A prefeitura me deixou de lado

O Jornal da Rural 2ª Edição que vai ao ar às 11h30 fez a 8ª entrevista da série com os 10 vereadores de Campo Mourão para avaliação dos seis primeiros meses de 2009.
Cada vereador responde a uma mesma seleção de perguntas e concede notas de 0 a 10 ao prefeito e ao deputado Douglas.
Neste dia 25/07 o entrevistado foi o vereador e médico Saul Sachetti. Entre outras coisas ele disse que foi deixado de lado pela atual administração. “A prefeitura não procura mais saber minha opinião sobre as questões da saúde. Fui deixado de lado”.
Avaliando o trabalho da Câmara entende que foi de acordo com suas expectativas e que os vereadores fizeram o possível para ajudar a administração d Campo Mourão.
Ele é favorável a um novo prédio para a Câmara, mas entende que é preciso também pensar em obras para a população como um novo terminal de transporte coletivo no centro da cidade.
Para Dr. Saul, 10 vereadores é o ideal para Campo Mourão.
SOBRE A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL, Saul Sachetti diz que Nelson Tureck é um grande político, mas que na administração existem falhas como por exemplo a situação atual do Parque do Lago, falta de mais atenção as estradas rurais e solução para o conturbado trânsito de Campo Mourão. Sachetti deu nota 7 para a administração Nelson Tureck.
PARA DOUGLAS FABRÍCIO, Saul Sachetti deu nota 6. Ele é da opinião que Douglas Fabrício critica demais o governo do estado e que isso acaba atrapalhando os pedidos que faz em prol da região.
Entende Dr. Saul que Douglas precisa ter mais jogo de cintura. “Pode sim fazer oposição, porém de uma forma mais branda”, comentou.
Sobre os seis meses como vereador Saul Sachetti explicou que sua preocupação é voltada principalmente para a área de saúde e contou que foi “esquecido” pela admnistração municipal.
Ele defende que Campo Mourão tenha um programa para desenvolver o planejamento familiar e disse que está lutando para o município também contar com um centro para atender pessoas hipertensas e com diabetes.
Outra preocupação é com as pessoas que aguardam consultas ou cirurgias pelo Sistema Único de Saúde