de exploração de petróleo e emprega milhares de pessoas. A empresa passou por momento difíceis com calotes de Eike Batista, que encomendou plataformas e não pagou. O prejuízo foi amenizado com contratos da Petrobras para o pré-sal.




Para dar uma ideia da dimensão da empresa, todo esse espaço da foto acima, de quase 1 quilômetro, é destinado a estacionamento de funcionários da Techint. Os veículos precisam ser estacionados de ré, utilizando os dois lados. Estivemos lá no feriado de carnaval (2019).



Matinhos: 15 balneários



Matinhos está localizada a 561 quilômetros de Campo Mourão. Com 34 mil 207 moradores é um dos locais mais visitados do litoral e do Estado. Está na posição 61 entre 399 municípios do Paraná.




A taxa de escolarização de crianças entre 7 e 14 anos é de 99 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 15 a cada 1.000. Quase 90 por cento da cidade tem rede de esgoto. É a cidade mais arborizada do litoral.




Matinhos, distrito de Paranaguá, foi elevado à município em 1968. Matinhos, tem este nome pela abundância de vegetação rasteira (restinga), típica da planície litorânea. A praia arenosa é interrompida, por algumas dezenas de metros, por um costão rochoso.




Matinhos tem 15 balneários, que atraem milhares de de turistas. Caiobá (foto), é o maior, onde estão a Praia Brava e a Praia Mansa.




No carnaval tem trio elétrico. Mais de 150 mil pessoas, vão atrás da Caiobanda na Avenida Atlântica. Na época da folia, a cidade que tem menos de 40 mil habitantes, recebe cerca de 250 mil turistas. No decorrer do ano acontecem as feiras de artesanato.




A paróquia São Pedro Apóstolo de Matinhos, pertence a diocese de Paranaguá. Foi fundada em 25 de fevereiro de 1968. É a principal igreja. Na cidade ainda tem a Igrejinha de São Pedro, que foi construída entre os anos de 1938 e 1944. Por muito tempo foi a matriz, e atualmente é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná.




A Avenida Atlântica é o local preferido para caminhadas à beira mar. Tem ciclovia. O trecho para veículos é de sentido único e comporta no máximo dois automóveis lado a lado.




Matinhos tem modernos edifícios com apartamentos para locação e venda.

Se for de carro, vá preparado, principalmente no carnaval. Tem engarrafamento. Fica parado por até 20 minutos em vários trechos.

A maior parte dos motoristas são de outras cidades. Muita confusão no trânsito perto da praia.



Morretes: estrada histórica



Morretes a 521 quilômetros de Campo Mourão, é mais um cidade histórica no "litoral" do Paraná. (sem mar). A população é de 16 mil e 633 habitantes. Está na posição 115 entre 399 municípios do estado. Ao meu ver é a cidade mais bem cuidada do litoral.




A taxa de escolarização de crianças entre 7 e 14 anos é de 97 por cento. O índice de mortalidade infantil é de 8 a cada 1.000. Quase 65 por cento da cidade tem rede de esgoto.




O povoado de Morretes foi fundado em 1721. O nome do município é devido a cidade estar cercada por morros de pequena elevação




Em 1812, começou a construção da atual Igreja Matriz de Nossa Senhora do Porto, no mesmo local da primitiva Capela de 1729.




O progresso do povoado provocou certa rivalidade com Paranaguá, que chegou ao cúmulo de proibir "… o comércio de fazendas secas de lojas em Morretes", por ordem do ouvidor da Capitania no ano de 1780. No ano seguinte, a proibição foi revogada por ordem de Dom Martin Lopes Saldanha, governador-general da capitania. (Romário Martins - História do Paraná)




Com a chegada da Estrada de Ferro Paraná ao litoral, cujo tráfego iniciou-se em 1885, Morretes decaiu vertiginosamente: seu comércio foi altamente prejudicado, parando os engenhos de erva-mate e afetando toda a estrutura sócio-econômico-cultural do município. A partir de então, operou-se uma reação, reconquistando o município, aos poucos, sua importância no contexto do estado do Paraná.




Morretes é uma cidade histórica e rica em arquitetura colonial, com casarões antigos preservados. Possui vários restaurantes que oferecem o prato típico da região: o barreado.




Todas as divisas são formadas por acidentes geográficos, ao norte e oeste pelos espigões das Serras dos Órgãos, da Graciosa, do Marumbi e da Farinha Seca, no sudeste pelas serras da Igreja, das Canavieiras e da Prata. No sudeste, é o Rio Arraial, numa altitude de cerca de 800 metros. Possui também uma das maiores elevações do Paraná, o Pico do Marumbi, que tem 1.539 metros de altura.




A Estrada da Graciosa, ou PR-410, é a antiga rota dos tropeiros. Liga a região de Curitiba às cidades de Morretes e Antonina.

Fizemos o trajeto de ida e volta, durante o período de carnaval, o mais movimentado. Precisa ter paciência. São 30 quilômetros mesclados com asfalto e a chamada pavimentação poliédrica.

Ao longo do trajeto você encontra vários quiosques com guloseimas e bebidas e também gente se refrescando em rios.

Pista estreita e perigosa. Em uma das pontes, só passa um veículo. Você pode iniciar o trajeto com sol e encontrar neblina ou chuva.

De Morretes até a BR-116 é subida.




A Estrada da Graciosa começa com um portal às margens da BR-116 (Curitiba a São Paulo). As obras da estrada foram concluídas em 1873, tendo sido iniciadas logo após a criação da Província do Paraná. Até a metade do século XX, a Estrada da Graciosa permaneceu como única pavimentada do Paraná. Era rota de escoamento da produção de café, erva-mate e madeira com destino aos aos Portos de Paranaguá e Antonina.

A estrada hoje é utilizada mais para fins turísticos, mas tem gente que a utiliza para fugir do pedágio entre o litoral e a capital. É proibido caminhões.




A Ponte de Ferro, desativada, construída no século 19, foi projetada no Brasil e construída na Bélgica. Era transportada em pedaços e montada no local. Uma volta ao passado.




Na praça principal de Morretes encontramos o cover de Raul Seixas. Voz idêntica. Ele canta e toca vários instrumentos ao mesmo tempo. Atende a pedidos, desde que você deixe alguns trocados em uma botina, que fica sobre uma caixa de som.




Morretes não tem praia, então, as atrações ficam por conta das apresentações pela cidade, prédios históricos, restaurantes e lojas.



 
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